sexta-feira, 29 de maio de 2009

No forno!


Está no forno a remontagem do espetáculo O Contêiner, d'A Outra Companhia de Teatro.
Terceiro espetáculo do grupo, O Contêiner estreou em 2006 e foi apresentado pela última vez na mostra oficial do Festival de Teatro de Curitiba, em 2007. Dois anos depois, a peça está de volta.
O elenco está em processo de pesquisa e atualização do texto para voltar com tudo em agosto, toda terça-feira, aqui no Vila.
Então, fiquem ligados!
Em agosto, O Contêiner - ou você tem ou não tem.

Pense de Novo

(gaste só 1 minutinho do seu tempo)



Tá acabando!

Nos dias 29, 30 e 31 acontecem as últimas apresentações desta temporada do Cabaré da RRRRaça, aqui no Vila, com o Bando de Teatro Olodum. E, como já é tradição, convidados vão fazer uma participação ao final da montagem, cantando a última música do espetáculo. Sexta-feira, teremos Fábio Souza (Pretubom), no sábado será a vez de Graça Onasilê e, no domingo, Manuela Rodrigues. Dirigida por Márcio Meirelles, o Cabaré é um dos maiores sucessos do teatro baiano. A peça já foi vista por mais de 37 mil pessoas ao longo de seus 11 anos em cartaz, em mais de 240 apresentações. Venha refletir e se divertir com esse cabaré baiano. Não perca!


Cabaré da RRRRRaça

29, 30 e 31/05 às 20h

R$20/R$10


Olha a campanha!!!

NÃO SABE COMO SE LIVRAR DE SUA MALA SEM ALÇA???

O Groove Estúdio Teatral está “aprontando as malas” para a estréia do espetáculo de lançamento do grupo em Salvador. “A canoa”, solo interpretado por Claudio Machado, é inspirado no conto A terceira margem do rio, de Guimarães Rosa, e em fragmentos de diversos autores. A criação de Claudio Machado e Jacyan Castilho vai falar da emblemática relação entre pai e filho.

Bom, como ainda não estamos “de malas prontas”, precisamos das ditas cujas (malas! - usadas, velhas, com ou sem alça, de qualquer modelo, mas sempre doadas!) para compor o nosso cenário. Quem puder colaborar, pode entrar em contato conosco:

Cláudio – 8153-0089

claudiomachadojr@gmail.com

Jacyan – 9997-8160

jacyan@uol.com.br


... que iremos buscar onde for preciso.

Para aqueles que colaborarem com a nossa produção, faremos a troca simbólica da mala por um par de convites para a nossa temporada em agosto deste ano. E quem, infelizmente, não puder colaborar com malas, pode divulgar esta campanha para seus contatos, que já estaremos imensamente agradecidos!!!
PS: Por motivos de força maior, não estaremos aceitando as seguintes espécies: sogras, ex-marido/mulher, filhos adolescentes, bêbados, vendedores, flanelinhas e operadoras de telemarketing de telefonia. Só malas de viagem, mesmo.
Atenciosamente
Groove Estúdio Teatral

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Nova música de Sergipe no Vila



Escute:
www.myspace.com/patriciapolayne
www.tramavirtual.com.br/patriciapolayne


Compositora inspirada e intérprete performática e impecável, a sergipana Patrícia Polayne traz pela primeira vez à Bahia o seu show “Aparelho de Memoriar” e escolheu o Vila Velha para a estréia em terras vizinhas. No palco do Vila, Patrícia apresenta na noite desta quinta-feira, 28 de maio, canções de sua autoria com as quais percorre o país e tem lugar garantido nos grandes eventos de seu estado. Ela faz também algumas releituras de artistas que a “inspiram”, como ela mesma diz; uma lista que contém nomes como Otto e Caetano Veloso. O show começa às 20h e tem ingressos no valor de R$ 16,00 e R$ 8,00 (meia-entrada).





Com estilo bem próprio, Polayne mescla influências regionais, música popular brasileira, guitarras, violões, percussão e bases eletrônicas, tudo bem dosado para acompanhar a voz melodiosa e bem particular, cheia de suavidade e firmeza. A poesia das letras fala do cotidiano em temas concretos e líricos e desperta em cada ouvinte sensações que apelam aos sentidos físicos e à memória. No palco, o repertório é acompanhado por intervenções multimídia em vídeo e poesia. “Parti do conceito de memória para buscar uma espécie de reminiscência musical onde lembranças da infância (o lúdico, a memória afetiva) se encontra no ambiente da memória coletiva, de ancestralidade e tradição”, explica a compositora. A canção que dá título ao show traz referências do transe pulsante do samba de coco, integrado à linguagem pop – o que revela bastante dos vastos caminhos que percorre o seu trabalho.






