terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Cordel do Amor sem Fim



"No interior de Minas, às margens do Rio São Francisco, Carminha gosta de José, que deseja Teresa, que espera por Antonio, para desespero de Madalena..."

A partir de 5 de janeiro - próxima segunda-feira, Salvador terá oportunidade de conhecer o Cordel do Amor sem Fim, da dramaturga baiana Claudia Barral.

O espetáculo, que é apresentado em um ônibus em movimento pela cidade, faz curta temporada gratuitamente até o dia 10 de Janeiro, às 20h e 21h30. Nos dias 08 e 10, sessão extra às 18h30h. O ônibus sai da frente do Passeio Público e os ingressos devem ser retirados uma hora antes do início do espatáculo, na bilheteria do Vila.







Estréia: 05/Janeiro
de 05 a 10/01/2009 - 20h e 21h30

Ingresso: Entrada Franca
dias 08 e 10/01 - sessão extra às 18h30
Lotação: 32 passageiros
O ônibus parte em frente ao Passeio Público.
Indicado para maiores de 12 anos
- Os ingressos devem ser retirados 1 hora antes do espetáculo.


"Cordel do Amor sem Fim" estreou em São Paulo em Setembro de 2007. Com a proposta de teatro sem barreiras, a trupe circulou por várias cidades do interior do estado, foram 83 apresentações até agora, incluindo no currículo premiações nos festivais de Jundiaí e Mogi das Cruzes; e vai experimentar em Janeiro o tempero cultural de Salvador, terra onde vive a autora do texto, Claudia Barral.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

até paroano!


Existe racismo no Brasil?

O Almanaque Virtual pensa a respeito.
(clique no nome para ler)

POSITIVO


O saldo positivo de um ano pode ser medido assim:
____

Chica,

Escrevo para dizer que amei o Bando! Adorei, adorei, adorei! Vi Cabaré da
Raça, Sonho e Áfricas. Só não consegui ver Ó Paí, Ó. E também não consegui
falar com você. Achei que você iria ficar dando pinta no foyer e que seria
fácil te identificar. Mas não vi ninguém que me parecesse você! Maluquice,
né?

Mas queria dizer que fiquei encantada, emocionada. Há muito não via um
trabalho tão bonito e me senti orgulhosa por patrocinar vocês. De verdade.
No domingo, saí de Africas com vontade de entrar no camarim para falar com
cada um dos atores, agradecer o tanto de beleza que vocês proporcionaram
para mim e para o público.

Peço que mande este meu agradecimento a todos, estão todos de parabéns! Dê
um beijo e um cheiro em cada integrante do grupo.

E, novamente, não nos conhecemos! Agora eu vou ter que ir a Salvador!

Beijos, Feliz natal, feliz 2009 e, mais uma vez, Parabéns!

Regina Studart
Comunicação Institucional da Petrobras
cartão natalino recebido do ceap.



saiba mais sobre a instituição: www.ceap.org.br

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Fiat Lux


com usminino...


com arminina...

A galera da Oficina de Iluminação do Ponto de Cultura Teatro Vila Velha comemorou na última sexta-feira o encerramento da primeira etapa do curso - la teórica. Na segunda semana de janeiro começa a ralação prática.

Vale lembrar que, inicialmente, esse curso teria 25 alunos, mas vem conseguindo abarcar 39 pessoas. Um esforço bem pensado porque - estudar é preciso!


Será que eles estão gostando?

A julgar pelo sorriso da instrutora Paquelet...

Perdoem o foco. Não dava para passar em branco.

Até lá, pessoal!

Mês do Teatro e do Circo 2009


- Chamada Pública -
Cessão de Pauta Especial
para o
Mês do Teatro e do Circo 2009


A Fundação Cultural do Estado da Bahia – FUNCEB comunica aos artistas e produtores de teatro baianos que disponibilizará pautas gratuitas nos espaços culturais da capital e do interior abaixo relacionados, no período de 01 a 31 de Março de 2009. A iniciativa, realizada através das Diretorias de Teatro e Espaços Culturais, faz parte das ações comemorativas ao MÊS DO TEATRO E DO CIRCO, contemplando apresentações de espetáculos teatrais e circenses (profissionais e amadores).

Serão oferecidas duas a quatro pautas por espetáculo, de acordo com a disponibilidade da casa, nos seguintes espaços administrados pela FUNCEB: - Centro de Cultural Olívia Barradas (Valença - 75 3641-3594 / 3643-2280);


- Centro de Cultura Camilo Jesus Limas (Vitória da Conquista - 77 3424-4725);

- Centro de Cultura de Porto Seguro (73 3288-1388);

- Cine-teatro Lauro de Freitas (71 3288-8350);

- Teatro Dona Canô (Santo Amaro – 75 3241-1298);

- Centro de Cultura de Guanambi;

- Centro de Cultura de Alagoinhas (75 3421-5608);

- Centro de Cultura Amélio Amorim (Feira de Santana - 75 3625-0572);

- Centro de Cultura João Gilberto (Juazeiro - 74 3611-4322);

- Centro de Cultura ACM (Jequié - 73 3527-5256);

- Casa de Cultura de Mutuípe (75 3635-1457);

- Espaço Xisto Bahia(Salvador – 71 3117-6155);

- Centro Cultural Plataforma (Salvador – 71 3117-8106).

