sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Cascadura apresenta Aleluia no Teatro Vila Velha


Foto de @PitiCanela

Ontem à noite, o Teatro Vila Velha recebeu o rock percussivo e tradicional da banda Cascadura. No show, que fez parte do projeto Vila da Música, a banda de Fábio Cascadura (voz e guitarra), Thiago Trad (bateria), Cadinho (contrabaixo e voz), Du Txai (guitarra e voz) e Nielton Marinho (percussão) mostrou músicas consagradas em seus 20 anos de carreira, completados em 2012, e apresentou o CD Aleluia. O novo trabalho (um álbum duplo, com 22 canções) tem como temática principal a própria Salvador e foi produzido com a participação de artistas renomados da música brasileira, como Nando Reis, Orkestra Rumpilezz, Pitty e Ronei Jorge, só para citar alguns nomes.

Foto de @EricaSaraiva

Durante o espetáculo, as novas canções da Cascadura foram recebidas com euforia pela plateia. Músicas como O rei do olhar, A mulher de roxo e Colombo arrancaram aplausos do público, que, a todo instante, arriscava performances de air guitar. De trabalhos anteriores, figuraram hits como 12 de outubro e Ele, o super-herói. Mauro Pithon, vocalista da banda de rock Bestiário, fez uma participação especial no show e cantou Cabeça de nêgo, que também é uma das faixas de Aleluia.

O cantor e compositor Márcio Mello, 45 anos, autor de sucessos como Nobre Vagabundo (do repertório de Daniela Mercury) e Esnoba (gravada pela banda Moinho, de Emanuelle Araújo), foi prestigiar o show da Cascadura no Vila e fez elogios à banda: “A Cascadura é uma das bandas que eu mais gosto. Ela se diferencia por fazer um rock com sotaque baiano. O CD está incrível!”.

Foto @PitiCanela
Para Fábio Cascadura, 42 anos, apresentar Aleluia na Sala Principal do Teatro Vila Velha foi uma grande realização. “Pra gente, é uma realização tremenda tocar no Vila. Pela mística que esse lugar tem e pelo fato de o teatro ter sido sede de movimentos culturais importantes para a história do Brasil. O Vila era um objetivo antigo. Espero que essa seja a primeira de muitas outras oportunidades”, pontuou.

Texto: Raulino Júnior

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