terça-feira, 31 de maio de 2016

Segunda edição do "Palco Aberto" discute Comunicação e Democracia

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Primeira edição do Palco Aberto. Foto: Eduardo Coutinho

O Teatro Vila Velha abre as portas para debater o Brasil agora em mais uma edição do projeto Palco Aberto, que acontece nesta quarta-feira, 1º de junho, às 19h. Com o tema Comunicação e Democracia, o evento tem como convidadas a jornalista Tereza Cruvinel, ex-presidente da EBC e comentarista da Rede Tv!; Malu Fontes, professora da Faculdade de Comunicação da UFBA; Ateliê Voador, companhia de teatro; Flávio Gonçalves, jornalista e diretor do IRDEB; Vilavox, grupo de teatro; Maíra Azevedo, jornalista e criadora da personagem Tia Má; Arte e Resistência, coletivo de artistas e agitadores culturais.
Assim como na última edição, o debate intercala falas com intervenções artísticas, incorporando uma diversidade de discursos e abrindo o microfone, ao final, para quem quiser se expressar. Nas semanas seguintes, o "Palco Aberto" volta a acontecer às segundas-feiras, com encontros previstos para os dias 6, 3 e 20 de junho, sempre às 19h. Grupos, coletivos artísticos e pessoas interessadas em também fazer suas narrativas devem entrar em contato com o Teatro Vila Velha através do e-mail comunicacao@teatrovilavelha.com.br para que sejam organizados os próximos debates.
Assim como faz agora através do "Palco Aberto", o Teatro Vila Velha já abriu as suas portas para inúmeros debates. O Vila sempre foi um espaço de defesa da liberdade, desde a sua inauguração, em 31 de julho de 1964, exatos quatro meses após o Golpe Militar. Nos anos 1970 e 80, o teatro acolheu artistas e estudantes perseguidos, abrigou encontros do movimento estudantil e foi sede da Anistia Internacional. No palco do Vila foram julgadas e aprovadas as anistias políticas do cineasta Glauber Rocha, ícone do Cinema Novo, e do guerrilheiro Carlos Marighella. Em 2012 e 2013, abrigou o Movimento Desocupa, contrário aos abusos feitos pela administração municipal e, junto a ele, realizou o projeto “A Cidade que Queremos”, que discutia o futuro de Salvador. Mais tarde, também em 2013, apoiou o Movimento Passe Livre, que tinha o Passeio Público como quartel general.

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