Os interessados devem entrar em contato com os coordenadores dos respectivos espaços para agendar as suas inscrições, que deverão ser feitas até o dia 30 de janeiro de 2009. No ato de inscrição, o proponente deverá preencher um formulário e entregar a sua proposta contendo ofício de solicitação de pauta para o espetáculo em questão, com as datas pretendidas; release do espetáculo; fotos e clipping, se houver; e ficha técnica.

As propostas serão avaliadas por uma comissão interna, e uma vez aprovado o pedido de pauta, o proponente será informado, e deverá comparecer, até o prazo máximo de dois dias úteis, ao referido espaço, para assinatura de contrato.


Informações:
71 3321-2335 / 71 3321-6612
www.funceb.ba.gov.br

Manuela canta






Manuela Rodrigues canta. Um monte de gente sabe disso. Em janeiro - dia 27 - é aqui no Vila que ela vem dar o ar da graça com o show PRÉ - uma prévia do seu segundo CD.

Aliás, o verão de Manuela tá fervendo! A partir do dia 20 do próximo mês, ela realiza o curso
Campo Vocal Consciente - estratégias e ferramentas para o desenvolvimento da voz e ouvido musical do cantor e ator, no Teatro Gamboa Nova.

Mais informações pelo telefone 9977-3656 ou no site do Teatro Gamboa.

Quem não se adequar aos dias e horários de lá, tem como (ótima) opção a oficina de canto com Marcelo Jardim, na grade do Verão 2009 do Vila. Veja em nosso site: www.teatrovilavelha.com.br. E o contrário também vale!

Mais depoimentos Tomaladacá



Foi legal. Uma parada totalmente nova pra mim, apresentar numteatro grande, com uma estrutura super planejada, diante do que temos no Colégio Costa e Silva.
Uma emoção diferente. Senti um friozinho na barriga.
Sheltom Delano

Para mim, participar do Tomaladacá é uma experiência muito importante para nós atores iniciantes., porque faz com que a gente cresça e busque o profissionalismo.
Gaby Lima

Participar do Tomaladacá é uma oportunidade de integração, de troca de experiências. Uma oportunidade que o Teatro Vila Velha nos dá de apresentar no seu palco, visando o intercâmbio e a troca de experiência entre os grupos.
Romario Maroto


Participar do Tomaladacá foi a consolidação de um ano inesquecível para ao Gruporacaso. No inicio do ano, uma semente foi plantada dentro do grupo. Ela foi regada, e foi ganhando raízes, tronco, corpo e frutos, muitos frutos. Os novos membros do Gruporacaso mostraram que a arte pode mudar, mexer, envolver e falar por si própria. Há oito meses atrás, nós tínhamos jovens da comunidade itapagipana querendo entrar num grupo de teatro. Domingo, eu vi jovens com um brilho no olhar, sendo transportados para essa fábrica de sonhos que é o Teatro Vila Velha. Sonhos esses que foram mostrados também na peça "Recortes de uma infancia roubada". Sonhos de crianças e adolescentes querendo crescer, pensar, agir, sorrir e viver com dignidade. Ter essa proposta tão bem acolhida pelo Tomaladacá é uma oportunidade única para quem está começando. Participar desse Projeto foi gratificante, principalmente por dar asas a imaginação desses jovens, mostrando que arte, educação e sociedade podem sim andar de mãos dadas. Todos gostaram muito, todos estão aprendendo, todos estão apenas começando. Mas o primeiro grande passo já foi dado. Em nome da família Poracaso, queria agradecer e parabenizar os organizadores da proposta e que venham mais "Tomaladacas" para dar oportunidades e abri as portas da arte para tantas pessoas.
Luiz Antonio


2008 foi um ano muito importante pra mim dirigindo o GRUPORACASO, um grupo com atores amadores muito talentosos. Acompanhá-los no Tomaladacá foi muito enriquecedor e desafiante, desde a primeira reunião até a culminância.
O tomaladacá é um projeto maravilhoso de troca de experiência, de diálogo democrático, de colaboração. Quantos atores, hoje profissionais, passaram pelo Tomaládacá!
Gostaria de agradecer e parabenizar a equipe, sobretudo Marísia e Hamilton. E parabenizar O Vila Velha, fazendo votos de que não deixe nunca esse projeto acabar.
Lázaro Gomes

orientador do GRUPORACASO

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Ao Vila

Em nome da Cia de Teatro Solidário de Brotas:

Poderiamos falar apenas que estamos honrados em participar do TOMALADACÁ. Posso garantir, porém, que nossa sensação é muito maior do que isso. A felicidade estampada no rosto dos atores por participarem de um projeto como esse é enorme e ainda maior por conta da apresentação no palco principal do Vila. A importância do processo pode ser resumida pela vontade de cada um de continuar nessa jornada cheia de obstáculos e desafios. São iniciativas como essa que nos dão forças para superar todas as dificuldades...

