sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Calçadão da Barra


A polêmica segue grande quanto à substituição do calçamento da orla da Barra. Críticas ao projeto não faltam. Defensores também não. E os pareceres são os mais diversos, "dos mais leigos aos mais técnicos" (obrigado, Ciro!).

O que nem todo mundo sabe é que uma ação civil pública no Ministério Público Estadual abriu consulta à população para saber se els concorda ou não com o projeto apresentado. UMA GRANDE CHANCE DE VOCÊ PARTICIPAR DAS DECISÕES DE SUA CIDADE! Não vale ficar só reclamando, né?!
O tempo de votação é curto, então - CORRA!

O endereço para participar é: http://www.mp.ba.gov.br/atuacao/ceama/principal.asp.


Nessa mesma página, logo abaixo do quadro de votação, há alguns links com argumentos das duas opiniões. Faz muito bem lê-los antes de clicar o botão definitivo.

Aproveito e já adianto um deles, o
parecer solicitado pelo Ministério Público à Dra. Ana Fernandes, professora de arquitetura da UFBA e doutora em urbanismo pelo Instituto de Urbanismo de Paris. Clique para ler!


E deixe sua opinião aqui também!!!

Um comentário:

  1. Amigos, amigas.
    A coisa está ficando cada dia pior.
    Imaginem que agora um tal de Marcos Cidreira, que virou uma especie de prefeito do Comércio, tambem ambiciona uma "requalificaç ao" (palavra da moda) do calçamento da Cidade Baixa!
    Ou seja, enquanto em Paris, que entende de turismo (ou nao?), a prefeitura recoloca a pavimentaçao antiga e que em Nova Yorque (NY para os vidrados da sociedade ianque) tambem os antigos calçamentos de pedra estao sendo reabilitados, aqui os prefeitos pretendem acabar com nossa tradicional pedra portuguesa. Nao entendem que tudo é questao de MANUTENÇAO, palavra inutil para estas administraçoes imediatistas.
    O Imbassahy ja tinha retirado da Praça da Sé o belo trabalho assinado por Juarez Paraiso substituindo para um desastroso conjunto granito/cerámica/ cimento, sem contar com a deprimente fonte dita luminosa com música de elevador. Hoje, SEM MANUTENÇAO, a dita praça está em estado precário para qualquer uso, pedestre ou cadeirante.
    Aos poucos - nao, rápidamente! - a cidade está perdendo sua identidade. Estamos nos aproximando da estética urbana de Maceio. Nao é maravilhoso?
    Continuemos lutando contra o obscurantismo modernoso. Porque o que estao fazendo, contemporaneidade é que nao é!
    Dimitri

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