sexta-feira, 29 de junho de 2007

A Responsabilidade Universal segundo o budismo tibetano

Na próxima terça, o Teatro Vila Velha recebe a palestra Responsabilidade Universal, ministrada pelo Lama Padma Samten, com base nos princípios do Budismo Tibetano. O evento será acompanhado por uma mostra cultural com as participações de artistas ligados à filosofia budista, como Mariela Santiago (voz), Paulo Farias (violão), Solange (bailarina, aos 77 anos), Clarice Guerra (poesia), Cerqueira (violino).



Sobre o Lama Padma Samten

É o criador, presidente e diretor espiritual do Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB), fundado em 1986 na cidade de Porto Alegre. Com o nome de Alfredo Aveline, foi professor na Universidade Federal do Rio Grande do Sul por 25 anos, no departamento de Física. Neste período, além de sua atuação acadêmica, exerceu atividades no movimento ecológico, no movimento comunitário, no estudo de energias e tecnologias alternativas e das alternativas comunitárias. Paralelamente recebeu ensinamentos de vários mestres budistas no Brasil e no exterior e, em 1993, foi aceito como discípulo por Sua Eminência Chagdud Tulku Rinpoche.


A partir de 09 de julho até 31 de agosto acontece a OFICINA DE COMÉDIA, coordenada pela atriz e diretora Zeca de Abreu, para novos e experientes atores. O objetivo do curso é trabalhar as técnicas básicas do fazer rir e a construção da situação cômica, possibilitando a construção de qualquer cena em uma atuação engraçada. A partir da interação do grupo, cada um dos participantes poderá encontrar em si próprio e na relação com o outro diversas maneiras de riso.

O desenvolvimento da oficina se dará a partir de análises de alguns programas humorísticos, através da exploração de diversas formas de humor (Humor Ingênuo, Humor Negro, Besteirol-Pastelão) e estudos de comediantes como: Charlie Chaplin, Karl Valentim, Os Três Patetas, O Gordo e o Magro, Buster Keaton, Mr. Been, Os Trapalhões e Chico Anísio.

Inicialmente, serão trabalhados jogos e brincadeiras para que o grupo se conheça e assim possa interagir e criar uma relação de cumplicidade e confiança. Após o fortalecimento desta base, o curso partirá para improvisação de cenas, com situações que propiciem o aparecimento do humor, destacando-se, assim, as oposições (alegre-triste, gordo-magro, alto-baixo, rico-pobre, apressado- calmo), personalidades e conflitos que construirão o personagem e a situação cômica.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Novo lançamento do Guia do Ócio



Ontem à noite, a Livraria Saraiva, no Salvador Shopping, foi espaço para lançamento da nova edição do Guia do Ócio. O guia é um amplo roteiro de cultura, gastronomia e entretenimento da cidade de Salvador e está retornando às bancas e livrarias da cidade totalmente reformulado, com maior volume de informações (230 páginas) e em edição anual.

O Guia do Ócio é um produto da Companhia de Comunicação e tem coordenação editorial de José Antônio Moreno, contando com o apoio da Fundação Gregório de Mattos.

Por R$ 20,00 você leva para casa as indicações dos pontos mais quentes da cidade para seus momentos de ócio, prazer e descanso.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Últimas apresentações de "Auto da Gamela"

Neste final de semana acontecem as três últimas apresentações do "Auto da Gamela". A Cia Finos Trapos encena nesta sexta, sábado e domingo a história de Francisco, o menino Jesus nascido numa gamela em pleno polígono da seca.
Nela, os Três Reis Magros(magros mesmo!)presenteiam o menino com uma foice,um cadeeiro, alavanca e uma viola para seguir pelos caminhos da gerais. Incorporando elementos místicos nordestinos e inventividade em cena, a Finos Trapos faz bonito com essa releitura do "Auto de Natal".

Foto:Márcio lima


Serviço:
O que: Auto da Gamela
Quando: Sexta, sábado e domingo às 20h
Onde: Palco Principal do Teatro Vila Velha
Quanto: r$10/5

10 dias de Férias no Arraial

A hora do almoço hoje teve uma alegria especial para a nossa querida Nalva, ganhadora do sorteio que premiou sua filha, Mariana Gabriela, com a bolsa de dez dias de férias no Acampamento Arraial Uniser. A pequena Mariana, com apenas 8 anos, parte amanhã de manhã e só retorna da aventura no dia 7 de julho. Emocionada, Nalvinha falou que fica um pouco apreensiva, pois é a primeira vez que vai passar tanto tempo distante de sua filha, mas logo se tranquiliza ao saber que ela irá viver experiências muito divertidas ao lado de crianças de várias idades.