Obrigado de coração....

Fábio Marcelo
Diretor Teatral / Artista-Educador,
multiplicador do Teatro do Oprimido

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A Cia. de Teatro Solidário de Brotas se apresentou no último fim de semana no Vila Velha pelo projeto Tomaladacá. Ele foi um dos grupos a participar da mostra organizada pela equipe do projeto que contou com grupos de teatro, música e dança de toda a cidade.

O Tomaladacá promove a troca de experiências entre o Vila e grupos de teatro amador e experimental de Salvador, em sua maioria localizados em escolas e bairros de periferia. O projeto divide a cidade em três territórios, coordenados pelos atores Hamilton Filho – da Cia. Novos Novos, Érico Brás e Rejany Maia – do Bando de Teatro Olodum, todos artistas residentes do Vila Velha. A mostra apresentou o resultado do trabalho realizado nesses encontros.

domingo, 21 de dezembro de 2008

GLAUBER VAI AO CINEMA


Para encerrar a semana de exibições gratuitas, o projeto CINEMA NO PASSEIO exibe hoje "Deus e o Diabo na Terra do Sol", obra-prima dirigida por Glauber Rocha e marco do Cinema Novo.


Na programação também conta com o curta-metragem "Cega Seca", de Sofia Federico.


O Cinema do Passeio é uma realização do Teatro Vila Velha e patrocínio do Banco do Brasil.


Então, neste domingão, deixe o Faustão de lado e venha pro cinema!


Tá marcado, hoje, às 18h.


O cinema é de graça. O passeio é público!


sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

cinema, passeio e público



passeio pronto!



por-do-sol...




público firmeza!






TÁ DADO O RECADO!



Fotos: Cal Roque
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Hoje tem:

Curta: Animações de diversos diretores brasileiros

Longa: Cinema, Aspirinas e Urubus (2005 ),
de Marcelo Gomes (99')

1942. No meio do sertão nordestino, dois homens se encontram: Johann , um alemão que fugiu da Guerra, e Ranulpho , um brasileiro que quer escapar da seca que assola a região. Viajando de povoado em povoado, eles exibem filmes para pessoas que já haviam conhecido o cinema, para vender um remédio “milagroso”. Continuando a cruzar as estradas empoeiradas de um sertão arcaico, eles buscam novos horizontes em suas vidas. Nesta jornada, os dois aprendem a respeitar as diferenças e surge entre eles uma amizade incomum, mas que marcará suas vidas para sempre.

Hoje tem Arlequim...



Hoje tem apresentação única de Arlequim, servidor de dois patrões.
Aproveite!

E o prêmio vai para....






Esse é o nosso Bando!



Quer saber mais?

Dá uma olhada.



quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

o homem que virou suco

Deraldo, poeta popular nordestino, chega a São Paulo e tenta sobreviver de sua poesia. Confundido com o operário de uma multinacional que mata o patrão, ele é perseguido pela polícia. Sua vida, sua identidade, sua mínima condição de cidadão estão arruinados. A liberdade, ainda que precária, dá lugar a violência e humilhação.

Deraldo luta para reconquistar sua dignidade e poder ser quem de fato é.


HOJE - 18h
no Passeio Público
(Campo Grande)
de graça.
*antes tem 13 de dezembro,
de Daniel Fróes

Colher de chá



Pedro Morais é mesmo um bom rapaz
Cantou Cartola terça e quarta
E em janeiro ele faz mais.



"As Rosas não Falam"

Pedro Morais canta Cartola em janeiro

toda sexta-feira - 18h


quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

o passeio

Pense comigo: uma área como o Passeio Público, no centro da cidade, marcado pela presença do Palácio da Aclamação e do Vila Velha e... nada acontece. Salvo (e muito bem salvo) as iniciativas que o Teatro tem tido para a boa utilização deste privilegiado espaço cravado no centrão de Salvador, nada acontece.

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O Vila ataca. Desde segunda acontece o Cinema no Passeio, com uma programação bem interessante de filmes nacionais e curtas baianos.

É todo dia, 18h, ao ar livre - ATÉ DOMINGO!

