sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Adrian e a descoberta da dança no Vila

Adrian no palco do Vila, na Mostra da Oficina de Dança para Crianças / Núcleo Viladança (2013)

Nos últimos dias, uma notícia chamou a atenção nas redes sociais. O jovem bailarino baiano Adrian de Jesus Barreto, de 11 anos, começava as aulas na Escola Bolshoi do Brasil, em Joinville (SC), após uma agitada campanha na internet que ajudou a financiar passagens aéreas, dois meses de aluguel e alimentação para o início da jornada. O que nem todos sabem é que foi no Teatro Vila Velha que, há 4 anos, Adrian deus os primeiros passos na dança.

A chegada de Adrian no Via aconteceu em 2013, aos 7 anos. Ele vinha todas as terças e quintas, ao lado da mãe, para acompanhar a irmã, que fazia a Oficina de Dança para Crianças realizada pelo Núcleo Viladança. Menino de sorriso grande, daqueles que ficam na memória, e sonhos ainda maiores, que logo logo começariam a se concretizar.

"Adrian ficava na porta da sala de ensaio, assistindo as aulas, até o dia em que ele me chamou e falou 'tio, eu quero fazer a aula, você deixa?'. Era o primeiro menino a se interessar em fazer a oficina desde quando eu comecei a coordenar as oficinas do Viladança, e nós não tivemos como dizer não!", relatou o produtor cultural Bergson Nunes, que acompanhava as oficinas no Vila. 

"Lembro que abrimos uma exceção para Adrian pois as vagas das oficinas do Núcleo Viladança, naquele semestre já tinham sido preenchidas. Ele seria o único menino da turma mas mesmo assim isso não o intimidou, pelo contrário, parecia que era apenas um dos desafios que ele enfrentava com muita alegria e talento. Na nossa mostra final no Teatro Vila Velha, sua primeira apresentação isso ficou evidente, comenta Cristina Castro, diretora do Núcleo Viladança e idealizadora do projeto de formação.

Adrian e turma momentos antes da Mostra
 
Na seleção para a Escola do Teatro Bolshoi, uma das companhias mais antigas e prestigiadas do mundo, Adrian concorreu com 40 meninos na seletiva regional em Salvador, e com outros 2.500 jovens dançarinos na etapa nacional, em Joinville. Assim que soube do resultado, Adrian mandou mensagem para Bergson: "Tio Bergson, passei para estudar no Bolshoi. Eu ainda vou voltar a dançar no Teatro Vila Velha", contou Berg, que tem acompanhado cada novo passo dessa linda trajetória.

"As oficinas do Núcleo Viladança têm como objetivo proporcionar um primeiro contato da criança com o universo da dança. Preparamos o terreno para que as sementes possam nascer e seguir pelo caminho da arte", explica a coreógrafa Cristina Castro, que comemora mais uma semente que vê germinando.

O sonho de Adrian está apenas começando, e seu caminho no Bolshoi vai durar oito anos. Para colaborar com a trajetória desse pequeno bailarino, o público pode entrar em contato através do e-mail val.oj@hotmail.com ou do telefone (71) 98801-5970.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Samambaias decoram o foyer do Vila


Hoje o foyer do Teatro Vila Velha amanheceu diferente. Uma ação realizada pelo território de espaços da cena, da universidade LIVRE, capitaneada pela coreógrafa Cristina Castro e pelo cenógrafo Erick Saboya, trouxe mais verde para dentro do teatro. As samambaias chegaram ao Vila em novembro do ano passado para ambientação do lançamento do Prêmio Caymmi de Música, e foram doadas pela produção do evento.




segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Tropicália: Régua e Compasso reúne Harildo Déda, Marcio Meireles e Hebe Alves sobre o teatro na década de 60




Convidados falam sobre o teatro no período anterior ao Tropicalismo

Harildo Déda, Marcio Meireles e Hebe Alves, nomes consagrados do teatro baiano, se reunirão na próxima terça-feira, 14.02, às 17h, no Palacete das Artes, para a próxima edição da ação A Sopa de Maria, compondo a programação gratuita do projeto Tropicália: Régua e Compasso. O tema central deste encontro será o teatro na Bahia dos anos 60, quando a cidade vivia a efervescência cultural que antecedeu a cristalização do movimento tropicalista.

