Baticum, poeira, cheiro de tinta. Homens com roupas respingadas e pele coberta de pó. Móveis fora de lugar, praticáveis e peças de cenário reunidas em um único ponto do palco. É obra! Já se vão não-sei-quantos dias nessa reforma. No próximo final de semana estará tudo pronto e o público vai poder ver. Enquanto isso, operários e funcionários do Vila dividem o espaço de uma rotina alterada. O teatro não parou por causa dos consertos, ao contrário, continuou funcionando como uma usina para lançar, em março, uma programação ainda mais intensa do que de costume. Amanhã, dia 1º, é momento em que se respira fundo antes da largada. Depois, teremos três estréias, uma atrás da outra. E nosso público poderá conferir o Vila novinho em folha.

Ê beleza!

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