"A entrada é franca; o Passeio é público!"



veja a programação completa no site:
www.teatrovilavelha.com.br


NESTA QUARTA:

Curta: Além do Jardim , de Fabíola Aquino

Longa: Por Trás do Pano (1999), de Luiz Villaça. 90 minutos.


Sinopse: Na São Paulo de hoje, cinco pessoas muito especiais vivem suas histórias por trás do pano. Helena, uma jovem atriz em ascebsão , com muito talento e insegurança, é convidada para viver o grande desafio de sua carreira. Ela é casada com Marcos, um artista plástico que brinca o tempo todo com os medos e os jogos de ciúme de sua mulher. A partir do momento em que Helena começa a se relacionar com Sérgio, um diretor e ator famoso, casado com Laís , um arquiteta bonita e ciumenta, as vidas dos dois casais se misturam e eles passam a viver momentos de dúvidas, de humor e descobertas.

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antes de ir pra casa,
dê um pulo no cinema

Cartola no Vila






Quem não veio ontem, vem hoje.

Às 20h, Pedro Morais se veste de camisa listrada, chapéu panamá e Cartola!

Só hoje, 'viu?!







As Rosas não Falam - Pedro Morais
Hoje, 20h
Cabaré dos Novos
r$ 16/8

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O fim de semana d’A Outra bombou...

No último final de semana, A Outra Companhia comandou a programação do Vila.
Na quinta-feira, estreou com casa cheia o sexto espetáculo da companhia. Três Histórias para Lembrar emocionou e divertiu a galera durante o fim de semana e teve bom público de quinta a domingo.



Já no sábado e no domingo, às 18 horas foi a vez d’A Sacanagem da Outra entrar em cena. O espetáculo que faz parte do repertório da companhia, foi recentemente remontado com os alunos da Oficina de Técnicas Teatrais ministrada pel’A Outra nos meses de agosto, setembro e outubro e fez nesse fim de semana a Dobradinha d’A Outra na programação do Vila. A peça foi um sucesso de público e deve voltar em breve.



Esse fim de semana tem mais A Outra aqui no Vila. Na quinta, no sábado e no domingo, às 20 horas tem as últimas apresentações da temporada de Três Histórias para Lembrar. Se você ainda não viu, não pode perder esta oportunidade. E na sexta-feira, às 19 horas, A Outra faz um aquecimento para o verão e põe em cena seu Arlequim – servidor de dois patrões.



Será a última oportunidade de ver as trapalhadas de Arlequim este ano.
Não percam!

Tem novidade no Vila!


A Oficina Teatro de Máscaras, ministrada pela atriz e diretora teatral Rita Carelli, no quadro das oficinas do Vila Verão, promete um passeio pela história das máscaras no teatro, suas diferentes famílias, origens e usos, além de oferecer, pela primeira vez em Salvador, uma iniciação ao teatro gestual a partir do trabalho com máscaras Larvarias. Além, é claro, de ensinar a confeccionar uma máscara pessoal.

Rita Carelli estudou na Escola Internacional de Teatro Jacques Lecoq, na França, uma escola pautada nos princípios do movimento, e fez sua formação com as máscaras confeccionadas pelo mestre italiano Donato Sartori, um dos maiores mascareiros da atualidade.




Rita Carelli e o Teatro de Máscara


Os participantes da oficina trabalharão com máscaras inteiras focando o trabalho corporal. Terão contato com as máscaras larvarias, máscaras brancas, de "seres em formação" - originalmente usadas nas festas carnavalescas de Basel, na Suiça e trazidas para o universo teatral na década de 60 por Lecoq e Sartori, por serem exelentes intrumentos de preparação corporal para os atores e de iniciação ao teatro de máscaras. Isso graças a seus traços precisos e exagerados.

Na segunda parte da oficina, os alunos trabalharão com máscaras expressivas e fabricarão suas proprias máscaras, de papetagem, a partir de moldes de argila. É a partir de improvisações com estas máscaras pessoais que serão criadas as cenas que darão origem a mostra resultante da oficina.


As inscrições estão abertas!

E bom passeio a todos!


Rita Carelli

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Tem Vox no Vila Verão!

ATENÇÃO:
DESCONTO DE 20% ATÉ O DIA 19/12!!!


Vilavox: do "otkaz" ao "stoika"

Termina essa semana a última oficina promovida pelo Vilavox em 2008. E o grupo fecha suas atividades no ano com chave de ouro! A professora convidada Maria Thais veio de São Paulo para ensinar ao grupo e aos alunos técnicas da Biomecânica do encenador Meyerhold, e lá estão o "etkaz", o "totchka", o "dáctilo" e muitos outros termos pra lá de russo... Mas falando sério, a riqueza da pesquisa para o trabalho do ator é impressionante. Ao todo são 30 pessoas na João Augusto, incluindo bolsistas e ouvintes.




