segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

O Sol do Vila brilhou!

Salvador, este ano, teve um dos verões mais quentes. Deu muita praia e, depois, muita gente veio ao teatro. O Amostrão Vila Verão 2007 terminou. Uma pena... estava tão divertido! O ano começou com programação todos os dias da semana: 6 espetáculos em cartaz e 2 shows. Sem falar nas Oficinas Vila Verão, que foram recorde de inscrições.

O Bando de Teatro Olodum chegou com três de seus maiores sucessos em cartaz de uma só vez, comemorando os 16 anos de existência: Cabaré da Rrrrraça (10 anos em cartaz e sempre atual), Sonho de uma noite de verão (indicado em 3 categorias para o Prêmio Braskem de Teatro) e Ó pai ó (peça que inspirou o filme previsto para março e também irá para a televisão).

                         Foto: Márcio Lima

Depois do Carnaval, Ó paí ó está de volta apenas nos dias 23, 24 e 25.

A Cia Teatro dos Novos voltou à cena com Divorciadas, Evangélicas e Vegetarianas, garantindo boas risadas no verão. Os adolescentes da Cia Novos Novos trouxeram Diferentes Iguais, um olhar sobre a intolerância, indicada ao prêmio Braskem na categoria Espetáculo infanto-juvenil. A Outra Cia de Teatro estreou uma Sacanagem da Outra, com casa cheia e público voltando para casa. A música, este ano, ficou a cargo de Gabriel Povoas, em seu show Quase Incompleto, tocando sucessos e raridades da MPB e com Ramiro Musotto, em seu show CIVILIZACAO&BARBARYE, um espetáculo multimídia.

Para início de ano, o Vila abalou geral! Tivemos 8 programações diversificadas e reunidas em 30 apresentações em janeiro e 15 em fevereiro. O público? Compareceu, sim senhor! 5414 pessoas vieram conferir os espetáculos do Amostrão nos dois meses e o resultado das oficinas, que trouxe para o Vila mais de 750 amigos, parentes e curiosos. Muita agitação por aqui!

Agora não podemos esquecer de agradecer aos responsáveis por tanta alegria e energia nesse verão. Aos grupos residentes que montaram novamente (ou estrearam) suas peças, promovendo a diversidade de gêneros. Aos atores e atrizes, incansáveis, que ensaiavam e apresentavam com muita raça. Aos funcionários do Vila, que trabalharam nos bastidores para que tudo estivesse correto, especialmente à equipe técnica, que enfrentou uma maratona de troca de luz e cenário, além da movimentação nos camarins. E, lógico, ao público, porque teatro só existe se a platéia estiver presente.

Valeu, galera. Ano que vem tem mais!

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