Patrícia Polayne é vencedora de diversos prêmios em festivais de música Brasil afora. A multi-artista estudou artes cênicas e dança no Rio de Janeiro e produz trilhas sonoras para teatro e cinema, além de conhecer técnicas circenses e atuar como atriz e figurinista. A única vez que se apresentou em Salvador foi no ano de 1996, quando venceu o festival Canta Nordeste, da Rede Globo – “com torcida de muitos baianos”, diz ela, na época, em início de carreira. “Apesar de não ter voltado aqui para cantar, esse episódio criou em mim uma ligação muito forte com a Bahia”, conta. “O retorno a salvador num momento mais amadurecido como compositora e intérprete é uma oportunidade maravilhosa!”, exulta.

Apesar de ter muitas canções gravadas e circulando na internet há algum tempo, só agora Patrícia começa a grava o seu primeiro disco autoral, com previsão de lançamento para setembro. “Possível retorno à vista!”, anuncia a artista.

Patrícia Polayne - Aparelho de Memoriar
HOJE 20h



terça-feira, 26 de maio de 2009

Curte cinema?



França na Bahia!

Ano da França no Brasil continua!
Estréia em Salvador Tempête à 13°sud, espetáculo inspirado no texto “A Tempestade”, última peça do dramaturgo inglês William Shakespeare. A montagem franco-brasileira da Companhia Kastor Agile, de Lyon, dirigida pelo francês Gilles Pastor, estará em curta temporada no Teatro Martins Gonçalves, da Escola de Teatro da UFBA (Canela), sempre às 20h, de 28 à 31 de maio e de 04 à 07 de junho , com o valor de R$ 20 e R$ 10. Através das linguagens de teatro, vídeo, música e dança, o diretor francês Gilles Pastor conta a história de um naufrágio, onde os sentimentos de vingança, amor, reconciliação e dor dão o tom de contradições à trama.


Teatro Martim Gonçalves, da Escola de Teatro da UFBA (Canela)
28, 29, 30, 31 de maio e 4, 5, 6, 7 de junho.
Sempre às 20 h
R$ 20,00/ R$ 10,00


Realização: França.Br, o Ano da França no Brasil
informações: 3283-7851 e 7862

sexta-feira, 22 de maio de 2009

desbotar a cor... DO PRECONCEITO!


hoje, amanhã e depois
semana que vem também

diga a mãe que eu cheguei...





O Cabaré da RRRRRaça volta hoje e a convidada da noite é Mariene de Castro.
Amanhã tem Juliana Ribeiro e domingo Magary.
Na próxima semana participam Pretubom, Graça Onasilê e Manuela Rodrigues.

Apareça!

Cabaré da RRRRRaça! 20h
22, 23 e 24.05 (sexta, sábado e domingo)

o que fungo e dança têm em comum?

texto de Chico Castro Jr.
do
A Tarde online

Um fungo que cresce nos pastos e expele seus esporos com a força proporcional à de um canhão foi a inspiração dos jovens americanos Jonathan Wolken e Moses Pendleton para batizar sua companhia de dança: Pilobolus Dance Theatre.

Pouco depois, Moses desembarcaria do projeto, fundando seu próprio grupo, Momix. Wolken deu continuidade à Pilobolus, transformando-a, ao longo de décadas, em uma das mais admiradas e rigorosas companhias do mundo. No dia 3, este grupo volta ao palco principal do Teatro Castro Alves, doze anos depois de sua primeira passagem por aqui.

Em turnê pelo Brasil, a Pilobolus se apresentará em seis capitais brasileiras: Salvador, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Curitiba.