Thaís (à frente) mostra o movimento "atirando a pedra"


Continuando a retrospectiva do ano do grupo, no comecinho do mês houve mais uma Leitura em Vox Alta com o texto "A Geração Trianon", de Anamaria Nunes e grande elenco (nos dois sentidos) sob a direção de Jacyan Castilho. A platéia riu "às casquinadas" e o bate-papo com a professora Angela Reis foi "um suco"!


Os atores a caráter representam uma grande cia. teatral da primeira metade do século XX


E no mais, o ano foi de muita atividade pro grupo! Afinal, foram 3 espetáculos em cartaz, 7 leituras, 4 oficinas, muitos debates, ensaios, suor e trabalho assistido por mais de 2 mil pessoas e com o envolvimento de mais de 50 artistas convidados. Resumindo:


Novembro: Apresentação do espetáculo de repertório Primeiro de Abril, em curta temporada, oficina de intercâmbio com Ernani Maletta e leitura em vox alta com direção de Iara Colina.


Outubro: Gordo Neto comandou os ensaios de Primeiro de Abril, dirigiu a leitura em vox alta com o tema teatro e política e coordenou oficina em torno do mesmo assunto.


Setembro: Apresentação do espetáculo de repertório Canteiros de Rosa no FILTE, leitura em vox alta, ambos com direção de Jacyan Castilho e ela mesmo à frente da oficina de musicalidade.


Agosto: Estréia do espetáculo Labirintos, com direção de Patrick Campbell, leitura em vox alta com direção de Gordo Neto


Junho e Julho: Reta final da produção do espetáculo novo


Abril e Maio: Início dos ensaios da nova montagem e participação no aniversário de 10 anos do novo vila


Março: 2 leituras em vox alta, com direções de Gordo Neto e Cláudio Machado, entrega da proposta de lei de fomento às artes cências ao Deputado Estadual Zé Neto, debates e manifestação no dia do teatro.


Fevereiro: Ensaios abertos das leituras em vox alta.


Janeiro: Temporada de Canteiros de Rosa no Vila Verão.


Ufa, o ano foi longo. E ano que vem tem muito mais, que venha 2009!

uma semana de cinema gratuito



Começa hoje o Cinema no Passeio - projeto que realiza uma semana de exibição gratuita com o melhor do cinema brasileiro.

TODOS OS DIAS, às 18h, ATÉ DOMINGO!

confira a grade abaixo:



mais informações sobre os filmes em:
www.teatrovilavelha.com.br
ou
www.programadorabrasil.org.br

Realização do Ponto de Cultura Teatro Vila Velha
com Patrocínio do Banco do Brasil.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

promoção é bão


Quer fazer Oficina de Verão no Vila?

Quem se inscrever até 19 de dezembro (sexta que vem) tem desconto de 20% no valor de qualquer oficina!

Gostou?! Mas tem que ser pagamento à vista!

Garanta a sua vaga!!!


Mais informações - acesse www.teatrovilavelha.com.br

Ou ligue (71) 3083-4600 / 3083-4621 - e fale com Érica, Guilherme ou Lucy.

VENHA!





Na segunda-feira, dia 15 de dezembro, estréia o novo projeto do Ponto de Cultura Teatro Vila Velha - O Cinema no Passeio, com patrocínio do Banco do Brasil. O Passeio Público, no Campo Grande, se transforma em cinema ao ar livre para receber sete dias de programação gratuita com o melhor do cinema nacional, sempre às 18 horas. A abertura é com Samba Riachão, do cineasta baiano Jorge Alfredo, precedido pelo curta O Flautista, de Matheus Vianna.


A semana segue com outros títulos preciosos como Baile Perfumado, Janela da Alma, Cinema, Aspirinas e Urubus e Deus e o Diabo na Terra do Sol; além de curtas de diretores baianos.

Divulgue, chame seus amigos e apareça!

informações completas:
www.teatrovilavelha.com.br
(71) 3083-4610/ 4612

Fim de semana com A Outra


Hoje, amanhã e domingo a programação do Vila é toda d'A Outra!















3 histórias pra lembrar está em cartaz na Sala Principal. Uma peça 3 em 1 com drama, humor e encantamento em altas doses, dirigidas por três jovens diretores baianos.
de quinta a domingo - 20h - r$ 16 (inteira)




No sábado e no domingo, o Cabaré dos Novos recebe A Sacanagem da Outra - comédia do homem que perdeu o pênis, em curtíssima temporada - só dois dias.
só neste fim de semana - 18h - r$ 10 (inteira)











Não perca. É de se pocar de rir!


quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Hoje tem estréia...



