quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Jornal A TARDE - "Quem quer ser um Dom Quixote?"

Segunda edição do projeto de intercâmbio K Cena reúne 24 jovens para criar versão contemporânea da obra de Cervantes






quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

universidade LIVRE de teatro vila velha abre inscrições em fevereiro



Entre os dias 12 e 26/02 e nos dias 10 e 11/03/2014, das 14h às 18h, a LIVRE inscreve para a pré-seleção da oficina preparatória, que será realizada de 12 a 14 de março deste ano, mediante o pagamento de R$ 50,00 (reais). 

Caso o candidato (a) seja aprovado para a oficina preparatória, que terá a duração de 3 (três) meses, poderá escolher entre as seguintes opções de pagamento:

1 - R$ 680,00 à vista (pagamento em dinheiro, cheque ou cartão de crédito - Visa ou Mastercard);

2 - Parcelado em cheques, em 3 vezes iguais (1 entrada no ato da inscrição no valor de R$ 250,00 + 2 parcelas de R$ 300,00, com os prazos de 30 e 60 dias). 

A oficina preparatória é parte das atividades de extensão do programa e prevê a apresentação de 2 (dois) experimentos cênicos durante o período. O encontros são de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h. Divididos dessa forma:

1 - segundas, quartas e sextas para os encontros com os colaboradores da oficina;

2 - terças e quintas para a realização de tarefas nos diversos setores do teatro.

Mais detalhes e informações pelo telefone (71) 3083-4646 ou pelo grupo "universidadeLIVREdeteatrovila velha" no facebook. 

End.: Av. Sete de Setembro, s/n - Passeio Público Campo Grande. 

+ sobre a universidade LIVRE de teatro vila velha


Com um ano de existência, a universidade LIVRE de teatro vila velha tem no currículo duas montagens: Espelho para Cegos (2012), uma co-produção com a Companhia Teatro dos Novos, além de Por que Hécuba (2013), ambas com direção de Marcio Meirelles e texto do dramaturgo romeno Matéi Visniec. Na LIVRE, os participantes têm a oportunidade de exercer atividades em vários setores do teatro, desde a produção artística até as demandas dos setores técnico, administrativo e operacional do Vila. Por isso, os diversos campos do saber são articulados nessas experiências, refletindo o papel, a atuação e a forma como essas práticas interferem na configuração social, política, econômica e, principalmente, cultural, percebendo as trocas que se dão entre a entidade e este sistema. 

Cabaré da RRRRRaça reestreia com convidados especiais


A partir do dia 7 de fevereiro, Cabaré da RRRRRaça, maior sucesso de público do Bando de Teatro Olodum, volta aos palcos do Vila. Para a reestreia, o espetáculo recebe convidados como o Ilê Ayiê (7), Olodum (8) e Dão (9). O assunto foi tratado pelo Caderno 2, do jornal A Tarde. Saiba mais aqui.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Teatro Vila Velha apresenta mostra das Oficinas Vila Verão 2014

Mostra das Oficinas Vila Verão 2011. Foto: João Milet Meirelles

Neste fim de semana, o Teatro Vila Velha apresenta a mostra das Oficinas Vila Verão 2014, que envolve diversas linguagens artísticas, como teatro, dança e música. No sábado, às 11h, os pequenos que participaram da Oficina de Teatro para Crianças, ministrada pela diretora Débora Landim, se apresentam no Cabaré dos Novos.

No domingo, às 10h, é a vez de assistir ao resultado das oficinas de teatro para iniciantes, ministradas pelas diretoras Chica Carelli e Zeca de Abreu, de dança do ventre, sob o comando de Gal Sarkis, e da oficina de canto, realizada por Marcelo Jardim. A apresentação, que acontece no palco principal do Vila, é aberta ao público e tem entrada gratuita.

“Na mostra, apresentamos o resultado de um mês de trabalho, mostrando o que surgiu dos exercícios de improvisação e criação de personagens”, explica Chica Carelli, que ministrou uma das oficinas de teatro para iniciantes e coordenou as Oficinas Vila Verão.


