segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Espetáculo "Os Enamorados" abre o Amostrão Vila Verão com desconto para alunos de Teatro/UFBA



Amanhã é dia de Amostrão Vila Verão!

Nos dias 01 e 02/02 (terça e quarta), às 20h, teremos a apresentação do espetáculo "Os Enamorados" com uma grande novidade: os primeiros 50 alunos da Escola de Teatro da Ufba que apresentarem o comprovante de matrícula, até meia hora antes de cada espetáculo, vão poder assistir a montagem de graça! Curtiram? Então, agora é só se programar!

.: Os Enamorados

Direção: Antônio Fábio

Primeira produção da Supernova Teatro, “Os Enamorados” conquistou seu espaço sem apoio financeiro e arrancou críticas positivas nas duas primeiras temporadas. Com menos de um ano de montagem, o espetáculo inicia sua terceira temporada na abertura do Amostrão Vila Verão 2011.

Nessa nova etapa, a peça conta com uma mudança no elenco. Sai a atriz Luana Matos, que fez o papel da Flamínia (irmã da Eugênia), e entra Andréa Nunes, ganhadora do Prêmio Braskem de Melhor Atriz Coadjuvante em 2008, por "A Casa de Bernarda Alba".

O espetáculo

Eugênia está enamorada por Fulgêncio, mas amor e o caráter dos dois são tão fortes que transformam paixão em sofrimento. Oito atores dão vida à comédia “Os Enamorados”, que aborda a relação entre amor e ciúme – tema recorrente entre os casais – de forma leve e divertida, porém contundente.

O texto, escrito no século XVIII, é uma das obras mais singulares do dramaturgo italiano Carlo Goldoni, e foi traduzido e adaptado especialmente para esta montagem. Espera-se que o público possa, além de celebrar o amor, refletir sobre uma problemática corriqueira da relação a dois.


Maria Bethânia no Vila


O show "Bethânia e as Palavras" agitou a noite de sexta-feira (28/01) do Vila. Artistas, políticos e, principalmente, fãs comparecem para prestigiar a cantora em sua única apresentação na capital.

Foto: João M. Meirelles
Maria Bethânia

Foto: Rafael Grilo
Albino Rubim e Marcio Meirelles

Foto: Rafael Grilo
Jorge Portugal e Francisco Nascimento

Foto: Rafael Grilo
Jaques Wagner e Fátima Mendonça

Foto: Rafael Grilo
Bethânia e Dona Canô

Mudança na programação do Amostrão Vila Verão!

Foto: Sandra Delgado

O espetáculo "Monstro", monólogo com a atriz Yumara Rodrigues, foi substituído pelo monólogo "Umbigüidades", da atriz Iami Rebouças. O espetáculo vai ser apresentado nos dias 15 e 16/02, às 20h.

A montagem

Em “Umbigüidades”, Iami Rebouças traça um paralelo entre as diferentes formas do uso da voz na caracterização de personagens, em diferentes abordagens estéticas. Ao longo da sua evolução como atriz, em 20 anos de trabalho como intérprete, Iami utiliza trechos dos quase 40 espetáculos que havia participado até o momento da criação do monólogo, assim como depoimentos de sua experiência pessoal.

Por sua atuação em Umbigüidades, Iami ganhou o prêmio de melhor atriz baiana de 2000 pelo Prêmio Copene do Teatro Baiano (atual Prêmio Braskem). O monólogo foi um dos três trabalhos selecionados para representar a Bahia no Projeto EnCena Brasil, no Teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro, em abril de 2001, obtendo excelentes resultados de público e crítica. Em 2004, o espetáculo realizou uma turnê por 17 cidades de Santa Catarina, e também em Brasília, pelo projeto Palco Giratório do SESC. Em 2007, participou do Festival Internacional de Teatro de Vitória. Nessas ocasiões a atriz ofereceu oficina de Expressão Vocal para atores locais.

15 e 16/2 | ter e qua | 20h
R$ 20 e 10
Palco Principal


sábado, 29 de janeiro de 2011

Mais uma parceria d'A Outra

Esta semana A Outra Companhia de Teatro ganhou um sobrinho. Calma, meu povo! Ninguém d'A Outra pariu não e também não tem ninguém grávida, o sobrinho é o espetáculo Usina Conta Zumbi, do GrupUsina de Teatro.

O espetáculo de pré-formatura da diretora Ana Paula Carneiro no curso de direção da Escola de Teatro da UFBA, fundadora do GrupUsina, é baseado na montagem Arena Conta Zumbi do Grupo Arena de Teatro.

A montagem do Usina promoveu uma parceria, um intercâmbio com A Outra através da presença de Luiz Antônio Jr., que trabalhou fazendo uma consultoria dramaturgica e assitência de direção, de Roquildes Junior, que participou também como assitente de direção, porém com o olhar mais voltado para as questões musicais do espetáculo, Eddy Veríssimo que trabalhou como produtora e Luiz Buranga que também esteve presente no processo.

A relação com o Usina nasceu em 2008 quando Ana Paula Carneiro atuou no espetáculo Três Histórias para Lembrar, a sexta montagem d'A Outra, e agora a exemplo do que aconteceu com a montagem do Mar Me Quer, onde contamos com a participação em nossa equipe dos amigos dos Clowns de Shakespeare, de Natal (RN), agora participamos da montagem do Usina.