Depois de meses de ensaio, suor, lágrimas, risos e mais um pouquinho de ensaio, estréia hoje Três Histórias para Lembrar, a nova montagem d'A Outra Companhia de Teatro.
Baseado em três textos curtos de autores de língua portuguesa , dirigido por três jovens diretores ( João Meirelles, Rita Carelli e Luiz Antônio Jr.) o espetáculo traz humor e ludicidade do universo de Saramago (O conto da Ilha Desconhecida), drama e uma reflexão sobre a violência urbana de José Mena Abrantes (A Vala Comum) e o cotidiano e a contemporâneidade dos poemas de Iderval Miranda.
Essa mistura você pode conferir hoje, às 20 horas, aqui no Vila.

Esse fim de semana tem Sacanagem!


Os alunos da Oficina de Técnicas Teatrais d’A Outra Companhia de Teatro vão fazer mais uma vez A Sacanagem da Outra. Venha rir com a saga de João de Jesus de Deus que após chegar em casa de uma reza de Santo Antônio descobre que perdeu o pinto. A história traz personagens insólitos e clichês acerca do sexo numa linguagem inspirada nos quadrinhos. A peça será encenada neste final de semana, dias 13 e 14 de dezembro, às 18h, no Cabaré dos Novos, Teatro Vila Velha. Ingressos: R$ 10 reais.
Última temporada do ano. Não perca!!!

A Bahia no Rio

A turnê do Bando de Teatro Olodum no Rio de Janeiro tem feito o maior sucesso! Vários artistas foram prestigiar Ó paí, ó no Teatro Villa-Lobos, que até o final do mês vai ter Áfricas, Sonho de uma noite de verão e Cabaré da Raça e em sua programação.

Olha só quantos famosos passaram por lá:



Chica Carelli e Zebrinha ao lado de Ruth de Souza, Juliana Alves e Lázaro Ramos


Thiago Mendonça e Renata Sorrah aplaudem o espetáculo


Ruth de Souza com a galera do Bando


Lázaro Ramos, Caetano Veloso e Paula Lavigne


"Neuzão" (Tânia Toko) e Monique Gardenberg, diretora do filme e da série


Até Magda e Queixão apareceram!



quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

É HOJE!!

A performance cênica do Intercâmbio Cultural Artes e Pontes acontece hoje no Teatro Vila Velha, às 18:00. O projeto envolve jovens ingleses, argentinos, baianos e promove uma interação artística entre os participantes. Entrada franca, não perca!

E se você não puder hoje, amanhã tem mais, no mesmo horário!

Lenina Uzêda Assessoria de Imprensa.


Amanhã tem estréia!






A peça 3 históras pra lembrar, da Outra Cia. de Teatro, entra em cartaz amanhã, na Sala Principal do Vila, às 20h.

Desta vez, A Outra resolveu juntar textos de autores lusófonos para compor a montagem. A Vala Comum, do angolano José Mena Abrantes, O Conto da Ilha Desconhecida, do português José Saramago, e as poesias do baiano Iderval Miranda dão a inspiração para as três histórias narradas no espetáculo.

3 histórias pra lembrar fica em cartaz até o dia 21, de quinta a domingo.

3 histórias pra lembrar
Dias 11, 12, 13, 14, 18, 19, 20 e 21 de dezembro - 20h
Sala Principal - Teatro Vila Velha
Ingressos: r$ 16/ r$ 8

Da dramaturgia de Habitat


Foto: Catarina Rangel


As pessoas perguntam o que é uma dramaturgia para dança. Minha resposta vem de alguém novo na prática dessa área, mas percebo que a intenção de contar uma história, de forma dialógica, surge naturalmente se respeitamos valores e especificidades, seja de que linguagem for mas, claro, procurando também quebrar o instituído. A diferença também reside no processo como cada grupo irá construir a sua dramaturgia. No caso de Habitat, a dramaturgia vem com uma estrutura básica, sobre temas construídos em espaços e/ou tempos, iniciando-se na generalidade focalizada na Cidade, pura e simples: de um tempo de origem (a cidade pré capitalista) para um tempo de composição (a cidade capitalista); e dali para espaços afetivos, genéricos e atemporais (a busca do poder e a solidão como resultado da conquista de poder) para, finalmente, atingir espaços físicos, específicos da Cidade do Salvador e igualmente atemporais (Feira de São Joaquim e Porto da Barra). Com isso, a dramaturgia faz um recorte de determinadas questões, mas vai pronta para acontecer, realmente, no processo dos ensaios. E, de fato, funciona assim, com seus intérpretes criando movimentos e seqüências, sob a direção de cena e movimentos de Cristina Castro, inspirados na temática de determinado bloco de cenas para, conseqüentemente, sugerirem transformações nos momentos seguintes... Assim, por exemplo, se Habitat, em dado momento, oscilava para um título como Cidade sem Salvação, tamanho o descrédito com que a dramaturgia olhava a cidade caminhando para um final mais cético, teve seu final modificado e acontecendo sob o sol, o sal do mar e a sensualidade das tribos dispersas que se encontram como belos índios felizes no Porto da Barra. Tudo isso porque a vitalidade dos dançarinos nas seqüências anteriores só veio demonstrar que a vida já vale pela força com que vivemos cotidianamente, seja buscando poder, 'o espaço que me cabe', seja na camaradagem com que feirantes disputam e compartilham 'o espaço que lhes cabe' na ação de mercar seus produtos. Ao fim vem a natureza para compensar tanto esforço e dedicação.