Gordo Neto, coordenador do acampamento, explica que o período que as crianças passam sob seus cuidados é repleto de atividades esportivas, como futebol, beisebol, volei, entre outras, passeios a cavalo, banho de piscina e jogos exclusivos criados pelos recreadores. As crianças também são estimuladas a participar de tarefas de organização dos espaços onde brincam e têm oficinas artísticas como origami, argila, pintura, teatro, dança, leitura e muito mais. Tudo isso com assistência dos adultos e com graus de dificuldade equivalentes à faixa etária dos acampantes.

Para as crianças que ficaram de fora desta vez, no Verão tem mais! Esta promoção para os filhos e netos de artistas e funcionários é possível porque o Acampamento Arraial Uniser é um dos Amigos do Vila.

terça-feira, 26 de junho de 2007

Uma prévia...

Vem aí: Áfricas
Primeiro espetáculo infanto-juvenil do Bando de Teatro Olodum.

Estréia: 14 de julho de 2007.

Fotos: João Meirelles.


Contadora de histórias - Valdinéia Soriano


Cena da Criação do Mundo - Robson Mauro e Auristela Sá


Elane Nascimento e Ridson Reis interpretam Paula e Rodrigo


Arlete Dias e Cássia Valle - muita dança e energia


Homens na caçada


O Feiticeiro - S.L. Laurentino

Espectador iniciante ou espectador “café-com-leite”?


A baixa qualidade artística das produções teatrais destinadas às crianças está, em grande parte, fundada na própria necessidade de adequar a linguagem do espetáculo ao pretenso “gosto da criança”, ou melhor, na necessidade de agradar aos adultos, aos responsáveis, em suas diferentes instâncias, de satisfazer as expectativas de quem possui, no fim das contas, o poder de compra (responsáveis culturais, professores, pais) ou o poder de determinar o bom desdobramento de uma produção (críticos de jornais e revistas, jurados de prêmios, etc.). Tudo isso acaba por definir um padrão estético para o dito “teatro infantil”, levando os produtores a não se contraporem ao conceito de infância estabelecido, construindo espetáculos que não incomodem ou choquem, adequando seus trabalhos ao consenso estético em vigor, que determina o que é “bom para a criança”.


Neste artigo, o dramaturgo e profesor Flávio Desgranges faz colocações provocadoras a respeito da produção teatral direcionada ao público infantil. Alvo de preconceito da sociedade e, o que é pior, da própria classe, o teatro para crianças precisa urgentemente receber mais atenção, principalmente levando em conta sua importância na sensibilização artística do púbico jovem e, consequentemente, para a formação de platéia. LEIA (formato pdf).

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Fórum Permanente de Teatro da Bahia

CONVOCAÇÃO


Preocupados com os rumos que vêm tomando as políticas culturais, mas também pela necessidade fundamental de organização para propor e exigir mudanças, estamos convocando a todos a estarem presentes no dia 30 de junho de 2007, das 9h ao 12h no Teatro Xisto Bahia para retomarmos o Fórum Permanente de Teatro da Bahia que será a instância de base para a construção da Câmara Setorial de Teatro do Estado da Bahia. Sua presença é indispensável para que as idéias defendidas posteriormente por esta Câmara Setorial sejam realmente de caráter representativo e democrático.

Atenciosamente,

Marconi Araponga
Cia Ziriguidum Borogodó de Teatro/Cooperativa Baiana de Teatro

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Atenção Galera do Vila!

Bolsa para férias no Arraial


A criançada brinca de espirobol no Acampamento Arraial Uniser

O
Arraial Uniser, amigo do Vila, vai sortear uma bolsa para um filho(a) de funcionário ou de artista, ou para as "crianças" da Novos Novos para particpar do próximo acampamento. A criança ganhadora (que deve ter entre 5 e 14 anos) fica "de férias" do dia 28(quinta) até o dia 07/07(sábado), curtindo o acampamento e conhecendo uma galera de novos amigos!