O fruto desta parceria está em cartaz neste domingo, no Teatro Martim Gonçalves em duas sessões: uma às 16 horas e outra às 18:30, com esntrada franca.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

VIVADANÇA Festival abre inscrições para o prêmio Vivadança

Cena de Odete, traga meus mortos - vencedor do prêmio Vivadança de 2010
Foto: Mara Mércia Fonseca


Estão abertas as inscrições do prêmio VIVADANÇA - 2ª edição.
O prêmio é um estímulo a novas criações artísticas direcionado a bailarinos, coreógrafos, companhias, grupos e coletivos de dança.

As apresentações da nova montagem acontecerão no Teatro ICBA Goethe Institut ficando em cartaz por três semanas e integrando a programação do Vivadança Festival Internacional - 5ª edição.

Inscrições abertas de 28 de janeiro a 20 de fevereiro

VIVADANÇA Festival abre inscrições para a Mostra Casa Aberta

Foto: Agnes Cajaíba

O VIVADANÇA Festival Internacional - 5ª edição abre inscrições para a seleção de trabalhos coreográficos para a Mostra Casa Aberta 2011.

Um espaço onde as linguagens e estilos se encontram compondo um espetáculo único que traça um panorama da dança feita na Bahia: ballet, dança do ventre, hip hop, jazz, flamenco, afro, contemporâneo, regional, perfomance, moderno, instalação e muito mais.

Inscreva-se de 28 de janeiro a 12 de março.
Leia o regulamento no site: http://www.festivalvivadanca.com.br/
As portas da nossa casa estão abertas, participe!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Vídeo do Amostrão!

Ficou pronto o VT do Amostrão Vila Verão 2011!

Confiram:



O que acharam?

O Encontro de compositores é notícia!

Texto publicado no Bahia Notícias.
Coluna de Monica Gallas:
http://www.bahianoticias.com.br/entretenimento/noticia_degallas.html


Durante o nosso Verão sempre às quintas – feiras acontece um super encontro que reúne artistas de estilos e gerações diferentes!

Imagine que maravilha no Teatro Vila Velha o Cabaré dos Novos estará arrumado de forma tal que deixará os compositores espalhados permitindo uma integração entre público e artista...

Assim os artistas têm a liberdade de explicar a origem de suas composições, contar sobre suas estórias, amores perdidos, questionamentos sobre a vida e por aí vai...

Hoje, 27, o Encontro de Compositores terá como convidado Leandro Morais. Esse evento musical do Vila é realizado por artistas de estilos e gerações diferentes, reúne música e roda de conversa no Cabaré dos Novos. Quem são esses artistas? Jarbas Bittencourt, Arnaldo de Almeida, Manuela Rodrigues, Sandra Simões, Ronei Jorge, Dão, Pietro Leal, Thiago Kalu, Carlinhos Cor das Águas e Deco Simões.

Essa foi uma grande sacada da “Sol Movimento em Cena” empresa responsável pelo Vila!

A Bahia precisa de grandes idéias voltadas à cultura e à arte! Precisamos incentivar todo bom projeto e valorizar os nossos artistas!

Parabéns à Petrobras e ao Governo da Bahia que através do Fundo de Cultura patrocinam esse Teatro que tem uma grande importância para nossa história!

O Vila é Ponto de Cultura! Portanto vá lá!!!

Hoje será uma grande oportunidade!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Últimos preparativos!

Amanhã (27/01), às 17h, tem a abertura da Exposição "Bença" de João Meirelles no foyer do Vila. O ensaio fotográfico feito a partir da peça teatral "Bença" que comemora os 20 anos do Bando de Teatro Olodum.

Ontem ele esteve aqui, ajustando os últimos detalhes!





A temporada fica até 31 de março, e é aberta a visitação sempre antes e depois de cada espetáculo, conforme programação do Teatro.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O DISCURSO FINAL


Bom dia a todas as pessoas presentes.
Mais que o tempo, o espaço separa este janeiro do janeiro de 2007.

A distância física não é muita: poucas centenas de metros separam o Palácio Rio Branco, onde estamos, da Rocinha ou Vila Esperança ou Vila Nova Esperança, onde assumi o cargo, em 2007, mas um universo nos separa de lá. O que gostaria agora era de estar inaugurando sua reurbanização, a partir do brilhante projeto de Marcelo Ferraz, e vendo a reocupação do espaço, por seus moradores. Não foi possível.

Na Rocinha, em 2007, não me transmitiram o cargo, como fazemos agora. Não existia uma Secretaria da Cultura nem um secretário para tal ato. Isto foi inaugurado pelo governo Wagner, alí. Quando apresentei equipe e projeto.

Naquele janeiro de 2007 chovia e tinha muita lama na vila Nova Esperança, mas sete secretários e a primeira dama estavam naquela comunidade onde o Estado nunca esteve, a não ser através da polícia. No dia seguinte um jornal estampava, na primeira página, uma foto onde eu, no ar, pulava uma poça de lama. Foi o que fiz muitas vezes durante a gestão. Tive que pular muitas poças de lama.

A reportagem dizia que meu discurso foi mais o de um diretor de teatro do que o de um secretário. Como se houvesse uma dicotomia e fosse possível eu ser um sem ser o outro. Durante estes quatro anos, o que fiz foi trabalhar muito para transformar um discurso em ação e para que esta transformasse a realidade do público. Isso é o que faz um artista e foi o que fizemos a equipe da secretaria e eu.