Busca-se, como em toda a história que se pretende contar, uma lógica interna, uma coerência para quem cria, mas sabemos que a infinidade de cenas individuais, acontecendo ao mesmo tempo, vai sugerir muitas leituras. Uma dramaturgia para se ver muitas vezes, pois é assim, prismática, a cidade dos nossos dias. Uma dramaturgia geradora de muitas visões, pois é assim que se quer provocar o espectador.



Sérgio Rivero

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

O gosto da música




Pra começar bem a semana, hoje e amanhã tem Jarbas Bittencourt apresentando seu mais novo show, Cozinhando o Som.

Uma grande oportunidade de conferir a interpretação do próprio Jarbas para canções que marcaram a cena no teatro baiano especialmente temperadas para essa fase solo, além de canções novas (bem) preparadas ao seu modo.

Sirva-se!

Jarbas Bittencourt - COZINHANDO O SOM
Terça e quarta (9 e 10/12) - 20h
Cabaré dos Novos
r$ 16/8



*Em tempo: Jarbas Bittencourt é ex-integrante do grupo Confraria (Confraria da Bazófia) e autor de mais de 70 trilhas de espetáculos de dança e teatro, dentre eles Ó paí, ó, Policarpo Quaresma, Vixe Maria! Deus e o Diabo na Bahia, Cabaré da RRRRaça, Da Ponta da língua à Ponta do Pé e Primeiro de Abril.

Estréia quinta...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Outras faces de Salvador

Para comemorar os seus 10 anos de existência, a Cia. Viladança apresenta sua mais nova montagem: Habitat - Lat 13º S Long 38º 31' 12" O. O espetáculo é da coreógrafa Cristina Castro e revela uma Salvador diferente da que estamos acostumados a ver, idealizada na publicidade do verão. No palco, corpos, sons e imagens e remetem às paisagens, à arquitetura, ao povo e ao dia-a-dia soteropolitano, com muito realismo e criatividade.

Em paralelo ao espetáculo, foi montada uma exposição de mesmo nome, que fica à mostra no foyer do Teatro Vila Velha. A exposição é organizada pelo artista plástico Fernando Lopes e é formada por alunos e ex-alunos da Escola de Belas Artes.

"A exposição pretende mostrar a Salvador que a gente não vê, que não é a cidade turística; a Salvador das prostitutas, dos mendigos... é um trabalho abstrato, mas que permite ao público perceber essas características marcantes.", explica Fernando.





A escolha dos trabalhos foi feita de forma a priorizar o aspecto urbano. Segundo Fernando, "as obras não foram escolhidas pela estética. Queria obras que mostrassem de forma mais explícita esses contrastes da cidade", diz.

Cristina Castro, idealizadora do espetáculo e da parceria com os artistas, está exultante com o resultado: "Estou muito feliz de ter reunido toda essa equipe. Sinto que cada vez mais meu trabalho se aproxima das artes plásticas. Como eu prezo pela interação de linguagens, nada mais pertinente do que convidar jovens artistas para agregar suas visões da cidade de Salvador, trazendo vários aspectos do seu cotidiano através de pinturas, fotografias, esculturas...".

Habitat - Lat 13º S Long 38º 31' 12" O estréia hoje, às 20h, na Sala Principal do Teatro Vila Velha. O espetáculo fica até domingo e volta em janeiro.

A exposição permanece durante toda a temporada e a visitação é gratuita.



Isabela Garrido

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Rô-rô-rô

Eu tenho filhos...

(Bruno - Comunicação)



-x-x-x-x-

Rô-rô-rô

Me recuso.
Levar Eloá ao shopping
e tirar foto com Papai Noel?
Me recuso.
Por preguiça e consciência.
A menina nem sabe o nome dela direto,
vai lá saber que Papai Noel é Papai Noel?
E quando começar a saber
vou dizer logo a verdade.

- Minha filha, Papai Noel é invenção da Coca-Cola!

O povo aqui em casa fica horrorizado.
Horrorizado fico eu de levar minha rebenta
pra um lugar que faz de tudo
pra parecer que é frio,
com neve, e gelado,
e a gente neste calor desgraçado de Salvador.

- Eu não quero fingir que aqui é frio e mostrar a Eloá que o clima em que ela vive é o errado. Por que não fazemos um natal com signos do verão? Aqui é verão!