Harildo Déda é ator, diretor e professor aposentado da Ufba, com atuação em cerca de 70 peças e mais de 20 espetáculos como diretor. Na TV atuou em séries e novelas como O Pagador de Promessas, Dona Flor e seus Dois Maridos, Carga Pesada e Gabriela, onde fez o papel do Coronel Ribeirinho. Hebe Alves é encenadora e formadora de atores pela Escola de Teatro da Universidade Federal da BAHIA (ETUFBA), além de atuar no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da universidade. Marcio Meirelles, diretor teatral conhecido internacionalmente, fundador do grupo Avelãz y Avestruz (1976-1989), atuou como secretário da Cultura de Cultura dos estado da Bahia (2007-2010).

Além do bate-papo descontraído, A Sopa de Maria oferece para o público uma sopa, que já é marca registrada do evento, e que remete à famosa sopa servida na casa da atriz Maria Moniz, na década de 60, reunindo intelectuais e jovens artistas. Nessa época, Maria levava uma turma para cantar, conversar, recitar, namorar e sorver uma deliciosa sopa na varanda de sua casa, no Jardim Baiano, em Nazaré.

A ideia da ação é promover o encontro de jovens artistas, estudantes e pessoas interessadas em conhecer um pouco mais sobre a ambiência artística e cultural vivida pelos jovens pré tropicalistas, quando ainda transitavam pela cidade, em meados dos anos 60.

Exposição - Além das demais ações do projeto – Essa Noite se Improvisa e Uma Ideia na Cabeça -, o público confere, na Sala Contemporânea Mario Cravo Jr, a exposição com peças de artistas da música, da dança, e das artes visuais em evidência nos anos 60, como Lina Bo Bardi, Walter Smetak, Yanka Rudzka, Carybé, Juarez Paraíso, Lênio Braga, Jenner Augusto, Pierre Verger, além de fotos dos acervos de Lia e Silvio Robatto, recentemente doados ao Centro de Memória da Bahia.

O projeto é realizado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), em parceria com o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) - ao qual pertence o Palacete das Artes -, e com a Fundação Pedro Calmon (FPC), entidades vinculadas à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). A ação desta terça, 14.02, é desenvolvida pela Coordenação de Teatro /Dirart da Funceb.

O Tropicália: Régua e Compasso foi idealizado por Fernanda Tourinho, diretora da Funceb e a exposição montada no Palacete das Artes tem curadoria de Murilo Ribeiro, diretor do espaço administrado pelo IPAC.

Serviço:
Tropicália: Régua e Compasso
Local: Palacete das Artes – Rua da Graça, 289, Graça

Visitação da exposição: terça a sexta, das 13h às 19h, sábado, domingo e feriado, das 14h às 19h
Programação até março, às terças, quartas e quintas-feiras sempre a partir das 17h:
A Sopa de Maria: Terças-feiras, 14/02, 14 e 28/03
Uma Ideia na Cabeça: Quarta-feiras, até 30/03
Essa Noite se Improvisa: Quintas-feiras, 23 e 28/03
Seminário e lançamento de revista: Dias 29 e 30/02

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Jackson Costa apresenta "Sarau do Poeta" no Amostrão Vila Verão

Inspirado em obras de Jorge Amado, Caymmi, Gregório de Mattos e Castro Alves, espetáculo realiza apresentações em 10 e 17 de fevereiro, no Teatro Vila Velha

 

Nas próximas sextas-feiras, dias 10 e 17 de fevereiro, sempre às 20h, o Amostrão Vila Verão apresenta o "Sarau do Poeta", espetáculo protagonizado pelo ator Jackson Costa. Na montagem, a palavra conduz a música por inexploradas cadências e resgata a musicalidade e os versos da Bahia de Dorival Caymmi, Jorge Amado, Gregório de Mattos e Castro Alves.