Naquele janeiro, coloquei o capital simbólico de meus 35 anos de vida pública como trabalhador da cultura a um projeto político, no qual acredito e continuo engajado, onde quer que eu esteja, trabalhando para que continue a dar certo. Acredito porque este sempre foi também o meu projeto político, como artista: descentralizar, democratizar o acesso, construir redes, sistemas, ouvir, trabalhar coletivamente.

A praxe seria agora prestar contas de tudo que fizemos. Mas seria tedioso, porque muito foi feito. Muito mais do que permitia nossa estrutura frágil e nosso pequeno orçamento – apesar de ser o segundo maior orçamento para a Cultura de todos os estados do Brasil. E se fizemos tanto é porque contávamos com uma equipe que era um time dos sonhos: o time que qualquer secretário de cultura do mundo sonharia em ter. Estiveram comigo Pola, Angela, Ivana, Paiva, Gica, Bira, Fred, Hirton, Vanda, Bete, Romulo, Paulo Henrique, Monique, Moacir, e foram chegando outros ou já estavam e foram se incorporando, entendendo, acreditando, comprando a briga, arquitetando e construíndo uma revolução. Neuza, Bia, Daniel, Patrícia, Solange, Everaldo, Troi, Marcos, Dulce, Sérgio, Samyra, Bruna, Vanderlei, Ciro, Lúcia, Daniele, Olímpio, Dora, Sofia, Vera, Olga, Vanderson, Taiane, Ingrid, Cyntia, Iuri, Shirley, Gil, Ivonete e muitos outros e os mobilizadores e os representantes territoriais e os mais de três mil funcionários que não pouparam esforços pelo nosso projeto. Pena que alguns poucos não tenham se incorporado a ele porque não entenderam, não acreditaram, não quiseram comprar a briga ou mesmo porque não quiseram que desse certo. Mas deu.

Lamento que neste time eu não tenha podido contar com a colaboração de Cristina Castro. Perdeu a Bahia a competência de seu talento como artista, produtora e gestora. Eu tive que me contentar com a melhor parte: seu amor, paciência, tolerância e força.

Portanto, ao invés de um relatório, prefiro dizer apenas que trabalhamos orientados pelo conselho de Makota Valdina ao governador, no dia da posse do seu primeiro mandato: “veja as árvores, elas dão frutos porque têm raízes. Fortaleça as raízes que os frutos virão.” Foi o que foi feito. Os frutos estão aí. Agora, é colher, distribuir e espalhar as sementes. Alimentar novas raízes e tornar a ver os frutos brotarem.

Para isso deslocamos o olhar para os 26 territórios de identidade, para os 417 municípios, para os 14 milhões de cidadãos baianos, todos eles produtores culturais, todos com direito constitucional de acesso à cultura, como à educação e à saúde. Não é possível se pensar em políticas públicas para a Cultura cujo centro sejam os artistas e não os cidadãos. É como se Educação tivesse como meta atender aos professores e a Saúde aos médicos. Todos eles – professores, médicos, artistas – são agentes das políticas do Estado para promover o desenvolvimento e bem estar da população. E não pode ser de outra forma.

Albino, a Secretaria da Cultura, tem três grandes desafios, neste segundo mandato do governador Jaques Wagner: aproximar-se mais da Educação, para que a musculatura desenvolvida pela produção cultural baiana tenha eco e retorno; preparar o estado para que o legado da copa, no campo da engenharia do espetáculo, seja estruturante para nossa economia; e consolidar muito do que foi feito, começando pela aprovação da Lei Orgânica da Cultura, que está na Casa Civil, e a seguir, cuidando da reestruturação da secretaria para que ela esteja apta a atender de fato à Cultura baiana em todas as suas dimensões. Isso, como a reurbaização da Rocinha, não foi possível fazer.

Cabe a você agora levar adiante essa jovem secretaria, de apenas quatro anos, Albino. É pública a minha adimiração pelo seu pensamento, sua competência e seu trabalho. Como é público o meu respeito e carinho à sua pessoa. Conte comigo como amigo e peão, no que for preciso.

É com orgulho que agradeço o apoio e a confiança do Governador Jaques Wagner. Entendo que ele reconhecia em nosso trabalho as diretrizes de seu governo e as orientações que nos deu, na primeira reunião do secretariado: que trabalhássemos na instalação deste Estado, republicano e democrático, que promove o bem estar de todos a partir de um desenvolvimento pautado em valores maiores que o monetário. E esta é a Bahia que temos agora.

Devo dizer que o mesmo apoio e confiança que tivemos do governador, recebemos de todo o Governo. Agradeço portanto a todos os secretários e suas equipes e, mais particularmente, aos da Fazenda, do Planejamento, da Administração e a seus técnicos, pela sensibilidade com que a área sempre trataram as questões da Cultura. Assim como agradeço também ao Legislativo.

Importante também dizer que o alinhamento com o Ministério da Cultura e o apoio dos ministros Gil e depois Juca, como de todos daquele ministério, que foi um divisor de águas na política brasileira, foram fundamentais para a construção de nossas políticas e do pacto federativo na área da Cultura.

