quinta-feira, 30 de maio de 2013

Bando de Teatro Olodum em nova temporada do espetáculo "Dô"

(clique na imagem para ampliá-la)
 
A convite do diretor teatral Marcio Meirelles, a mais recente montagem do grupo tem a preciosa direção do bailarino e coreógrafo japonês Tadashi Endo
 
 Quem não teve a oportunidade de assistir ao espetáculo "Dô" na primeira temporada, esta é a chance. De 31/05 a 09/06, o Bando retorna à sala principal do Teatro Vila Velha, nessa curtíssima temporada, sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h. No trabalho, o grupo se desafia explorando as possibilidades cênicas, corporais e narrativas do Butoh, sem perder de vista suas raízes nem sua identidade.
 “Dô” (2012), palavra japonesa que significa “movimento”, é uma criação conjunta do Bando com o mestre do butô Tadashi Endo, que aborda temas como ancestralidade, identidade e é um diálogo entre a contenção da arte japonesa e a explosão de energia afro-baiana. A ideia do espetáculo surgiu quando o coreógrafo japonês esteve em Salvador para o Festival Internacional Vivadança, em 2011. Ao assistir o espetáculo Cabaré da Rrrrraça, Endo ficou impressionado com a energia dos atores e externou sua curiosidade a Marcio Meirelles, diretor do Bando e do Teatro Vila Velha. A conversa resultou em um convite para que Endo descobrisse as raízes dessa “energia” trabalhando com o grupo, o que aceitou de imediato.
O projeto venceu o Edital Myrian Muniz de montagem da FUNARTE/2011. O espetáculo tem a coordenação de Chica Carelli e a direção musical de Jarbas Bitencourt. O elenco é formado por Ednaldo Muniz, Elane nascimento, Fábio Santana, Leno Sacramento, Ridson Reis, Sérgio Laurentino e Valdinéia Soriano.

Inscrições para o 28º Curso Livre de Teatro da Ufba com o diretor teatral Marcio Meirelles terminam nesta sexta-feira (31/05)


quarta-feira, 29 de maio de 2013

Revista Muito indica "Cabaret Drag King", hoje, no Cabaré dos Novos Teatro Vila Velha, 20h.


(clique na imagem para ampliá-la)

Fórum de Performance Negra convoca

CONVOCAÇÃO

Em decorrência da ação do Juiz José Carlos do Vale Madeira, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Maranhão, que levou a suspensão dos editais do Ministério da Cultura direcionados aos artistas e produtores negros, o Fórum Nacional de Performance Negra convoca artistas, estudantes, produtores, pesquisadores e militantes para a criação conjunta de um Manifesto em defesa do Artigo 1° do Estatuto da Igualdade Racial. A ação ocorrerá no dia 07/06/2013 às 18h30 na Biblioteca Pública do Estado da Bahia. Para a reunião está confirmada a presença de Hilton Cobra, Presidente da Fundação Cultural Palmares.

Art 1º/ IV: ações afirmativas: os programas e medidas especiais adotados pelo Estado e pela iniciativa privada para a correção das desigualdades raciais e para a promoção da igualdade de oportunidades.

07/06 | 18h30
Biblioteca Pública do Estado da Bahia, Rua General Labatut, n°27- Barris
+info: performancenegra@gmail.com

terça-feira, 28 de maio de 2013

Universidade Livre de Teatro Vila Velha entrevista

Como parte das atividades de extensão da Universidade Livre de Teatro Vila Velha, os participantes se articulam em outras tarefas, como a produção de conteúdos de comunicação, que são acompanhados pela assessoria do teatro. Nessa entrevista, Tiago Querino, Francesco Maria Morotti e Marcos Luiz entrevistam a companhia Teatro da Casa sobre o espetáculo "Dissidente", que esteve em cartaz no Vila entre 04 e 12/05/2013, de sexta a domingo. Formado pelo ator e diretor teatral Gordo Neto, a atriz Viviane Laert, os atores Tato Sanches e Rui Manthur, que também é assistente de direção do espetáculo, falam sobre a carreira e do processo criativo da montagem. Os artistas fazem parte da história do Vila, em grupos como o Vilavox e a Companhia Teatro dos Novos.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

"Entrar para a Livre é como passar de fase, subir degraus. Essas respostas já não me cabem mais. Já são insuficientes, ou não mais condizentes com o verdadeiro propósito que ainda estou por descobrir."