O público descobre, junto com o artista, uma melodia que andava nas ladeiras e becos de uma Salvador que com o tempo foi viajando por outros diversos ritmos. É essa riqueza de sons que o Sarau traz junto com a palavra, através da poesia.

O Sarau do Poeta tem a ilustre presença de Joaquim Carvalho no violão e voz, Eddie Santana (Dinho) no violão e violino, Sidney Argolo na percussão, além de Jackson Costa no pandeiro, voz e poemas. Juntos, os artistas relembram canções e versos que trazem, na sua força, toda a beleza nordestina e brasileira.

Realizado há 14 anos pelo Teatro Vila Velha, o Amostrão Vila Verão agita a cena cultural baiana dando ao público soteropolitano e aos turistas na cidade alternativas à agenda de festas e ensaios pré-carnavalescos. Com programação de terça a domingo, até 17 de fevereiro, envolvendo teatro, música e dança, esta edição do projeto tem a produção da Carambola Produções.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Teatro Vila Velha abre inscrições para projetos de formação em artes cênicas


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Reconhecido como um dos mais relevantes espaços culturais do estado e do país, o Teatro Vila Velha sempre teve a formação artística como um dos principais focos de sua atuação, desde que foi fundado, em 1964. Em 2017, o Vila dá mais um passo nesse caminho através da criação de novos projetos formativos a partir da universidade LIVRE do teatro vila velha, programa de formação que sistematiza os conhecimentos e métodos de trabalho desenvolvidos ao longo do tempo. São lançadas a Oficina Preparatória para a Universidade LIVRE e as Oficinas Investigativas, além das já tradicionais Oficinas Livres.  As atividades têm início a partir de 20 de março de 2017 e as inscrições já podem ser feitas pelo site www.teatrovilavelha.com.br ou presencialmente de terça a sexta, das 15h às 18h, no próprio teatro.
A Oficina Preparatória para a universidade LIVRE vai introduzir durante dez meses conhecimentos nas áreas de leitura, interpretação, corpo, voz, além de técnica, gestão cultural e comunicação, com o objetivo de preparar os integrantes para o ingresso na universidade LIVRE do teatro vila velha em 2018. Ao longo deste período, em encontros de segunda a sábado, de 9h às 13h, os participantes terão contato com cerca de 27 colaboradores e realizarão 4 experimentos cênicos no palco do Vila, dirigidos por Chica Carelli, Celso Jr. e Hayaldo Copque. A supervisão da Oficina Preparatória é do encenador Marcio Meirelles e os interessados devem participar de uma oficina de seleção nos dias 16, 17 e 18 de março, das 9h às 13h.
Outra novidade são as Oficinas Investigativas, que buscam abordar diferentes elementos das artes cênicas a partir do contato com profissionais reconhecidos em suas áreas de atuação, que compartilham teorias, experiências, técnicas e abordagens. Uma vez por semana, durante dois meses, os participantes podem investigar os grandes temas "dramaturgia", "modos de atuação", "música cênica", "pensamentos da cena" e "movimento físico" a partir de recortes de cada colaborador. Entre os nomes confirmados, estão a coreógrafa Lia Robatto, o ator Rafael Medrado e o diretor Celso Jr.
Mais uma edição das Oficinas Livres também acontece a partir de março, trazendo de volta algumas das oficinas que tiveram sucesso nas Oficinas Vila Verão, no último mês de janeiro. Desta vez com duração de três meses, acontecem as oficinas de "Canto", com Marcelo Jardim; "Dança Afro-Brasileira", com Nildinha Fonseca; "O Corpo e a Cena", com Bertho Filho; e duas turmas de "Teatro para Iniciantes", com Zeca de Abreu (para jovens a partir de 16 anos e adultos) e Ella e Iana Nascimento (para crianças de 10 a 13 anos).
Para mais informações e para realizar inscrições online, o público pode acessar o site www.sympla.com.br/teatrovilavelha