Também é importante agradecer a todos os prefeitos da Bahia, especialmente àqueles que estiveram mais próximos e entenderam nosso projeto. E aos dirigentes municipais da cultura, por todo o trabalho que fizemos juntos mas, principalmente, pela criação da Associação dos Dirigentes Municipais da Cultura que, tenho certeza, vai mudar o cenário das políticas municipais da Bahia.

Por fim, agradeço também aos mais de 100 mil baianos que participaram das conferências de Cultura e a todos os artistas e cidadãos produtores culturais, pelos conselhos, críticas e elogios à nossa gestão, porque ajudaram a nortear e fortalecer nosso caminho.

É engraçado: agora volto para o meu lugar de artista, de onde nunca saí, e saio do lugar de político, coisa que um artista não deixa nunca de ser.

Marcio Meirelles
Salvador, 23 de janeiro de 2010

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Albino Rubim assume a Secretaria Estadual de Cultura (Secult)

Marcio e Albino na transmissão de cargo


Albino Rubim assumiu oficialmente nesta segunda-feira (24) a Secretaria Estadual de Cultura (Secult). A transmissão do cargo ocorreu no Palácio Rio Branco, em Salvador, e reuniu produtores culturais, escritores e cantores, entre outras personalidades do meio artístico e cultural.

Segundo a Assessoria de Comunicação do Governo do Estado (Agecom), no discurso de posse, o novo secretário anunciou a ampliação das parcerias entre os vários órgãos da administração pública estadual.

Rubim é formado em Comunicação pela Universidade Federal da Bahia (Ufba) e em Medicina pela Escola Baiana de Medicina, doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutor em Políticas Culturais pela Universidade de Buenos Aires e Universidade San Martin.

Na presença dos secretários da Educação, Osvaldo Barreto, e do Turismo, Domingos Leonelli, o novo titular da Cultura propôs ações integradas com essas pastas. RUbim assume a pasta gerida por quatro anos pelo diretor de teatro e dramaturgo Márcio Meirelles.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

PALESTRA SOBRE CONCURSOS ARRECADA DONATIVOS PARA O RIO DE JANEIRO
Post retirado daqui: http://www.concurseiros.com.br/

A OAB Bahia promove no dia 26/01, quarta-feira, às 18:30h, a palestra “Como se preparar para concursos públicos”, com o Advogado da União Waldir Santos, professor de métodos de estudos, colunista do Jornal A Tarde e apresentador do programa A Hora dos Concursos, que é transmitido pela rádio Excelsior.

Serão sorteados livros, CDs e bolsas de estudos de cursos preparatórios entre os presentes que tenham feito sua inscrição.

O evento tem como objetivo arrecadar donativos para as vítimas das enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro. As inscrições estão sendo feitas na sede da entidade, na Piedade, mediante a entrega de um pacote de fraldas descartáveis ou dez peças de roupa em bom estado. Os alunos de cursos preparatórios ou integrantes de entidades associativas poderão pedir à sua instituição que entre em contato com a OAB para fazer as inscrições coletivamente, sendo desnecessário o deslocamento dos interessados até o Centro da cidade.

Caso haja uma procura superior ao número de vagas, será aberta uma nova turma no dia 29/01 às 14 horas, inclusive para atender aos concurseiros que estudam à noite, em local a ser confirmado.

A palestra não tem conteúdo motivacional ou de auto-ajuda. Trata de métodos de estudo e estratégias de preparação para as provas, bem assim de como superar as dificuldades encontradas no caminho da aprovação.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (71) 3329-8912 (Milane), pelo e-mail secretariageral@oab-ba.org.br ou pelo twitter @bahiaconcurso.
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Quem não puder ir à palestra de Waldir Santos, mas quiser fazer alguma doação, pode deixar no Teatro Vila Velha no nome de Iara Colina, das 9h às 18h, exceto sábado e domingo, até o dia 26/01.

As doações são de fraldas descartáveis e roupas em bom estado.

Vamos todos ajudar!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Marcio Meirelles, o Secretário de Cultura

texto de Waldir Santos*

Conheci Marcio há uns seis anos, em uma de suas oficinas no Teatro Vila Velha, como aluno. Prestando atenção em suas posições diante dos problemas, vendo com ele reagia às “pequenas crises mínimas”, captando ali um cara honesto e com um grande amor pela arte, eu, que integro a administração pública desde os 18 anos, pensei: bom cidadão pra ser Secretário ou Ministro da Cultura! Eu, que sempre fui contra, nos grêmios e diretórios, colocar o pebolista na diretoria de esportes e o poeta na de cultura, já que preferia explorar a inteligência dos solucionadores de problemas em favor dos que tinham as habilidades específicas, via-me, finalmente, diante de um artista com raro talento pra administrar, e com a indispensável aparência de honesto.

Uns tempos depois encontrei Marcio no Passeio Público, logo depois de sua indicação, e disse: você foi a melhor escolha entre as que o Governador fez. Confirmei isso observando uma gestão cultural séria e proba, o tipo de reação que ela encontrou, e os tipos que reagiam, e vibrei. Enfim, uma coisa nesse mundo árido da política toma o rumo que deveria tomar, mas já sabia que não duraria o suficiente. Parabenizo Wagner por ter tido coragem de manter Marcio no primeiro governo, permitindo que ele fizesse tanto pela democratização da cultura na Bahia, outrora, predominantemente, mera fonte de renda para apaniguados, num sistema político-administrativo que, lá fora, envergonhava baiano decente.