Leia na íntegra.


quinta-feira, 21 de maio de 2009

Viola de Arame


Viola de Arame é um show de música universal, um espetáculo de singular diversidade de ritmos, onde o mais brasileiro dos instrumentos de cordas - a viola caipira - como principal atração, é mostrado em toda a sua potência sonora.
Júlio Caldas e Cássio Nobre, jovens tocadores deste instrumento, apresentam aqui alguns dos resultados de suas pesquisas com a viola, onde exploram principalmente suas múltiplas afinações e facetas.
Num repertório que passeia por samba de viola, pagode de viola, baião de viola, ponteios, modas, choros, folia de reis e fusões variadas, eles trazem a viola para um novo ambiente musical, experimental e moderno, à partir de releituras e composições próprias, também presentes em seus recentes CDs solos Pithecantropus Erectus (Júlio Caldas) e Última Pele (Cássio Nobre).





Viola de Arame - com Júlio Caldas e Cássio Nobre
20h - no Cabaré

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Por que você não é negro?

“Você é negro? Ou, antes disso, o que é ser negro?” É com essa provocação que o Bando de Teatro Olodum volta a cartaz com o seu maior sucesso de público, o Cabaré da RRRRRaça, patrocinado pela Petrobras, em temporada de 22 a 31 de maio no Teatro Vila Velha. Neste cabaré baiano, questões atuais como presença do negro na mídia, identidade racial, religião, abolição da escravatura – 13 de maio, cotas nas universidades, mito do negro como objeto sexual e situações de discriminação no dia-a-dia, entre outras, são abordadas de forma bem humorada e recheadas por números de música ao vivo e dança. Ao final de cada apresentação, um artista convidado se integra ao Bando e canta a última música da noite. Nesta temporada, estarão presentes Mariene de Castro, Juliana Ribeiro, Magary, Pretubom, Graça Onasilê (cantora do Ilê Aiyê) e Manuela Rodrigues.


Não há como passar ileso ao Cabaré da RRRRaça. A todo instante, o público é motivado a refletir sobre o significado da negritude cultivado pela sociedade que, historicamente, lhe atribui valores negativos e pejorativos. A platéia, imersa à atmosfera do espetáculo, é estimulada também a dar depoimentos de como age (ou sofre) no dia-a-dia frente às situações de preconceito ou discriminação enfrentadas pelos afro-descendentes. “Quem discrimina mais: o preto ao branco, o branco ao preto ou o preto ao preto?”, pergunta um dos personagens. Por causa dessa interação, cada dia de espetáculo ganha ares de novidade e se torna atraente para o público pela capacidade de se renovar.


“O que nós percebemos é que nesses anos de apresentação do Cabaré as questões infelizmente continuam as mesmas para os negros na sociedade brasileira, mas já é possível identificar uma mudança na percepção das pessoas com relação aos temas abordados. O interessante e gratificante é que aquela pessoa que assistiu ao espetáculo fica mobilizada de alguma maneira pelo que é apresentado e retorna duas, três, sete vezes, e traz consigo ou indica a amigos e familiares para também ver o que está sendo colocado. São assuntos muito próximos à realidade dela”, explica Chica Carelli, co-diretora do Cabaré.


Não por acaso, o Cabaré é um dos maiores sucessos do teatro baiano e já faz parte de sua história. A peça já foi vista por mais de 37 mil pessoas ao longo de seus 11 anos em cartaz, em mais de 240 apresentações em diversas cidades brasileiras, além de Portugal e Angola. Desde a estréia em 1997, sob direção de Márcio Meirelles, o cabaré baiano, formado por atores exclusivamente negros, transpõe para o palco, de forma bem humorada, escrachada em alguns momentos, diversos dilemas do negro na atualidade, principalmente as práticas preconceituosas cotidianas camufladas pela suposta ‘democracia racial’. “São situações que normalmente se encontram obscuras e não são devidamente discutidas pela sociedade”, explica Chica.


Cabaré da RRRRRaça

22 a 31 de maio às 20h

R$20/R$10

sexta-feira, 15 de maio de 2009

"... o melhor ainda está para chegar”



De hoje até domingo o Vila lhe oferece três chances de ver (ou rever) Estrelas do Orinoco, espetáculo dirigido por Felipe de Assis, montado pela primeira vez 2006 e que rendeu a Fernanda Paquelet o Prêmio Braskem de melhor atriz. Espetáculo instigante e cativante, que unindo criatividade, bom gosto, crítica e entretenimento.


Orinoco é a representação física da incerteza e do fluxo inexorável da vida. Com texto de Emílo Carballido, Estrelas do Orinoco traça um paralelo entre a viagem de duas coristas decadentes num barco à deriva através deste rio, localizado no dito “Terceiro Mundo” e o curso da vida.