Espetáculo “Kaiala” sobre intolerância religiosa integra a programação do Amostrão Vila Verão


Solo de Sulivã Bispo recebeu indicação ao prêmio Braskem na categoria melhor ator



O espetáculo “Kaiala”, do Teatro da Queda, realiza duas apresentações nas terças-feiras, 7 e 14 de fevereiro no Amostrão Vila Verão 2017 no Teatro Vila Velha. O ator Sulivã Bispo, que interpreta três personagens no espetáculo, recebeu indicação ao Prêmio Braskem de Teatro na categoria melhor ator pelo papel.

Entre realidade e ficção, Kaiala conta a história de uma menina de 10 anos, iniciada no candomblé de tradição angola, que foi assassinada em um ato de intolerância religiosa, quando seu terreiro foi invadido por um grupo de evangélicos que quer por fim aos cultos de matriz africana. Na narrativa, o ator Sulivã Bispo se divide em três personagens: um irmão de santo da menina, a avó dela que também é sua ialorixá e a evangélica que lidera a invasão e é responsável pelo assassinato. “Essas três visões auxiliam na construção do relato que é fragmentado em flashs e o público vai conhecendo um pouco da religião e da resistência do povo negro”, disse o diretor do espetáculo, Tiago Romero.

A trama é costurada pela função de cada personagem que conduz o discurso como a avó que traz o contexto religioso, sem esquecer a questão de gênero, e a evangélica que representa o preconceito e suas formas de expressão. “A gente utiliza a divindade Kaiala, que é um inquice do candomblé angola, com uma metáfora para lidar com temas como a intolerância, resistência, preconceito e genocídio do povo negro”, disse o diretor.

Dentro da tradição bantu, Kaiala tem as águas como seu domínio. “Kaiala é um alerta do que não pode mais acontecer. É a grande força maternal, que cuida das cabeças e vem passar essa mensagem. Ela traz para a dramaturgia a visão de divindade de maneira muito bela e singela e faz um paralelo com esse momento tão triste que estamos vivendo de intolerância religiosa no país”, explica Sulivã.

A motivação para construção do espetáculo é resultado de uma inquietação pessoal. “Surge de uma revolta minha com relação a esse tema. O surto que adentrou a periferia de preconceito racial, a migração do povo de santo para a religião evangélica. Então me vi instigado a falar sobre isso”, contou o ator. O texto inicial e a concepção são de Sulivã, mas também contou com colaboração de Tiago na finalização do texto final. “É um processo que parte da individualidade dele, mas que depois foi recebendo outros valores com as provocações que fui fazendo como diretor. Acabou ficando muito do texto inicial, sem contar a colaboração de Daniel Arcades que também desenvolveu a estrutura definitiva do texto”, disse Tiago. Além de relatos e do que já tinha vivenciado, a construção do roteiro também teve inclusão de informações oriundas de documentários utilizados como fonte de pesquisa. No processo investigativo e de experimentação também foi necessário descobrir a intolerância sob a perspectiva de cada um dos envolvidos: o povo de santo, a criança, o evangélico.

O embrião do espetáculo foi uma atividade, no ano passado, do Ato de Quatro – um projeto da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (Ufba)– que consiste na criação de uma cena de 15 minutos. Nasceu com nome ‘Kaiala: um congado de um povo de santo’. “Fiz sem esperar grandes repercussões. Era novembro negro e nada na escola falava sobre o tema. Foi gente de candomblé assistir, gostei do resultado e quis continuar”, Sulivã. A oportunidade de transformar a cena em espetáculo veio com o edital do Programa Institucional de Bolsas de Experimentação Artística (PibiexA), em comemoração aos 70 anos da Ufba, quando o projeto foi selecionado, tendo como tutor o professor Maurício Pedrosa, estreando em outubro de 2016, no Teatro Gregório de Mattos.