Quem quer?

Basta falar com Gordo ou mandar mail pra gordo gordo@teatrovilavelha.com.br até quarta feira 12:00h pra participar do sorteio. Na hora do almoço de quarta, no Cabaré, a gente vê quem ganhou.

Até lá!

Abraços,

GORDO NETO

quinta-feira, 21 de junho de 2007

A Guilda já chegou fechando



Um coletivo de Cruéis Tentadores está em cena no Cabaré dos Novos com a peça Guilda, que volta turbinada depois de seu diretor, Marcelo Souza Brito, abocanhar o prêmio Braskem de Teatro na categoria Revelação. Nesta temporada, mudanças no elenco, sem perder a pose e a ginga que cruzam o tablado em forma de passarela, numa performance irreverente sobre corpos que são modificados em virtude da estética, do desejo e das identidades que se transformam.

Marcelo e sua Guilda desfilam personagens andróginos sobre saltos altíssimos e nada convencionais, criações exclusivas do designer Fernando Pires, que abraçou a causa dos artistas e doou as peças para o elenco. Com uma maquiagem super-colorida criada por Luiz Santana e figurino feito de bandagens, os atores exploram movimentos próprios para dar corpo a figuras que reúnem características de top-models e drag queens.

Em meio à peça, música e dança aparecem em números de dublagem originais, inspirados no trabalho de transformistas e em pesquisas sobre corpos híbridos. O fio condutor da montagem é o texto de Bertho Filho, que sugere a preparação para um concurso de beleza, numa situação configurada segundo os princípios do teatro do absurdo.

Desde a primeira temporada, que estreou ano passado pelo Projeto O QUE CABE NESTE PALCO, a peça criou burburinho pela cidade, especialmente entre o público GLBT, que se identificou com o humor que pontua o espetáculo. O sucesso foi tanto, que agora o Coletivo Cruéis Tentadores irá lançar o clip Maison Guilda, gravado no começo deste mês em um ferro velho da capital baiana(foto).



A Guilda é formada por: Jaqueline Elesbão, Leonardo Luz, Luiz Santana, Marcelo Sousa Brito, Olga Lamas, Vanessa Mello e Xanda Fontes.

A peça fica em cartaz às quartas e quintas, 20h. Aqui no Vila.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Viladança participa de debate sobre dança na Bahia

Na tarde de ontem, a Companhia Viladança, residente do Vila, participou do projeto O Palco é Aqui, realizado pela Produtora Júnior da UFBA, na Escola de Dança. Participaram do encontro Cristina Castro, diretora da companhia, e a dançarina Janahina Santos, ao lado de integrantes do grupo Dimenti, para discutir produção cultural, grupo independente, formas de sustentabilidade, mercado e público para dança, entre outros temas.

A diretora do Viladança falou um pouco sobre a história da companhia e sua relação com o Teatro Vila Velha, mas o enfoque ficou mesmo sobre a importância de investir na profissionalização do trabalho de produção para viabilizar os projetos artísticos. Sobre a iniciativa, Cristina comenta: "Encontrar artistas que pensam e produzem a dança é sempre um rico encontro para o aprendizado do fazer. A Cia Viladança e o Dimenti têm em comum uma história que se sustenta há 9 anos através da produção de novas criações e projetos de formação, conexão de redes e diálogos com a contemporaneidade"

O Vila funciona normalmente no São João

Tem teatro para quem fica na capital neste final de semana! O Vila abre suas portas normalmente de sexta a domingo, com dois espetáculos, garantindo atrações fora do circuito junino para crianças e adultos. Nas noites de sexta, sábado e domingo, às 20h, segue em cartaz a peça O Auto da Gamela, da Cia. Finos Trapos. Nas tardes de sábado e domingo, às 16h, o público mirim pode conferir a nova aventura da Cia Novos Novos em Ciranda do Medo. Para qualquer um dos espetáculos, os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia), podendo ser adquiridos antecipadamente na bilheteria do Teatro e através da promoção do Passaporte do Vila.


Auto da Gamela e Ciranda do Medo são alternativas para quem fica em Salvador

terça-feira, 19 de junho de 2007

E se Cristo viesse ao mundo no Sertão?