Lirismo, drama e bom humor para temperar seu fim de semana.
sexta, sábado e domingo - 20h

Era um Vez o Brasil



Após sete anos Era uma vez o Brasil volta ao palco do Vila!

O espetáculo montado em 2001, mostra as várias faces do chamado "país do carnaval". Faz um apanhado geral da história do Brasil, relacionando os problemas atuais como reflexo do processo de desenvolvimento do país. Retrata de forma bem humorada os problemas sociais ligados à saúde, à educação, à segurança e ao desemprego. E mostra um país cheio de problemas com uma população alienada, levando as pessoas a refletirem e valorizarem a sua arma mais importante: o voto.

"509 anos e cada vez pior!" essa foi um dos comentários de Fábio Santana, para descrever a situação atual do país , num bate-papo que tivemos hoje pela manhã.

Fábio, hoje no Bando de Teatro Olodum, foi um dos jovens que deu seus primeiros passos no teatro com a ajuda do projeto realizado pela ong E ao quadrado das irmãs Elenildes e Elizete Cardoso, que pretende ajudar na formação dos jovens do Alto do Cabrito, Subúrbio Ferroviário de Salvador, há 15 anos. 

Com uma proposta didática-artístico-cultural, o grupo tornou-se uma escola de fazer sucessos. E entre os destaques estão, Fabio Santana e Ridson Reis, atualmente no Bando de Teatro Olodum. Anteriormente o grupo também revelou Chaiend Cruz e Flaviana Silva, participantes do filme Esses Moços com direção de José Araripe Jr;  os Irmãos Jailton e Jamilton Borges, o primeiro, ator e integrante do grupo de teatro Água Viva, o segundo, músico e participante do grupo percussivo Olodum; Gleidson Figueiredo que participa da Cia Bando Sem Nome. Além dos integrantes com carreira artística o grupo formou gente como Márcio Bacelar, assistente de coordenação do Centro Cultural Plataforma e, George Bispo, estudante de Ciências Sociais da Ufba e coordenador de projetos da Associação religiosa Amor e caridade, da comunidade de Areia Branca, Lauro de Freitas.

Essa galera é mesmo massa!

então, venha conferir:

Era uma vez o Brasil
15, 22 e 29.05 sempre às 18h
Cabaré dos Novos


Venha ver!







quinta-feira, 14 de maio de 2009

Música e Poesia como você nunca viu...




O Canto in Verso toca hoje à noite no Vila, às 20h.


A música passeia pela poesia como um diálogo, uma brincadeira "musico-poética". As palavras saltam do papel ao som dos acordes e a poesia se revela viva em sua essência.
Ouça mais:

quarta-feira, 13 de maio de 2009

D'Água

Exposição de Carybé no MAM



Até o dia 31 de maio, o Museu de Arte Moderna da Bahia vai abrigar a exposição Carybé. A mostra homenageia o artista que escolheu a Bahia como sua terra e maior fonte de inspiração. Através de uma seleção especial, o público vai conferir mais de 200 obras que retratam a universalidade de temas e técnicas utilizadas pelo artista, incluindo uma série inédita e um quadro inacabado.

...

Nascido em Buenos Aires em 7 de fevereiro de 1911, Hector Julio Paride Bernabó decidiu conhecer a Bahia depois que leu o livro Jubiabá, de Jorge Amado. Queria saber se existia mesmo no estado o universo descrito no romance. Pintor, desenhista, ilustrador, gravador, pesquisador, escultor e muralista, entre tantas outras habilidades, desembarcou em Salvador pela primeira vez em agosto de 1938. Viveu na Itália, no Rio de Janeiro, viajou por países da América Latina, Europa e Oriente até escolher a Cidade da Bahia como sua morada definitiva, em 1950. Naturalizou-se brasileiro em 1957 e foi agraciado com o título de cidadão baiano. Ao lado dos amigos Jorge Amado e Pierre Verger, Carybé construiu com sua arte uma verdadeira crônica visual da Bahia, retratando com fidelidade as tradições, as crenças e costumes de um povo com herança multifacetada. Inspirado pela cultura afro-brasileira, focalizou os orixás e seus rituais. Os deuses africanos passaram a ocupar boa parte de sua produção, tendo galgado o elevado posto de Obá de Xangô no Ilê Axé Opô Afonjá, local inclusive de sua morte em 1º de outubro de 1997.

...