FICHA TÉCNICA
Direção/cenografia: Thiago Romero
Atuação/Concepção: Sulivã Bispo
Tutor: Maurício Pedrosa
Figurino: Tina Melo
Iluminação: Alisson Sá
Operação de Luz: Luiz Antônio Sena Jr.
Coreografia: Nildinha Fonseca
Orientação Musical: Luciano Bahia
Instrumentista: Sanara Rocha
Direção de Produção: Luiz Antônio Sena Jr.
Produção Executiva: Bergson Nunes, Ícaro Piton e Diego Moreno
Produção: DAGENTE PRODUÇÕES
Desing Gráfico: Diego Moreno

Resgate Ingressos para o Amostrão pelo Programa Eu Faço Cultura

Se você é jovem da Rede Pública de Ensino, microempreendedor individual, beneficiário de programas sociais do governo federal (como: Brasil Sem Miséria, Fundo de Amparo ao Trabalhador, Fiés, Jovem Aprendiz, Mais Educação, Minha Casa Minha Vida, Pronaf Agroecologia, Pronaf Composição de Dívidas, Pronaf Jovem, Pronaf mais Alimento, Pronaf Mulher, pronatec, Prouni e Sisu) ou faz parte de uma Organização não Governamental (ONG) ou de escolas públicas municiais, estaduais e federais cadastre-se em http://www.eufaçocultura.com.br e resgate ingressos para o Amostrão Vila Verão.


Espetáculo Romeu & Julieta em cartaz até 12/02

Mostra das Oficinas Vila Verão 2017

No domingo, 5 de Fevereiro o público lotou a plateia do Teatro Vila Velha para a apresentação da Mostra de encerramento das Oficinas Vila Verão 2017. Mais de 200 pessoas de diversas idades experimentaram o palco e apresentaram parte dos conhecimentos e habilidades exercitadas nas oficinas de Teatro para Iniciantes, Teatro para Crianças, Canto para Crianças, Circo, Dança afrobrasileira, Afrojazz, Stilleto, O Corpo e a Cena e A Dramaturgia no século 21.

Mostra da Oficina de Circo

Mostra da Oficina de Teatro para Crianças
Mostra da Oficina de Canto para Criança

Mostra da Oficina de Teatro para Iniciantes - Turma de Ella e Iana Nascimento

Mostra da Oficina de Fotografia

Mostra da Oficina de Teatro para Iniciantes (Turma de Zeca de Abreu)

Mostra da Oficina de Afroojazz

Mostra da Oficina "O Corpo e A Cena"

Mostra da Oficina de Stilleto

Mostra da Oficina "Dramaturgia do Século XXI"

Mostra da Oficina de Teatro para Iniciantes - Turma de Chica Carelli

Mostra da Oficina de Dança Afrobrasileira


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Mostra Oficinas Vila Verão reúne mais de 200 participantes


Nesse domingo 5 de fevereiro, às 10h, mais de 200 participantes das oficinas Vila Verão 2017 sobem ao palco do Vila para mostra de encerramento dos cursos. Farão apresentações as turmas de teatro para iniciantes, teatro para crianças, canto para crianças, circo, dança afro, afrojazz, stilleto, o corpo e a cena e a dramaturgia no século 21."A mostra é um momento ímpar porque nos permite observar o que ficou neles dessa experiência e para muitos alunos é uma oportunidade única de pisar no palco" comenta a coordenadora e professora de teatro Ella Nascimento. A mostra tem a duração de 3h e a entrada é gratuita.