Por Leandro Gomes, um dos participantes da Universidade Livre de Teatro Vila Velha
 
 
 
Primeiramente, gostarei de enfatizar um conceito de extrema importância, o qual trago comigo para toda vida, algo que tem sido tomado com muita clareza pra mim, e que condiz demais com a Universidade Livre de Teatro Vila Velha: Evolução social.
 
Evolução social: copiar. Combinar. Transformar. Everything is a remix. Essa é a marca que move o mundo desde o surgimento da vida. É dessa forma que muitas das maiores invenções revolucionárias ficaram marcadas e servem como modelo para a vida contemporânea. É junção e aperfeiçoamento, e isso, por si só, já é um ato de liberdade. Estar aberto ao novo, agregar, aceitar novas possibilidades utilizando de ferramentas existentes. E é esse conceito que faz da Livre um projeto tão importante para todos nós. É o preenchimento de um vazio que não se sabia da existência dele.
 
Muitos são os aspectos nos quais a Universidade Livre se diferencia e se destaca da maioria existente, com um formato volátil, plural e, o melhor, aberto a todos. Por ser tão simples em seu conceito, torna-se complexo na sua definição como um todo. E, talvez, tal conceituação possa representar o que é a Livre.
 
Opinião versus respeito/compreensão. Coletividade versus individualidade. Liberdade versus compromisso. Ensino/aprendizagem versus trabalho/produtividade. Arte versus política. Penso que agregar todos esses aspectos, - eliminar os "versus" - mantê-los em harmonia e fazer disso um símbolo de resistência, um meio de comunicar pensamentos, ecoar indignação, representar dignamente toda uma sociedade, e ainda manter, com toda a imponência e o espírito vital e marcante, através da arte, o livre, será um dos maiores desafios (e um prazer) a serem encarados por aqueles que compõem a Universidade. É fato, nunca se sabe o que poderá acontecer com um corpo estranho que se instala num sistema "cristalizado", "padronizado". Ou recebe a aceitação, ou a rejeição. Porém, é reconfortante pensar que a ULTVV já possui no seu DNA tudo aquilo que uma sociedade, ou a maioria dela, deseja: voz e liberdade - com arte!
 
Livre, de fato, até então eu não sabia exatamente definir o que é.  Ainda não compreendia a essência que define esse projeto como único e inovador. Pelo menos ainda não. Muitas vezes, me vinham respostas, e logo me surgia um contraponto. Acredito que muito (ou em melhor palavra, parte) do que se vem fazendo até então, de modo fracionado, acontece em muitos outros lugares onde se faça teatro, como as discussões, debates, a criação de novas estéticas performáticas, o compartilhamento de saberes de ciências distintas, etc., e é certo que esses aspectos se enquadrem na definição de Universidade, porém, a definição de Livre estava em mim o tempo todo, não precisava ir tão longe para perceber isso. Aliás, está em cada um de nós.
 
A maior diferença que se tem é o propósito pelo qual todos estão aqui, ou, particularmente eu, que continuei, além do desejo de fazer teatro, que me dá prazer e felicidade, pelo poder coletivo de apelo social que possa vim a se formar e o quanto podemos abrir os olhos da sociedade, nos tornarmos o reflexo do mundo, fazendo as pessoas enxergar a verdade diante de si própria, algo que é deveras impactante, e um dos maiores prazeres de quem faz arte, ou de boa parte de quem a faz. E descobrir a grande resposta sobre qual é o teatro que devemos fazer.
 
Já tenho algumas respostas. Eu poderia estar "fazendo" teatro em dezenas de lugares pela cidade, mas decidi que aqui é onde, de fato, sinto o que É teatro, apesar da pouca vivência, se comparada com a maioria, nesse universo. Por que faço teatro? Faço teatro por que gosto e me dá prazer. Pra quem faço teatro? Faço teatro para aqueles que gostam ver o quão belo ou impactante é conhecer uma história de maneira física, ou torná-la algo "real" e momentâneo. E esse é o "problema": as respostas. Entrar para a Livre é como passar de fase, subir degraus. Essas respostas já não me cabem mais. Já são insuficientes, ou não mais condizentes com o verdadeiro propósito que ainda estou por descobrir.
 

Fox participa da gravação do DVD do Encontro de Compositores

Fox, vocalista da banda Suinga. Fotografia: Nathália Miranda


Amanhã, 28 de maio, tem o segundo dia de gravação do DVD do Encontro de compositores. FOX, compositor/cantor da novíssima geração baiana é um dos convidados da noite.