Ao longo do mês de janeiro, cerca de 100 pessoas participaram do projeto que já é tradição no verão soteropolitano. Foram realizadas oficinas de teatro, interpretação para cinema, yoga, pilates, dança do ventre, canto, além de oficinas de edição de vídeo e de encadernação. 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Érico Brás visita o Bando de Teatro Olodum

Os atores Érico Brás e Jorge Washington no Vila


Em meio aos ensaios do Bando de Teatro Olodum para a nova temporada de Cabaré da RRRRRaça, o ator Érico Brás apareceu no Teatro Vila Velha para relembrar outros tempos em que atuou no Bando. Hoje, compõe o elenco da Rede Globo.
Cabaré da RRRRRaça estará em cartaz a partir do dia 7 de fevereiro, em pré-estreia e segue até o dia 23 aos sábados (20h) e domingos (19h) no Vila.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Espelho para Cegos no festival Verão Arte Contemporânea, em Belo Horizonte

O espetáculo Espelho para Cegos viajou a Belo Horizonte para participar da oitava edição do festival Verão Arte Contemporânea. Com encenação de Marcio Meirelles, a montagem fez três apresentações no Teatro Sesc Palladium. No palco, atrizes da Companhia Teatro dos Novos e atores da universidade LIVRE de teatro vila velha deram vida às metáforas do romeno Matéi Visniec, despertando reflexões no público sobre temas como a decomposição das relações humanas, o aprisionamento e o controle social. Veja abaixo algumas fotos das apresentações!

Fotos: Marcio Meirelles










quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Elenco de Espelho para Cegos chega a Belo Horizonte para participar de festival

Os atores Kadu Lima, Sonia Robatto, Zeca de Abreu, Roberto Nascimento e Anita Bueno são recebidos por Jonathan, ator do grupo Oficina Multimedia (BH) 

Partiu! Uma parte do elenco de Espelho para Cegos já está em terras mineiras para o festival Verão Arte Contemporânea (VAC). A montagem integra a oitava edição do evento, que reúne artistas de diversos cantos do país e também do exterior, numa programação que abrange linguagens como teatro, dança, música, artes visuais, cinema, literatura, moda, gastronomia e arquitetura.


O espetáculo Espelho para Cegos, dirigido por Marcio Meirelles, é inspirado no livro "Teatro Decomposto ou O Homem-Lixo", do dramaturgo romeno Matéi Visniec. Em 2013, a peça realizou duas temporadas de apresentação no Teatro Vila Velha, em Salvador, e teve na plateia a presença do autor do texto, que elogiou o elenco, a cenografia e disse que "a encenação representa bem o espírito do texto". Foi na mesma ocasião que Visniec assistiu à leitura dramática e liberou os direitos autorais de sua obra inédita "Por que Hécuba", que hoje está em cartaz no Vila como parte do Amostrão Vila Verão. 

Com encenação de Marcio Meirelles e direção de elenco de Bertho Filho, Espelho para Cegos tem no palco as atrizes Sonia Robatto, Anita Bueno e Zeca de Abreu, da Companhia Teatro dos Novos, e atores da universidade LIVRE de teatro vila velha. Participantes da LIVRE integram ainda a equipe técnica do espetáculo, desempenhando funções como técnicos de luz, som e vídeo.

Espelho para Cegos faz três apresentações durante o VAC, em BH, entre os dias 17 e 19 de janeiro, às sextas e sábados, às 21h, domingo, às 19h.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Diretor inglês Graeme Pulleyn inicia intercâmbio com jovens atores baianos no Teatro Vila Velha

Inspirado na obra do escritor espanhol Miguel de Cervantes, o encenador monta espetáculo por meio do KCena - projeto lusófono de teatro jovem




O diretor inglês Graeme Pulleyn chega ao Teatro Vila Velha para trabalhar com jovens atores da Companhia Novos Novos, grupo coordenado por Débora Landim. Nesta segunda-feira, Pulleyn inicia os ensaios e trabalhos de pesquisa, tendo como ponto de partida a obra Dom Quixote de La Mancha, de Miguel Cervantes.