Como sou tratado como idiota,
(e me sinto também, eis a verdade)
ninguém leva em conta o que eu digo
e lá vou eu resmungando para o shopping,
com uma guria de um ano,
andando de mãos dadas para não cair,
apontando tudo com o dedo,
e falando em russo, provavelmente,
mas eu finjo entender
e respondo entusiasmado.
Um dia, espero,
ela chegará ao português.

Chegamos ao reino de Papai Noel.

- Está vendo, minha filha? Isto se chama imperialismo cultural. A nossa cultura é a de quem domina a gente, pode? Por tanto, não acredite neles!

Na entrada tem uma Garota Noel boazuda
que me olha, sem acreditar,
agachado e explicando pra Eloá não se lobotomizar.
Explico tudo.
A rebenta ouve caladinha, em meio riso.
Calo a boca também e espero sua resposta.
Ela ri.
E fala uma porra lá.
Tenho sempre que fingir que entendo,
pra não contrariar a menina.

Eu sei a dor de falar e ninguém entender,
não vou deixar isso acontecer com a minha bichinha...

Entramos na casa do Papai Noel...
Eu completamente derrotado,
vendo minha infante
ser apresentada ao Bom Velhinho e a sua trupe,
ao pólo norte, aos duendes,
e a uma cultura baseada em um inverno que nunca tivemos,
com todos aqueles signos e blá, blá, blá.

Já estava entregando os pontos,
quando acontece:

Eloá começa a estranhar tudo.
Não vai com a cara do pingüim,
grita com o boneco de gelo,
chora quando vê as renas
e, finalmente,
para minha felicidade completa,
senta no colo de Papai Noel
e olha pra ele com cara de quem pergunta:
"Por que esse cara tá de vermelho e de algodão na cara"?

Tirei as fotos com um gosto...

Volto para casa feliz.
Triunfante.
A mãe, com a calma de sempre,
diz que venci nada.
Ano que vem Eloá terá dois anos,
e, com três,
vai pedir para que me vista de Papai Noel.

Impossível.
Olho nos olhos de Eloá, sério,
pergunto se faria essa barbaridade com o pai.
Mas a meninha insiste em falar em russo...


Alan, O Miranda.
http://www.alanmiranda.blogger.com.br/
Já se inscreveu para as
Oficinas de Verão do Vila?

Tá rolando...

www.teatrovilavelha.com.br

Genérico de Cidade



Há um conto de Italo Calvino, no livro As cidades invisíveis, que vai sintetizar a cidade e seu percurso ao longo do tempo. Ele nos fala de Tecla – o urbano em perpétua construção. "Escondida atrás dos tapumes, das defesas de pano, dos andaimes, das armaduras metálicas, das pontes de madeira suspensas por cabos ou apoiadas em cavaletes, das escadas de corda, dos fardos de juta", há uma obra que tem por objetivo, no gesto de construir a cidade, evitar sua própria destruição. Para toda uma tecnologia que a erige, existe por baixo nova leva de artefatos que a sustentam. Existiria, portanto, um fim a ser indefinidamente evitado. Um fim que abarcaria, segundo os habitantes de Tecla, "não só a cidade". Essa é a questão com que o leitor se identifica. Vai-se o espaço urbano, vão-se seus habitantes. Criatura e criador num mesmo desfecho.

Interessante pensar que o esforço cotidiano que fazemos de "inventar formas possíveis de convivência" recebe o reflexo direto de uma concretude traduzida em espaços. De tijolo em tijolo, nos prédios, em volumes exóticos ou simples, em traçados sinuosos ou retilíneos, de rua em rua, a cidade poderia contribuir, de alguma forma, para o que não fazemos: o ato de ser e somar com outros seres.





Mas, certamente, há de haver um certo denominador comum para tamanha humanidade. Um plano, um projeto. Fala-se na beleza do desejo que move para frente, e também em que se deixe, simplesmente, repercutir "a grandeza de ter vivido e de viver" de cada um, projetada como um eco único e digno, junto de outros ecos, pelas tantas brechas da cidade. Dessa multiplicidade construída sob o diverso saudável das diferenças, sem julgamentos, brotaria inevitavelmente uma admiração recíproca entre nós, enfim, uma solução coletiva para a felicidade. Estaríamos então fadados a um
outro destino. Volto para Tecla...
"O trabalho cessa ao pôr-do-sol. A noite cai sobre os canteiros de obras. É uma noite estrelada. – Eis o projeto – dizem."





obs: além do texto de Calvino, cubano que viveu na itália, as inspirações vêm de um outro livro, em várias crônicas que não me canso de ler: Terra de ninguém, do italiano, muito brasileiro, Contardo Calligaris.


Sérgio Rivero - para "HABITAT"