Vejo a arte como um produto imprescindível para a existência sadia da alma, e, como consumidor fiel, brigo por sua qualidade. De vez em quando me arrisco escrevendo, encenando, cantando, mas quase sempre no quarto do computador e com a câmera desligada. Poucas vezes incomodo os amigos com essas aventuras. Sinto-me, como comprador de produtos de cultura, no direito opinar. E o faço, inicialmente, comparando a gestão de Marcio com as outras que conheci, que ficaram muito aquém. Mas a melhor maneira de qualificar uma administração é pela sua contextualização.

Meus ídolos da música e do teatro, que têm seu talento como ferramenta da profissão, os que fizeram passeata contra Marcio, os que o apoiaram e os que, piormente, silenciaram, precisam analisar a gestão da cultura num cenário onde ela é apenas mais um instrumento eleitoral, ou apenas um estorvo. Somos administrados por quem luta para se manter no poder ou fazer sucessor, e a cultura é um apêndice que às vezes inflama. A população não tem noção da importância do tema, exatamente por lhe ter sido propositalmente negado o acesso. E a pior parte da sociedade, aquela que elegemos para nos representar, quando tem noção, tem prioridades.

Nesse cenário, ser gestor público, em qualquer área, para as pessoas de bem, é um ônus grave. É preciso coragem para aceitar o cargo, bravura para tentar mudar as coisas, e loucura para insistir. Quando o protagonista é um aventureiro da política, que dela que tirar o seu sustento ou algo mais, vai agir da forma mais conveniente.

Desejo sucesso ao novo Secretário, sobre quem ouvi ótimas referências.

Raros são os loucos com a coragem de Marcio. Bravos!

*Waldir Santos é Advogado da União e radialista. Twitter: @bahiaconcurso / E-mail:waldir@concurseiros.com.br

Mais vida para o Cultura Viva

Post retirado daqui: http://www.culturaemercado.com.br/opiniao/headline/mais-vida-para-o-cultura-viva/#comments

Um Ponto de Cultura caracteriza-se por ser uma atividade cultural continuada, que age local e pensa global. Faz-se presente nas questões que envolvem a comunidade onde está inserido, articula-se em rede com outros pontos ao redor do país. Mas, no paradigma atual, é, acima de qualquer outra coisa, uma organização conveniada ao Estado. O que deveria ser a resolução de muitos dos seus problemas, acaba se transformando num pesadelo.

Se um Ponto de Cultura é uma atitude, uma modo de ser, pensar e agir a ação cultural local, porque não considerar todos os que fazem a mesma coisa, com a mesma garra e compromisso, Brasil afora. Cultura Viva é um projeto-piloto que deu certo. Seus inúmeros problemas de gestão e falta de institucionalidade são menores diante da sua grandeza de propósitos, mas que ainda fragilizam o programa a ponto de colocá-lo em risco permanente.

O receio de ver o Cultura Viva descontinuado foi tanto que surgiram movimentos e apelos por todo o Brasil. Ana de Hollanda foi taxativa ao dizer que vai continuá-lo, mas não foi condescendente com os erros que o colocaram na delicada condição em que se encontra. Continuar não é repetir, é melhorar!

Por isso, venho propor, no melhor espírito provocador desta coluna, a criação de uma Rede Nacional de Pontos de Cultura (que já existe mas precisa ser reinventada). Para se cadastrar, basta estar organizado como um empreendimento cultural local sintonizado com a comunidade e com o mundo. Precisa ter atividades organizadas e concordar com o manifesto de criação do Cultura Viva. Quem acessa são as pessoas físicas, organizados em grupos, ou Pontos de Cultura.

Imagino que existam cerca de 20 mil Pontos de Cultura pelo Brasil (este número pode ser muito maior). Em cada município há de haver pelo menos um. O Cadastro não é para enquadrar, é para conhecer, dar vazão às necessidades e questões de interesse dos Pontos. Sai o Estado que pune e dificulta e entra o que quer dialogar, colaborar e buscar soluções coletivas para questões que afligem os cidadãos e os movimentos organizados de cultura, sem uma relação clientelista, de balcão e por demanda. E passa a olhar o programa de forma mais ampla, com escala e abrangência nacional.

Há os que precisam de capacitação, outros de biblioteca, infraestrutura, acesso à rede. Os que tem vocação para a prestação de serviços, outros para a memória, ou mesmo para a criação artística. As necessidades são infinitas, mas as prioridades só serão conhecidas a partir de uma ampla investigação junto aos próprios Pontos. Isso ajudaria a moldar ações programáticas para atender as prioridades.

O ambiente de rede já não é mais o que era há 6 anos, quando o Cultura Viva foi lançado. O Twitter, o NING, o Facebook e tantas outras ferramentas existentes e à nossa disposição estão aí para demonstrar a grande potencialidade da atuação em rede. A experiência do Cultura Digital já é suficiente para compreendermos esse pontecial.

O setor cultural, que inclui os agentes organizados por Pontos de Cultura, mas também os artistas e agentes culturais presentes em outras plataformas e nós de criação, precisa ampliar o seu potencial criador a partir das redes, além de fazer política, negócios, diálogos e pensamentos compartilhados. Para isso, é preciso participar intensamente do plano de Banda Larga, oferecendo conteúdo, articulação e soluções além das planejadas e construídas pela mídia tradicional e pelas organizações que distribuem sinal e conteúdos culturais formatados e estabelecidos (e terrivelmente concentrados).