"É tudo uma aventura a cavaleiro andante, sem rumos definidos. Sei apenas que temos um grupo de mais de 20 jovens, dos 13 a 22 aos anos, e Dom Quixote como ponto de partida. Gosto de trabalhar a partir das preocupações e vontades do próprio grupo", conta Pulleyn.

O trabalho faz parte do K CENA - Projeto Lusófono de Teatro Jovem - que promove intercâmbio entre Brasil, Portugal e Cabo Verde, pelo segundo ano consecutivo. Em fevereiro, é a vez do encenador Marcio Meirelles trabalhar com jovens atores de Cabo Verde. Em março, o diretor João Branco sai de Cabo Verde para ensaiar com atores em Portugal. Nesta edição do K CENA, as três peças originais criadas nascerão a partir do tema Ordem/Desordem.

O resultado das três semanas de ensaio será apresentado nos dias 3 e 4 de fevereiro, às 20h, no palco do Vila.

Jornal A Tarde - Jorge Portugal relembra o início da carreira no Teatro Vila Velha

O educador e poeta também fala da emoção ao ver o espetáculo POR QUE HÉCUBA e elogia a montagem do diretor teatral Marcio Meirelles. Leia o artigo.

Opinião - jornal A Tarde - 14/01/2014

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

POR QUE HÉCUBA - Roberto Nascimento se pergunta: por quê?

O ator assistiu ao espetáculo e faz um reflexão sobre os temas abordados na peça de Matéi Visniec, que tem a direção de Marcio Meirelles. 

Chica Carelli em POR QUE HÉCUBA 

Desde a primeira vez em que Troia foi destruída, por volta do ano 1300 a. C., já se anunciava que sua destruição se repetiria outras tantas vezes ao longo dos séculos. Porque os mitos fornecem indícios das potencialidades espirituais da vida humana, dentre as quais se destaca a capacidade de sofrer, suportar. Mas quando a dor excede o peso do universo, surge o direito de atormentar os deuses: por quê? Por que violência, por que vingança, por que sangue? Se a Terra embaixo foi fecundada com Amor pelo macho em cima, o Céu, por que uma mãe assistiu à morte de 19 filhos? E não foi o amor também quem deu inicio à destruição da maravilhosa cidade de Troia?

A mãe é Hécuba, rainha de Troia, que no mito original, após a guerra, foi escravizada pelos vencedores, que lhe jogavam pedras, retribuídas com mordidas. Por morder quem a atingia, Hécuba foi transformada em cadela e é nesse ponto, depois de tudo, que começa “POR QUE HECUBA”, peça escrita por Matéi Visniec, encenada por Marcio Meirelles, que estreia no Vila dia 13 de janeiro. Passou da hora de atormentar os mestres do Olimpo.

Fui à pré-estreia. Fazia tempo que não me empolgava sendo platéia de teatro. Conheço o grupo e quase participei do elenco, razão pela qual alguns me diziam “olha o que você perdeu!”. Errado. Eu devia mesmo era estar na platéia, pra receber tudo o que a universidade LIVRE de teatro vila velha me deu. Só ganhei.

Destaco com o maior carinho a Hécuba de Chica Carelli, que começa em seu fim, escrava e cadela, e ressurge ao final como verdadeira rainha a impedir o sono dos deuses; o belíssimo, vigoroso e encantador Coro, que é a alma do espetáculo e, dentro dele, a força e a lascívia cruéis de Giza Vasconcelos, que é a alma do Coro; as músicas que trazem uma ambientação muito bem ajustada; o cântico entoado por Cris Vieira que se mistura aos ganidos e resmungos de Hécuba e dói, dói de tão igual; a sutileza, a concentração de Iana Nascimento, que podia estar sendo vista por todos, por um, por dois ou nenhum espectador mas permanecia entregue vendo e chorando a dor de Hécuba; a participação super empolgante dos atores de Troilus e Créssida, levantada por Márcio Meirelles com os participantes do XXVIII Curso Livre de Teatro da Ufba (que estreia em 09/01); a convidativa e excitante cena do carnaval dos deuses (acho que na próxima vez, eu mesmo entrarei na festa); a cena brutal do carnaval dos deuses, acompanhada de perto e de longe por uma mãe fodida sentada sobre as ruínas de seu templo, digerindo as cinzas de seus filhos.