Carybé era (é) avô de Iara Colina, diretora e atriz integrante da Companhia Teatro dos Novos, aqui do Vila. Para a exposição, ela organizou uma trilha sonora (em parceria com Jarbas Bittencourt) e é responsável pela coordenação de um dos espaços, onde estão projetos feitos pelo artista para o Teatro - como figurinos e cenários.

É uma ótima oportunidade de conhecer o trabalho do artista, com um bom panorama de sua arte.

E, como diz Iara: "Vá logo porque o mês acaba rapidinho!"

O drama da Lei Rouanet

Leonardo Brant
Basta ter algum projeto apresentado ao Ministério da Culturapara se dar conta da arbitrariedade, desprezo e arrogância com o que o órgão trata qualquer iniciativa que não seja sua. Matéria de Jotabê Medeiros, de O Estado de S.Paulo desta semana, mostra como a decisão de cortar o direito autoral dos dramaturgos em projetos de artes cênicas tem provocado a ira dos artistas.
veja o texto de Jotabê Medeiros sobre a situação atual.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Da ponta está de volta!



a partir de amanhã, Da ponta da lígua à ponta do pé tem novas apresentações, exclusivas para escolas públicas, todas as terças e quartas deste mês às 10h e 14h.

Da ponta é um espetáculo do Viladança. As apresentações contam com o patrocínio da Petrobras.

Da ponta da língua à ponta do pé
12/13/19 e 20.05 às 10h e 14h e 26.05 às 10h
Grátis - exclusivo para escolas públicas

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Leve a velha ao Vila!


Cena de Anjos de Fogo e Gelo...



E o Festival de Teatro Brasileiro - Cena Pernambucana continua!

De hoje até domingo tem Anjos de Fogo e Gelo, montagem da Rainbow produções e eventos, de Recife.

Com texto de Moisés Neto e direção de José Francisco Filho, a peça coloca em cena momentos decisivos da vida dos poetas franceses Paul Verlaine e Arthur Rimbaud, mesclando a história com poemas de ambos e mostrando como um influenciou o outro. "Forte, envolvente e arrebatador", diz o release (a gente não viu ainda...).

Que tal levar sua mãe ao teatro no domingo, hein?!

A peça tem início às 20h nos três dias, com ingressos a R$10,00 e 5,00.

Tá em dúvida do presente?

Leve a velha ao Vila!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Pague Quanto Quiser

O PQQ fazendo escola em Paris... rsrsrs



06/05/2009 - 12h44
Site de moda francês vai deixar clientes determinarem preços

PARIS (Reuters Life!) - Um site de moda da França pretende deixar que os clientes paguem o que quiserem por 10 mil artigos durante uma promoção que ficará em vigor por quatro dias e que a empresa descreveu como "fórmula antirrecessão".

O site www.brandalley.fr vai oferecer roupas, sapatos, bolsas e outros acessórios entre 6 e 10 de maio a um preço base de 1 euro (1,34 dólar), deixando os compradores pagar mais se quiserem. Cada cliente poderá comprar no máximo dois itens."

É uma liquidação que vai elevar o poder de compra dos consumidores num momento de crise, elevar nosso perfil, aumentar o tráfego em nosso site e gerar uma repercussão online que é essencial para qualquer empresa que vende online", disse o executivo-chefe da Brandalley, Sven Lung.O site diz que faz parte dos 15 maiores varejistas na Internet na França, com faturamento previsto de 50 milhões de euros este ano.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

O Bando na Folha

Matéria do caderno Folha Ilustrada, da Folha de São Paulo, do dia 02 de maio (último sábado):


O TEXTO:

TELEVISÃO
Crítica/DVD

Série "Ó Pai, Ó" une diversão e reflexão em doses certeiras
Produção com Lázaro Ramos estabelece olhar sincero sobre a periferia baiana


HUGO POSSOLO
ESPECIAL PARA A FOLHA


Faço o mea-culpa! Achei que "Ó Pai, Ó" era cinema axé. Fui preconceituoso. Não danço axé, não ouço axé, mas transaria com qualquer uma das Sheilas. A Bahia é muito mais.
Não vi o filme nem a peça. Muito menos li o livro. Agora o farei. Isso depois que assisti aos DVDs de "Ó Pai, Ó", com direção geral de Monique Gardenberg, lançados pela Som Livre.
A série tem roteiro conciso e preciso, com diálogos inteligentes. Os roteiristas Guel Arraes e Jorge Furtado emprestam conhecimento da linguagem cinematográfica, coisa rara às séries brasileiras, aliando seus talentos à visão dos diretores de cada episódio, que marcam seus estilos sem ferir o eixo narrativo geral. Por ter sido criado em teatro pelo Bando de Teatro Olodum, adaptado para cinema e, depois, para série, pela mesma trupe, o projeto ganha em cada detalhe. Cada personagem está moldado aos atores. Facilitam a narrativa e jamais fogem da fábula original.