Foto Lica Ornelas

28 de maio de 2013 (terça-feira)
20h, Teatro Vila Velha
R$ 30,00 / R$ 15,00
(Lista Amiga: http://migre.me/exLa2)

Fotografia: Nathália Miranda

Na última segunda-feira do mês, os bambas do chorinho se encontram no Cabaré dos Novos Teatro Vila Velha

Roteiro do Caderno Vida desta segunda-feira, 27/05, jornal Correio 24h.



domingo, 26 de maio de 2013

Aniversário do diretor teatral Marcio Meirelles.

 
Vamos celebrar a vida. Vamos comemorar a arte. Vamos brindar aos nossos artistas. Salve, salve, os nossos mestres da cena! Hoje é dia de agradecer por termos encenadores tão talentosos, inventivos, provocadores, sensíveis e conscientes de seu papel, enquanto cidadão e homem de teatro, como Marcio Meirelles. Um ser humano, ímpar e cheio de vitalidade, que vem escrevendo sua história nas Artes Cênicas, experimentando outras linguagens, construindo outros pilares e dialogando com o mundo, sem limites para ser feliz. O Teatro Vila Velha se orgulha e agradece por todo esse arsenal transformador da sua direção e dos seus mais de 40 anos de careirra.
`
Saiba mais sobre a história desse grande artista aqui.
 
 
 

O diretor teatral Marcio Meirelles e o ator Lázaro Ramos curtindo o som da Baiana System no Vila, na programação do Movimento HotSpot Salvador


sábado, 25 de maio de 2013

"A Livre nos dá essa oportunidade de experimentar muito, beber de muitas fontes, conhecer e poder trabalhar com muita gente, e com isso nos enriquecer muito nesse processo de formação de ator"

Texto de Cláudio Varela, um dos participantes da Universidade Livre de Teatro Vila Velha, sobre o encontro de hoje com o cineasta Pola Ribeiro, a diretora teatral Cristiane Barreto e a professora de voz Melissa Mardones.



A Livre hoje começou dando continuidade ao Experimento 3, que envolve os 3 mitos citados, direta ou indiretamente, na obra de Frankenstein, de Mary Shelley: Prometeu, Golem e Lucifer. Foi definido como dias de trabalho segundas, quartas e sextas. Para as terças e quintas, a Livre contará com a presença de Fernanda Paquelet conduzindo projetos técnicos para organização do Teatro Vila Velha.

No segundo momento, contamos com a presença da chilena Melissa Mardones que está em Salvador desenvolvendo uma pesquisa sobre processos coletivos de teatro, veio assistir ao Experimento 2 e ficou curiosa em conhecer o que estava sendo feito. Os participantes fizeram um relato do que aconteceu desde o dia 21 de fevereiro, quando começamos, até o presente e de como funciona a Livre. Anotações foram feitas e devidamente autorizadas para publicação no blog dela relacionado a pesquisa para que a informação da nossa experiência fique disponível a quem se interessar. Como Melissa é professora de voz, aproveitando a sua presença na Livre, ela conduziu uma atividade de relaxamento, identificação da caixa vibratória da voz em si mesmo e nos outros e na busca do prazer na emissão de sons. O exercicio foi muito bom porque nos fez perceber, através dos sentidos mais aguçados, como nossa voz vibra, em que partes do corpo, e como podemos direcionar isso. Um exercicio de auto-conhecimento muito importante para o crescimento com ator.

A seguir, Cristiane Barreto fez a proposta de aplicar na Livre o projeto "O Quinto Criador" que consiste em 3 fases: improvisação, leituras dramáticas e construção coletiva de textos junto com o publico. Apesar do projeto despertar interesse, não vai poder ser iniciado de imediato por conta da indisponibilidade da turma nesse momento. Ficou definido que Cristiane vai conduzir um exercicio de improvisação no próximo sábado e que definiremos quando e quem poderá participar desse projeto.

Nosso encontro de hoje contou também com a presença não-programada, mas muito bem recebida, do cineasta Pola Ribeiro, que se mostrou disposto a realizar um projeto com a Livre ligado ao audiovisual. Durante o encontro, ele fez imagens com uma pequena câmera, que também iremos aprender a utilizar, e já levantou a possibilidade de trabalhar com "camera & corpo" com a gente. Me chamou a atenção os ângulos que ele usava na gravação das imagens, um olhar diferente do tradicional.