A tragédia Troilus e Créssida, de Shakespeare – outra das tantas vezes em que se viu a destruição da maravilhosa cidade de Troia -, foi à Antiguidade para tratar de sua contemporaneidade, a Inglaterra do século XVII. Surgiu ao mesmo tempo em que do outro lado do Atlântico já se construía a destruição da maravilhosa Cidade da Bahia. Desta vez todos se reúnem, Shakespeare, Eurípedes, Homero, Visniec e Meirelles para novamente destruir Troia, expondo a degradação daquela e desta cidade, e agora perguntando Por Quê.


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Troilus e Créssida é destaque em coluna do Jornal do Brasil

O espetáculo Troilus e Créssida, que estreia no Vila em 9 de janeiro, como resultado do XXVIII Curso Livre de Teatro da UFBA, foi destaque da coluna de Anna Ramalho no Jornal do Brasil. A peça, dirigida por Marcio Meirelles, integra o Amostrão Vila Verão 2014. No espetáculo, um elenco de 35 jovens nos mostra a impossibilidade do amor numa sociedade decadente, sem valores, durante uma guerra.

Leia o artigo aqui.

Verão do Teatro Vila Velha tem Cabaré da Raça, Guerra de Troia e Shakespeare

Nem só de ensaios de axé e pagode vive o Verão baiano. O Teatro Vila Velha está aí para provar isso e, a partir de sábado, dá início a mais um Amostrão Vila Verão, que neste ano exibirá três peças de teatro com montagens inéditas: Por Que Hécuba, baseada em texto do romeno Matéi Visniec; Troilus e Créssida, de William Shakespeare (1564-1616) e Frankenstein, de Mary Shelley (1797-1851). Uma quarta montagem, já apresentada em Salvador, mas que ganhará algumas modificações no elenco e figurino, é Cabaré da Raça, um dos maiores sucessos de público do Bando de Teatro Olodum, exibido pela primeira vez há 17 anos.


Por trás de todas as atrações, está o experiente Marcio Meirelles, que dirige as quatro montagens. A que primeiro chega aos palcos é Por Que Hécuba, com Chica Carelli e atores da Universidade Livre, programa de formação de atores do Teatro Vila Velha. A montagem tem pré-estreia sábado e domingo e fica em cartaz dos dias 13 a 22.

O texto de Visniec atualiza o clássico de Eurípedes (480 a.C.-406 a.C) sobre a Guerra de Troia e aborda a violência em tempos atuais. No palco do Vila Velha até o Carnaval soteropolitano é criticado.

Antes de ser encenado em Salvador, o texto do romeno havia sido adaptado apenas duas vezes, sendo uma delas no Japão. “Quando o Vila Velha convidou Matéi para vir à Bahia, em 2013, ele me mandou umas fotos da montagem japonesa e gostei muito. Além disso, eu já estava fazendo Troilus e Créssida, também sobre a Guerra de Troia. Então, achei que seria um bom momento para montar Hécuba”, revela Meirelles.


Tradução
Imediatamente, Vinicius Bustani, aluno da Universidade Livre, traduziu o texto, escrito originalmente em francês. Em outubro, Visniec esteve em Salvador e compareceu à leitura dramática da peça. Na época, disse: “É uma peça sobre a violência, assim como a de Eurípedes. Mas no meu texto o olhar vai além do sofrimento e da vingança. Eu quis empurrar Hécuba para a revolta”. Entusiasmado com a tradução, Visniec cedeu os direitos de adaptação a Meirelles, que tratou logo de dar início aos ensaios.