Assim, o Estado retira os Pontos da lógica da competição (editais) e da representação (fóruns e aparelhamentos de partidos e grupos de interesse), promovendo atendimento universalizado, com ações continuadas e estruturantes, sobretudo de capacitação, que permitiria um salto qualitativa na própria relação com o Estado, e também com um novo mercado quer precisa ser moldado pelas novas práticas culturais das classes sociais emergentes.

Os Pontos de Cultura podem se transformar em grandes catalisadores da função econômica da cultura, mas não necessariamente por uma economia tradicional, concentradora e baseada no consumismo e no mercado de bens industrializados.

É claro que isso não exclui a sua função educativa e cidadã, pois um Ponto de Cultura é, antes de qualquer coisa, baseado no empoderamento dos agentes culturais e suas comunidades.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Em abril tem Vivadança!

Criado pela coreógrafa Cristina Castro e produzido pela Baobá Produções em parceria com o Núcleo Viladança e Teatro Vila Velha, o VIVADANÇA parte em 2011 para sua quinta edição. O Festival acontece em Salvador - Bahia durante o mês de abril e reúne diversos artistas nacionais e internacionais. Na sua programação, espetáculos, shows, oficinas, mostras coreográficas, exposições, instalações, exibições de vídeos e encontros artísticos confirmam a relevância e diversidade da dança em umas das cidades mais musicais e dançantes do planeta.

A 5ª edição do VIVADANÇA trará artistas da Colômbia, Japão, Israel, Holanda e França e promoverá um circuito especial de espetáculos de dança gratuitos para crianças e adolescentes da cidade. O circuito acontecerá em 3 espaços culturais do centro e periferia da cidade. Em breve, a produção do Festival estará cadastrando escolas, grupos e instituições que estejam interessados em conhecer os espetáculos.


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Sérgio Souto no Encontro de Compositores



Sérgio Souto rege os músicos e o público no Encontro de Compositores (06/01/2011). O Maestro ensinou na hora o coro a quatro vozes que todos aprenderam.

Tecnologia em Arte Dramática

Desta quarta (12) ao dia dia 23 de janeiro, estarão abertas as inscrições para o Curso de Tecnologias em Arte Dramática. Serão disponibilizadas 96 vagas para aulas de aprofundamento de conhecimentos e aperfeiçoamento profissional das habilitações em cenário, figurino, luz, maquiagem e som. O curso está sendo promovido através de convênio da Fundação Cultural do Estado da Bahia e do Teatro Castro Alves com o Instituto Federal de Educação, Ciência, e Tecnologia da Bahia. A iniciativa é do Sindicato de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado da Bahia. Acesse: http://www.portal.ifba.edu.br/

Sugestões para Cabaré da RRRRRaça

O Espetáculo Cabaré da Rrrrraça volta a cartaz. a peça, pra quem conhece, foi estruturada a partir de perguntas como: negro que é negro, é de candomblé? ou quem discrimina mais: o branco ao negro, o negro ao branco ou o branco ao negro?

Na nova temporada, queremos incluir novas perguntas. Colabore aí. Pra inspirar, um artigo do CORREIO NAGÔ:
http://tinyurl.com/4rputol

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Retábulo e as surpresas do novo


Era para ser uma segunda como qualquer outra, mais um dia de muito trabalho e cansaço vindo do fim de semana. Foi quando soube que Retábulo, espetáculo do Grupo de Teatro Piolin, de João Pessoa, estava em cartaz no Teatro Vila Velha. Ouvi muitos elogios sobre a peça, então decidi assisti-la, na segunda mesmo. Na chegada, notei que o público já enchia a entrada do teatro. Segunda badalada.

Já dentro do Vila, a primeira surpresa da noite. Entram Caetano e sua namorada, a argentina Natália; eles vieram assistir Retábulo. Eu gelei. E óbvio que fui puxar conversa com o ídolo. Entrei pra assistir o espetáculo achando que não ia tirar Caetano da cabeça (e ele estava sentado lá atrás, discreto). Achei que ia ficar admirada por Caê a noite toda e não teria o que escrever sobre a peça.

Engano, ledo engano.

Quando Retábulo começou, hipnotizei-me com os sons, com o texto espetacular, com o correr da trama, que envolvia a platéia cada vez mais profundamente dentro da história de Joana Carolina, a moça a quem foram atribuídos vários milagres. Conhecemos diversas Joanas, a jovem, a anciã, todas corajosas e sofredoras, dispostas a tudo por seus filhos e pelo bem das pessoas ao seu redor.

De repente eu nem lembrava mais do ídolo sentado no fundo da sala principal (que estava cheia, numa segunda!). O barulho do piano sombrio (mais tarde descobri que era um piano antigo, modificado pelo grupo), das batidas dos pés dos atores, do coro constante que ora simulava o eco, ora lembrava lamentos, me fez quase não piscar os olhos. Engraçado foi que, quando a peça acabou (eu não vou contar o final), um grito ecoou pela sala e eu, paralisada, bati palma de boca aberta. Poucos espetáculos fizeram isso comigo.