A Livre nos dá essa oportunidade de experimentar muito, beber de muitas fontes, conhecer e poder trabalhar com muita gente, e com isso nos enriquecer muito nesse processo de formação de ator.
 

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Ridson Reis, ator do Bando de Teatro Olodum, se emociona ao falar sobre a sua experiência e carreira com a Universidade Livre de Teatro Vila Velha

O artista vem realizando atividades de percussão e capoeira com o grupo


UNIVERSIDADE LIVRE- DEPOIMENTO DE RIDSON REIS 17/05/13 from marcio meirelles on Vimeo.

Quer aprender um pouco ou mais sobre Butoh? Assista ao dia de trabalho do bailarino e coreógrafo japonês Tadashi Endo com a Universidade Livre de Teatro Vila Velha


UNIVERSIDADE LIVRE- ENCONTRO COM TADASHI ENDO 29/04/13 PARTE 1 from marcio meirelles on Vimeo.
Tradução de Cláudio Varela (participante da Livre) e do diretor teatral marcio Meirelles

No dia em que se comemora o Dia Internacional da Dança, 29/04, a Livre mergulhou numa das expressões mais genuínas dessa arte: o butô. A convite do diretor teatral Marcio Meirelles, o bailarino e coreógrafo japonês Tadashi Endo deu continuidade a um intercâmbio que começou com as apresentações solos do artista por aqui, em 2010, na programação do VIVADANÇA Festival Internacional, e se expandiu com a montagem de “Dô”, do Bando de Teatro Olodum, em 2012, e que agora resultou num workshop,  no qual os participantes experimentaram diversos procedimentos do butô, durante quatro horas, exercitando possibilidades corporais e gestuais, num trabalho em que se propõe o desapego de ideias de criação pré-concebidas, ações condicionadas ou mesmo de pressupostos teóricos. Um desafio instigante quando se trata de romper com tantas experiências já internalizadas, e quase que involuntariamente programadas, para a construção do trabalho do ator.



Francesco Morotti em seu dia de paparazzi nos bastidores da exposição do Movimento HotSopt nesta sexta-feira

O ragazzo italiano é um dos participantes da Universidade Livre de Teatro Vila Velha, além de ator, pescador, jogador de futebol e leitor de Jorge Amado. 

Clique na imagem para ampliá-la.

É hoje! Abertura do Movimento HotSpot no Teatro Vila Velha, com uma intensa programação de shows, palestras, exposição e diversas outras atividades

Veja toda a programação aqui

Clique na imagem para ampliá-la.



quinta-feira, 23 de maio de 2013

Encontro da diretora e coreógrafa Cristina Castro com a Universidade Livre de Teatro Vila Velha, nas palavras de Tiago Querino, um dos participantes do programa


"Hoje, nós tivemos a honra de conhecer um pouco do trabalho da Cristina Castro na Sala Mário Gusmão. Ela, com uma serenidade, calmaria e atenciosa, nos conduziu a um encontro maravilhoso. Alongamos cada parte do corpo com maestria, o aquecimento também foi muito importante, por que ela trabalhou a nossa percepção. Cristina Castro enfatizou sempre a noção da ocupação do espaço, observação do outro, nós não estamos sozinhos no palco, temos que saber distribuir bem o espaço. Trabalhamos com os planos baixo, médio e alto, e como a gente poderia ocupar os espaços usando esses planos. Destaco algumas frases dela no dia de hoje. "O que eu vim fazer aqui?", "Onde eu estou?". Quero fazer teatro com quem realmente quer viver teatro", observa Tiago Querino.

Isto não é uma exposição!

Preparativos para a abertura do Movimento HotSpot

"Tudo o que você verá aqui é potencial criativo. É uma coleção de objetos, vídeos, maquetes, ilustrações e fotografias. São manifestações de pensamentos. Precisamente: 306 talentos, selecionados entre 1642 possibilidades, por 11 curadores.

Agora tudo está aqui para você ver, não por acaso, mas pela vontade de muita gente que imaginou esse momento possível.

O que você faz a partir desse contato é o que tornará esse potencial algo novo. Algo que não sabemos agora.

É essa incógnita que nos instiga e interessa. É o não saber o que há depois e o querer descobrir que gera. Movimento.

Acreditamos que as boas ideias raramente são resultado de uma mente vibrando sozinha, e sim fruto de diversas interfeências, trocas, referências, conexões.