Finos Trapos pelo olho de Márcio Lima

Até um Cristo renascido no sertão da Bahia estaria sujeito às mazelas desta terra. É com este argumento que a Cia Finos Trapos, de Vitória da Conquista, encena Auto da Gamela, uma recriação nordestina do Auto de Natal. A peça chega a Salvador através do projeto O QUE CABE NESTE PALCO, no Palco Principal do Teatro Vila Velha, com apresentações de sexta a domingo, de 08 de junho a 01 de julho, sempre às 20h.

Inspirada nos textos do livro Auto da Gamela de Esechias Araújo Lima e Carlos Jehovah, lançado pela Ed. Jose Olympio, a montagem incorpora elementos nordestinos e misticismo à história do menino Jesus. Nela, Francisco, o novo Cristo, em vez da manjedoura, tem na gamela o seu primeiro abrigo. Nascido pela mão de uma aparadeira, Francisco é encontrado pelos Três Reis ‘Magros’ e presenteado com um candeeiro, alavanca, foice e uma viola para seguir com seus pais pelos caminhos das Gerais. Perambulando pelo sertão, a família do novo Cristo, canta suas mazelas. E é cantando que a Cia Finos Trapos mostra seu lado mambembe. “A poesia escorre pelo texto e tem uma grande densidade dramática e era preciso conferir na montagem uma certa leveza pra que não fosse redundante uma poética presente no texto.” diz o diretor, Roberto de Abreu.

A história do menino Francisco é contada por uma trupe de comediantes pícaros que, depois de muita discussão, decide montar o Auto da Gamela num lugarejo imaginário do Nordeste. Aportam no palco com sua carroça e escalam os personagens em cena e ali, como se fosse um improviso, criam uma peça dentro da própria peça. Cada ator veste-se e despe-se em cena, lembrando à platéia que ali acontece uma narrativa. A beleza plástica conferida à cena fornece também a leveza necessária à encenação do texto que, em seu cerne, conserva um amargor denso das fatalidades da vida do sertanejo. Encenar a peça dentro da peça permitiu criar, através da metalinguagem, uma segunda natureza ainda mais lúdica que a linguagem com qual a Cia Finos Trapos vem se comunicando com o seu público. "Num dos artigos do Jehovah que li, ele investigava o teatro nordestino e relatava a possibilidade da presença de trupes de teatros lusitanas, inspiradas na comédia dell' art italiana, que faziam números dramáticos pelos vilarejos do nordeste. Verdade ou não, essa era a peça que faltava pra que a gente montasse nosso jogo dramático. E então a gente optou pelo meta-teatro", continua Abreu.

A adaptação de Auto da Gamela pela Cia. Finos Trapos foi premiada com o Miriam Muniz de Teatro da Funarte em 2006 e através desde recurso foi que tornou-se possível sua montagem.


Para não ter erro:

Auto da Gamela (Teatro)
Texto original: Carlos Jehovah e Esechias Araújo Lima
Adaptação e Direção: Roberto de Abreu
Elenco e realização: Companhia Finos Trapos
Dias: sexta a domingo
Temporada: até 1°/07/2007
Horário: 20h
Onde: Palco principal do Vila
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Deliciosa Estréia

Foi bonito ver a estréia de Ciranda do Medo no sábado. As 40 crianças dirigidas por Débora Landim encararam de frente o enorme desafio de encenar o texto de Sônia Robato e contar a história da Ciranda do Medo. Casa e cheia e atores afinados encheram o palco Principal do Teatro Vila Velha nas duas primeiras apresentações do espetáculo. Pra quem não tem medo de bons espetáculos, "Ciranda do Medo" continua em cartaz aos sábados e domingos, às 16h.
Foto:Márcio lima


segunda-feira, 11 de junho de 2007

VILAVOX CONTINUA SUA TURNÊ PELO CARAVANA FUNARTE

Natal, terra do sol. Do sol do Vila.

Naquele teatro centenário (Alberto Maranhão), fizemos duas apresentações. A primeira, no sábado, para um teatro muito cheio. Lembramos de alguns dos espetáculos de "Primeiro de Abril", por conta do grande número de estudantes, assim como pela disposição da platéia, também nas galerias.



O sopro de saudade do Vila que passou quase despercebido quando chegamos em Natal, se confirmou neste sábado, com um "Canteiros de Rosa" seguido de debate com estudiosos de Guimarães, estudantes e também artistas locais.