Afinal, o que é um retábulo? É uma construção de madeira, que fica por trás ou acima do altar, que geralmente conta a história de santos e outras mensagens religiosas. Neste retábulo, a santa é Joana Carolina, que, por sua vez, faz parte da narrativa criada por Osman Lins no livro Nove Novena. O espetáculo tem a direção do ator Luiz Carlos Vasconcelos. Quem topou (eu topei, claro) ainda participou de um debate no final da peça, com direito a matar todas as nossas curiosidades. Os atores dizem que "Retábulo" ainda está em construção: para mim, que esqueci do Caê, enquanto a assistia, está completa.

Aline Cruz

Jazz Dance!



Primeiro dia de aula da oficina de Jazz Dance.
Gostou? Ainda dá tempo de participar!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Começaram as oficinas!



As oficinas Vila Verão 2011 já estão na ativa. Desde segunda o Teatro está ocupado por alunos e professores ansiosos por trocar experiências e conhecimentos.

A comunicação foi conferir a agitação nesta manhã e encontrou oficina de teatro para crianças, com muitas mães na porta aguardando suas crias; oficina de fotografia, com o cabaré cheio de pessoas das mais diversas idades; oficina de canto, a galera em pleno exercício de respiração e oficina de perna de pau com uma turma só de meninas e todas completamente apreensivas com o desenrolar da aula. Na foto uma das alunas experimenta pela primeira vez o aparelho, que tem 1,20m te altura. O medo é grande, mas a vontade de aprender é maior ainda.

Quem ainda não se inscreveu pode vir que dá tempo.

As oficinas que ainda permitem inscrição:
Teatro: Para Iniciantes com Vinicio de Oliveira, Para Crianças com Andrea Elia, O Ator e o Espaço da Cena 2 com Hebe Alves, Voz e interpretação com Iami Rebouças e Ivan Alexandre
Corpo: Jazz Dance com Junior Oliveira, Dança do Ventre com Gal Sarkis, Sapateado Americano com Joana Navarro, Dança Afro Baiana com Edileusa Santos, Técnica Silvestre com Rosangela Silvestre, Dança Flamenca com Laura Pacheco, Perna de pau com AC Costa
Música: Canto com Marcelo Jardim e Percussão com André Luís
Técnicas: Edição de vídeo com Maise Xavier e Projetos com Recursos Federais com Marcia Menezes

O que vem por aí - música

Luciano Matos, mais conhecido El Cabong, publicou no seu blog os novos discos internacionais, nacionais e baianos que serão lançados em 2011.

Nomes conhecidos, outros mais novos e o mais legal, nomes que estamos acostumados a ver por aqui: Dão, Manuela Rodrigues, Sandra Simões, Lazzo, Mou Brasil, Dois em um, Velotroz, Maglore... E estamos apenas no início do ano! Bom trabalho a todos!

Confira a lista completa abaixo:
Márcia Castro, Manuela Rodrigues, Marcela Bellas
Mariela Santiago, Rebeca Matta, Sandra Simões
Rebeca Matta, Ana Paula Albuquerque, Laura Dantas
Fabiana Aleluia, Cascadura, Vivendo do ócio
Theatro de Séraphin, Vendo 147, Maglore
Pessoas Invisíveis, Clube dos Patifes, Radiola
Charlie Chaplin, Você me excita, Velotroz
Derrube o Muro, Jonas, Mapache Man
Tentrio, Declinium, Ultrasonica, Opanijé
O Quadro, Elemento X, Dão com a Caravana Black
Ênio e a Maloca, Dois em Um, Lazzo, Mou Brasil
Cássio Nobre, Peu Meurray, Lucas Santtana
Sertanília e Gegê Nagô

Vamos torcer: Bando concorre em 4 categorias no prêmio Braskem

foto: João Meirelles

"Bença", o espectáculo dirigido por Márcio Meirelles que comemora os 20 anos da companhia de Salvador da Bahia, obteve quatro nomeações para o Prémio Brasken de Teatro, nas categorias direcção, espectáculo adulto e especial (direcção musical, de Jarbas Bittencourt, e coreografia, de Zebrinha).

"Bença" estreou no início de Novembro no Teatro Vila Velha, em Salvador, e assume a proposta de "resgatar a memória cultural do povo". Em cena, 19 actores e dois músicos contracenam com imagens em vídeo de várias "figuras emblemáticas e guardiãs da cultura popular" da Bahia, como Bule-Bule, Cacau do Pandeiro, D.Denir, Ebomi Cici, Makota Valdina e mãe Hilza. Com uma forte componente musical e coreográfica, o espectáculo "trata a passagem do tempo como algo construtivo e enriquecedor", através de "uma linguagem contemporânea e não linear". Márcio Meirelles, actualmente Secretário de Cultura da Bahia, regressa à encenação, quatro anos depois, para celebrar o vigésimo aniversário do Bando de Teatro Olodum.

O Prémio Braskem (empresa da área da petroquímica) é atribuído há 17 anos e visa distinguir o melhor teatro que se faz na Bahia. A lista de nomeados em relação à temporada de 2010 foi divulgada no final de Dezembro e integra ainda as categorias actor, actriz, texto, revelação e espectáculo infanto-juvenil. Armindo Bião (pelo texto "A gente canta Padilha") e os espectáculos "Pólvora e Poesia" (de Fernando Guerreiro) e "Dois Perdidos numa noite suja" (dirigido por José Jackson) são alguns dos restantes nomeados.