Periferia
É animador que a maior produtora de ficção do país, a Rede Globo, abra espaço para séries como "Antonia", "Cidade dos Homens" e "Ó Pai, Ó", que estabelecem um olhar sobre a periferia e contam, em diferentes cores, histórias riquíssimas sobre a vida dos brasileiros reais.
Não importa que seja a favela carioca, os manos e as minas paulistanos ou que nos retirem o olhar turístico sobre o Pelourinho, em Salvador. As séries nos têm feito encontrar com uma brasilidade que a televisão escondeu por anos. Chega da favela de novela, maquiada para parecer melhor do que é.
Nessas séries, os pobres são o que são. Desejam uma saída, mas nem por isso são raivosos e sem alegria. Vivem seus amores e humores, são personagens humanos, nada plastificados, conquistando o público.
Em "Ó Pai, Ó" cada episódio, com sua trama bem tecida, despreocupada de quem a protagoniza, revela talentos. Contam-se boas histórias, de maneiras interessantes, não se restringindo a ser mero entretenimento. Jogam delicadas questões ao espectador, como a do mendigo Negócio Torto, que, ao tentar curtir um show junto a outros um pouco menos pobres que ele, acaba levando uma surra de um segurança.
Até o excluído dos excluídos tem uma história a ser contada. Da aldeia baiana, desfrutamos histórias de como o Brasil é universal. Vai além da denúncia da violência, triste e necessária, e mostra que os pobres, cheios de contradições e alegria, têm voz e vez. Não é simples ter essa visibilidade na Globo. É uma conquista.
E, melhor, é feito com apuro técnico e visão artística sensível, importantes para nossa cultura. Diversão que não se priva de provocar reflexão.
Quando tanto se fala no papel da televisão pública, a maior emissora privada do país dá um excelente exemplo de obras de ficção que têm qualidade e audiência significativas.

HUGO POSSOLO, 46, é palhaço, dramaturgo e diretor do grupo Parlapatões e do Circo Roda Brasil




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Ó PAI, Ó

Distribuidora: Som Livre
Quanto: R$ 39,90, em média
Classificação: não indicada a menores de 14 anos
Avaliação: bom

Shirê Obá



Nos finais de semana de maio tem Shirê Obá - A festa do rei no Vila. Vamos contemplar a arte do inteiro do estado!

O Boletim Informativo de Oco Teatro Laboratório, fez uma refêrencia interessante. veja

SHIRÊ OBÁ – A FESTA DO REI. A Cia de Teatro Nata, comemora seus 10 anos com a apresentação de uma performance teatral em louvor aos orixás. No centro o ritual, os ‘espectadores’ atentos. Uma mãe de santo no canto da sala. É um espetáculo teatral? Ou uma ação que se renova em cada execução? Uma festa que fica perto do que a pesquisadora Ileana Dieguez denomina como Cenário Liminar? No final das contas todo teatro é um ritual, mas todo ritual é ‘teatro’? Há um sentido político em Shirê Obá-A Festa do rei? Qual é o limite do ritual? quando se converte em arte? Vale a pena conferir. (Esta curta observação não está relacionada com o que se pretende denominar como Etnocenologia) Teatro Vila Velha (Cabaré) 02 a 31 de maio, sábados e domingos 18:00 hortas.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Cena Pernambucana



Depois de Caetana o Vila apresenta Conceição, montagem do Grupo Experimental, com direção de Mônica Lira.

O espetáculo é resultado de um processo de pesquisa da festa do Morro da Conceição (bairro de Recife) que trouxe à tona a intrigante questão: "o que move as pessoas que participam daquela celebração?" Um questionamento que gerou uma ramificação em outras perguntas mais. E a máxima de Conceição é, justamente, o questionamentos sobre a fé dos homens.

Conceição
05, 06 e 07
sempre às 20h
R$10/R$5

Venha ver Conceição no Vila, Velho!

Se São Pedro ajudar, eu venho!