Fomos à forra. Será que este bom público foi resultado de nossa ação nas escolas, entrando de sala em sala, durante a semana? Será que vale mais a pena investir no corpo a corpo do que pagar cifras absurdas para os veículos de comunicação? Qual a saída? No dia seguinte, debaixo de muuuita chuva e com perigo de, inclusive, precisar cancelar o espetáculo por conta da possível e provável inundação do teatro, tivemos, mais uma vez, um bom público. Boca a boca? O teatro é uma esfinge.

A oficina, numa quadra poliesportiva do SESC também foi muito boa. Com muitos componentes de grupos locais e a participação, pela primeira vez, do Vilavox em peso (Cláudio e Jacyan à frente, Daílton, Daniel e Márcia fazendo junto com os participantes e Gordo documentando tudo com a câmera digital), a oficina terminou com gosto de "quero mais" e com uma gostosa sensação de todos nós - e deles.


CONVITE


A Diretoria de Dança da FUNCEB e o TCA convidam para

Mesa-redonda: O papel das companhias oficias de dança na contemporaneidade
Convidados: Ana Teixeira (Diretora da Cia 2 do Balé da Cidade de São Paulo), Helena Katz (crítica de Dança e professora da PUC-SP), Sigrid Nora (Membro da Câmara Setorial de Dança - Funarte/MINC), Suki Villas Boas (Representante do Fórum de Dança - Bahia)
Data: 11/06
Horário: 19 h
Local: Sala do Coro do TCA
Entrada franca


Pés descalços
Pousa em areia infinita
Dependurados, os passos

Descansa ao sol, sozinhos
Os raios da roda-viva
De mar, de água doce-vida

terça-feira, 5 de junho de 2007

Pra quem não tem medo de coisa boa!!!

A estréia desse final de semana no Vila é a peça Ciranda do Medo da Cia. Novos Novos. 40 crianças e adolescentes dirigidas por Débora Landim cantam e dançam no palco para contar a história do medo e de quem tem medo. O texto do espetáculo é assinado por Sônia Robato. Ciranda do Medo tem direção musical de Ray Gouveia, cenário e figurinos de Marísia Motta. O desenho de luz é de Valmyr Ferreira. Sábados e domingos às 16h no palco Principal do Teatro Vila Velha.

                                                                                                                              Foto: Márcio Lima

Lucas Carvalho e Thierry Gomes em cena

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Foi dada a largada...

Após muitas reuniões de equipe, acertos no carro, preparação e expectativa... enfim, começou o Troca-Troca no Nordeste com A Outra Companhia de Teatro.

Projeto patrocinado pelo programa BNB Cultural 2007 que propõe um intercambio entre A Outra Companhia de Teatro e artistas do Nordeste, além de oficinas e debates sobre vários temas do fazer teatral na nossa região.

Foi uma semana de atividades iniciadas com uma mesa redonda, na qual participaram, além d’A Outra Companhia de Teatro, a Companhia Ziriguidum Borogodó, e os convidados: Ivilmar Gonçalves, da Companhia Cobras e Lagartos (SE) e Bill de Jesus, da Companhia Mistura (MA). Na primeira curva, foi discutido o tema: O teatro e as motivações do artista.

Foto :João Meirelles

Na segunda curva, A Outra Companhia de Teatro e seus convidados pisaram fundo na oficina ministrada por Hebe Alves. O trabalho foi focado na linguagem dos quadrinhos para aperfeiçoar nos atores elementos como precisão, limpeza nos movimentos, localização e deslocamento do ator no espaço cênico, improvisação e segmentação corporal.

foto:João Meirelles
Foi massa!!! Depois de cinco dias de muito trabalho e diversão, em que os atores recordaram a infância cercada de super-heróis e o mágico mundo dos gibis, o resultado foi gratificante e recompensador.

Mas, como a corrida só termina na bandeirada final, A Outra botou de lado, ultrapassou o cansaço e produziu duas oficinas ministradas pelos convidados/representantes de grupos do Nordeste: valeu Bill de Jesus e Ivilmar Gonçalves!!! A galera adorou e promete voltar.

Foto:João Meirelles
Foram oficinas com carga horária de 10 horas, no fim de semana, cada uma com mais de 30 participantes, intituladas: Mistura em jogos e A produção do auto-texto.