Bença concorre nas seguintes categorias:
Melhor espetáculo
Direção: Marcio Meirelles
Categoria especial - coreografia: Zebrinha
Categoria especial - trilha sonora - Jarbas Bittencourt

no site do Teatro você pode ver a lista completa das indicações: http://www.teatrovilavelha.com.br/noticias-gerais/198-braskem-2010

domingo, 9 de janeiro de 2011

Retábulo

Malas, panos, varas de bambu, luz e som. Principalmente som. Esses são os elementos que nos levam através da história da vida de Joana Carolina, a personagem central do espetáculo Retábulo.

Em sua curta temporada no Teatro Vila Velha, Retábulo traz a história de uma nordestina, seu sofrimento, sua fé e sua vida, contada através de vários eu narradores. A peça segue uma narrativa não-linear e deixa a cargo do espectador reconstruir e absorver a história.

Com uma proposta diferenciada, Retábulo é renovada a cada vez que é encenada. Ao final de cada espetáculo, um bate-papo descontraído e informal acontece com o diretor, os atores e a platéia, o que torna toda a experiência ainda mais interessante.

Adaptação cênica de “Retábulo de Santa Joana Carolina”, contida no livro “Nove, Novena” de Osman Lins, Retábulo conta com a direção do também ator Luiz Carlos Vasconcelos, e é uma produção do Piollin Grupo de Teatro.
Retábulo fica em cartaz até a próxima terça-feira, dia 11/02, no Teatro Vila Velha. Vale à pena conferir!

Palco Principal
De 07 a 11/01| sex a ter (20h)
R$ 20 e 10

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Oficinas Vila Verão - últimos dias para inscrição

Vila Verão

As inscrições para as oficinas Vila Verão vão até sexta, 07 de janeiro. Os interessados devem vir ao Teatro Vila Velha, no Passeio Público, das 10 às 18hs. Os valores variam de R$ 100 a R$ 300.

Ao final dos cursos, os alunos apresentam o resultado do trabalho em uma grande mostra que reúne todas as turmas.

As oficinas se encaixam em 4 categorias: Música, Corpo, Teatro e Técnicas.

Teatro: Para Iniciantes, Para Crianças, O Ator e o Espaço da Cena 2, Para a Terceira idade, O ator performer: por uma criação identitária
Corpo: Jazz Dance, Dança do Ventre, Sapateado Americano, Dança Afro Baiana, Técnica Silvestre, Dança Flamenca, Perna de pau
Música: Canto e Percussão
Técnicas: Fotografia e Edição de vídeo

Artistas no Vila

Figuras marcantes na cena artística de Salvador estarão ministrando oficinas no Vila. É o caso de Hebe Alves, Andréa Elia, Chica Carelli e Zeca de Abreu.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Nossa Ministra da Cultura

Filha do historiador Sérgio Buarque de Holanda e irmã do cantor Chico Buarque, Ana Maria Buarque de Hollanda foi escolhida pela presidente, Dilma Rousseff, para comandar o Ministério da Cultura.

Ela trabalhou no Centro Cultural São Paulo, da Secretaria Municipal de São Paulo, de 1982 a 1985, e chefiou o setor de música do órgão. Foi também Secretária de Cultura do Município de Osasco, entre 1986 e 1988, e diretora do Centro de Música da Funarte, entre 2003 e 2007.

No discurso de posse, Ana de Hollanda confirmou que dará continuidade às ações desenvolvidas no Governo Lula e que o Ministério da Cultura estará mais ligado ao Ministério da Educação. Ela defende ainda um olhar mais para o criador: "...o Ministério vai ceder a todas as tentações da criatividade cultural brasileira. A criação vai estar no centro de todas as nossas atenções."

Por aqui, desejamos uma ótima gestão e que o discurso aconteça na prática. O texto completo você lê aqui: http://www.culturaemercado.com.br/noticias/discurso-de-posse-de-ana-hollanda-ministra-da-cultura/

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

2011: Tudo novo de novo!

“Ano novo, vida nova”. Não é assim que a sabedoria popular diz? Aqui no Vila nós brindamos a chegada de 2011 e começamos o novo ano com toda a animação e diversidade na programação. É música, teatro, dança e vídeo durante todo o mês de janeiro.

Teremos o espetáculo Retábulo, do Piollin Grupo de Teatro (PB), As Velhas, dirigido por Luiz Marfuz, a comédia política As Feministas de Muzenza, escrita por Haydil Linhares e Mar Me Quer, d’ A Outra Cia de Teatro, grupo residente do Vila, que retorna aos nossos palcos em janeiro. Além do teatro, teremos Encontro de Compositores toda semana e a presença mais que especial da cantora Maria Bethânia, a “Abelha Rainha” da música brasileira. Música, letra e poesia nos palcos do Vila!

E celebrando ainda a estação mais quente do ano, tem as Oficinas Vila Verão, que começam as atividades de teatro, dança, música, fotografia e vídeo e muito mais! Até o dia 07 dá para se inscrever. Imperdível! Como já dizia o sábio Drummond, “é dentro de você que o Ano Novo espera desde sempre”, venha (re)descobrir o seu ano novo aqui no Vila!