O diretor se empolgou e decidiu inovar na linguagem, promovendo um “diálogo” entre os elencos de Por Que Hécuba e Troilus e Créssida, já que ambas tinham como mote a Guerra de Troia. 
“Resolvemos fazer uma convergência entre as peças. Muitos personagens são citados nas duas e alguns atores participam das duas montagens interpretando o mesmo personagem”, diz Meirelles.

Hécuba é um personagem mitológico grego que, vítima da violência, perde seus 19 filhos durante a guerra. Chica Carelli, que interpreta o mito, lembra que o texto não trata estritamente de Troia: “Na verdade, é a história de qualquer guerra e uma crítica à violência também contemporânea. Tanto que, na montagem, fazemos referência ao Carnaval baiano. O texto de Matéi é catártico e nele o trágico vem com humor”.

A estreia seguinte, que também integra o Amostrão, acontece no dia 9, com Troilus e Créssida, resultado do 28º Curso Livre de Teatro da Ufba. Espécie de anti-Romeu e Julieta, a história de amor, também de William Shakespeare, foi escrita em 1602 e mostra a impossibilidade do amor numa sociedade decadente.


Troilus e Créssida O texto de William Shakespeare, escrito em 1602, aborda o amor impossível entre dois jovens que, após a primeira noite juntos, são obrigados a se separar: durante a Guerra de Troia, Créssida será entregue aos inimigos em troca de um prisioneiro. 

Separação 
Os jovens que dão nome à peça, apaixonados um pelo outro, finalmente, se envolvem, mas no dia seguinte à primeira noite juntos são obrigados a se separar: Créssida será trocada por um prisioneiro grego.

Meirelles diz que seu interesse no texto era antigo, mas como exigia um grande elenco, adiou a realização da montagem. Além disso, não se trata de um texto popular de Shakespeare. “A peça ficou 300 anos sem ser montada e dos anos 60 pra cá, voltou a ser conhecida. Mas acho que esse é um ótimo momento para exibi-la”, justifica o diretor.

Em 11 de fevereiro, é a vez de Frankenstein estrear. Esta é a segunda parte da Trilogia dos Monstros, projeto de Meirelles que teve início com Drácula, exibida em 2012. O romance gótico, como classifica o diretor, vai circular por diversos pontos do Passeio Público, onde se localiza o Teatro Vila Velha. A peça começa ao ar livre, depois entra no teatro e vai novamente para fora dele.

“O texto é um embrião da ficção científica que, nas entrelinhas, trata de questões políticas e econômicas”, aponta Meirelles. Também em fevereiro volta a cartaz um velho conhecido dos baianos: o já clássico Cabaré da Raça, do Bando de Teatro Olodum, que estreou há 17 anos e volta com modificações no elenco e cenografia.

*Texto originalmente publicado pelo jornal Correio, no dia 01/01/2014.


Amostrão Vila Verão é destaque nos jornais do estado




O Amostrão Vila Verão, que completa 12 anos em 2014, foi destaque dos principais jornais do estado. O projeto inaugura a comemoração dos 50 anos do Teatro Vila Velha apresentando quatro espetáculos dirigidos por Marcio Meirelles, dezoito oficinas, além do projeto K-Cena, que traz o diretor Graeme Pulleyn (Portugal) para trabalhar com a Companhia Novos Novos, sob coordenação de Débora Landim.

O Amostrão tem início neste sábado (20h) e domingo (19h) com a pré-estreia de Por que Hécuba, texto do romeno Matéi Visniec interpretado por atores da universidade LIVRE de teatro vila velha com a participação especial de Chica Carelli no papel de Hécuba. Em seguida, estreia Troilus e Créssida, espetáculo de formatura do XXVIII Curso Livre da UFBA e, em fevereiro, é a vez das montagens Frankenstein e da reestreia de Cabaré da RRRRRaça, maior sucesso de público do Bando de Teatro Olodum.

Veja a programação completa dos espetáculos aqui.
Conheça a programação das Oficinas Vila Verão aqui.