Enfim cruzamos a linha de chegada! É podium!

Agora os campeões se preparam para a próxima etapa do projeto. Na segunda fase, a corrida começa no dia 16 de julho com a mesa redonda Amador ou profissional? Eis a questão, com a participação do grupo Finos Trapos, daqui da Bahia, e os convidados da nossa região: a Cia. Icós de Teatro (lá de cima, do Ceará) e o TAC – Teatro Amador de Camaçari (aqui bem perto da gente); além d’A Outra Companhia de Teatro.

Ah...!!! E eles também estarão ministrando oficinas: Jogos Dramáticos e Teatro de Bonecos.

Não percam a próxima etapa!

Estamos esquentando os motores!!!

Fundação Cultural apresenta programas e editais para a classe artística


Nos dias 5 e 6 de junho (terça e quarta) na Sala do Coro do TCA, a equipe da Fundação Cultural do Estado da Bahia estará mais uma vez reunida com a comunidade artística, apresentando os programas e projetos nas áreas de Artes Visuais, Dança, Música e Teatro, assim como os editais a serem lançados na segunda quinzena deste mês. Estarão presentes a diretora geral da FUNCEB, Gisele Nussbaumer, além de Alda Valéria (Teatro), Ayrson Heráclito (Artes Visuais), Gilberto Monte (Música) e Lúcia Matos (Dança).

Os II Encontros Setoriais da FUNCEB dão continuidade aos debates iniciados em fevereiro, quando foram realizados os primeiros encontros.

O evento é aberto ao público.

PROGRAMAÇÃO
Dia 05/06 (terça)
das 9h às 11h - Artes Visuais
das 11h às 13h – Música

Dia 06/06 (quarta)
das 9h às 11h - Dança
das 11h às 13h - Teatro

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Mossoró. 40 graus na sombra.



Teatro Dix-Huit Rosado, lindo. Dorinha, do Sesc, tal e qual o Dix-Huit. Seminário Santa Terezinha, onde nos hospedamos: todo mundo tinha que entrar até a meia noite. Aí, tinha seu Zé Baixinho, na praça em frente, que nos servia uma cerveja geladíssima até cinco pra meia noite! Curioso: hot dog e cachorro quente são coisas diferentes em Mossoró: um é de carne moída com molho; o outro, a conhecida salsicha.

Inesquecível, Mossoró. Os técnicos do Teatro foram muuuuito bacanas conosco. O público... Bem, o público não foi assim... enorme! Mas a gente tem aquele lado Pollyana de ser...



Nossa oficina em Mossoró também revelou surpresas: tinha até um grupo de crianças! E, é claro, essa mistura (com grupos locais, músicos, iniciantes e jovens senhoras) deu um bom caldo. Saímos revigorados.



Enfim, partimos rumo a Natal e chegamos naquela cidade linda, prima de Salvador. Alívio: cheiro de mar. Uma discreta saudade paira no ar de Natal.



Aguardem as próximas notícias.

Instalação: Os Quatro Elementos


Fotos: Juliana Protásio

O Vila saúda o meio ambiente com a instalação Os Quatro Elementos, organizada pela Cia. Novos Novos. Durante o mês de junho, quem chegar ao foyer do Vila irá se deparar com amostras dos quatro elementos da natureza, como um lembrete da necessidade de reservá-los puros por uma questão de sobrevivência. A poluição, grande vilã nesse cenário, aparece representada pelo acúmulo de resíduos sólidos, detalhe infeliz e tão constante em nossos rios, praias e áreas verdes.



Poeira, planta, raiz - terra

A exibição atual é uma nova apresentação do trabalho elaborado pela Novos Novos em 2005. Naquele ano, a instalação foi um dos fragmentos que compunha a mostra Na trilha da Ancestralidade, idealizada pela museóloga Rita de Cássia Vale (atriz do Bando), montada a partir do Projeto Vila Novos Novos, que promoveu oficinas com crianças de bairros onde há pouco acesso a equipamentos culturais e formação artística.


H2O - Clara água

Agora, com foco maior na questão ambiental, Os Quatro Elementos integra uma iniciativa do Vila em voltada para a preservação e restauração dos espaços verdes, que despertam a integração com a natureza, em Salvador.



Mensageiros do Ar


Aquece e ilumina - Fogo