Você está na intersecção agora, siga por onde quiser.

Isto é uma festa!"

Texto exposto no Foyer do Teatro Vila Velha. É aqui que vai acontecer o Movimento HotSpot.

Jean Jacques Lemetre, do Théatre du Soleil, no Teatro Vila Velha



O maestro francês Jean-Jacques Lemêtre, que assina várias criações do Théatre du Soleil, desde 1978, está em Salvador desde o início da semana. Ele veio para ministrar a ficina "O corpo Musical", produzida por Deolinda Vilhena. Diversos artistas ligados às artes cênicas vieram conferir o trabalho do artista. O vídeo acima mostra um pedacinho do que está acontecendo na Sala João Augusto. 



A convite de Marcio Meirelles, o maestro participou de um encontro com a Universidade Livre de Teatro Vila Velha, na terça-feira, 21/06. 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Encontro de Compositores em dose dupla

Hoje, às 20h, no Cabaré dos Novos, o registro precioso do já tradicional Encontro de Compositores.
É só chegar!


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Lançamento do catálogo "Chamando Ela" em Salvador

O projeto envolve uma série de linguagens, como fotografia, moda, design, cultura digital e diversos elementos da arte contemporânea, em recortes do cotidiano da capital baiana e de São Paulo


O lançamento do catálogo "Chamando ela", um trabalho conjunto dos fótografos João Milet Meirelles e Tiago Lima e da artista plástica paulistana Sheila Ribeiro, é neste domingo, 26/05, às 20h, no Teatro Vila Velha. 
São 18 ensaios, em formato de editoria de moda, seis deles na capital baiana, em lugares como o bairro do Cabula e a praia do Solar do Unhão.
Entre os elementos de construção do trabalho, estão a reversão de padrões, o deslocamento, a inversão, a recriação, o lúdico e outras perspectivas e experiências estéticas. 
Um dos resultados desse processo foi apresentado no mês de abril, através de videoinstalação e performance, na programação do "Tudo Dança", no Sesc Pompéia (SP).

26/05 | dom | 20h
Entrada gratuita | Cabaré dos Novos




quinta-feira, 16 de maio de 2013

Experimentar



Hoje acontece Frankenspeare/Shakestein, o experimento 2 da Universidade Livre de Teatro Vila Velha.

É mais que um espetáculo, é um experimento.
É menos do que um espetáculo, é um experimento.
Palestra, simpósio, seminário, apresentação de resultados, debate, peça, tese, tentativa, erro, acerto, queda, pulo no escuro, aventura: experimento.

20h | Sala Principal

Bando de Teatro Olodum em festival internacional nos Estados Unidos.

A notícia é um dos destaques de hoje da Coluna VIP, no Correio da Bahia


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Orquestra Castro Alves realiza primeiro concerto do ano no Teatro Vila Velha


Hoje tem concerto da OCA.  A segunda formação orquestral do NEOJIBA, realiza seu primeiro concerto do ano, às 20 horas, no Teatro Vila Velha. A apresentação conta com a participação do Coral Juvenil do NEOJIBA - ICEIA, do Grupo de Percussão e do Ensemble de Trompas do NEOJIBA, sob o comando de Eduardo Torres e a participação de monitores regentes. Os ingressos custam R$ 4 e R$ 2.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Marcio Meirelles assume a coordenação artística do 28º Curso Livre de Teatro da Universidade Federal da Bahia

 
A ligação do Teatro Vila Velha (TVV) com a Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia é antiga, data do verão de 1959, quando alguns alunos da primeira turma da faculdade recusaram a graduação,  romperam com a direção da Escola, e, liderados pelo então professor João Augusto (1928-1979), formaram a primeira companhia profissional da Bahia: a Companhia Teatro dos Novos, grupo fundador e residente no teatro até os dias de hoje.
Dessa história faz parte o atual diretor artístico do Vila e diretor do Bando de Teatro Olodum, Marcio Meirelles, responsável pela revitalização do tradicional espaço, em Salvador, onde também criou, em 1990, juntamente com Chica Carelli, o Bando de Teatro Olodum, formado somente por atores negros, que surgiu a partir da realização de oficinas nos bairros da capital.

“É o momento de religar o Teatro Vila Velha e a Universidade, essa ação tem um valor simbólico, de um momento de aproximação, até porque os fundadores do teatro saíram de lá”, reconhece o artista.
 
Além da coordenação, Meirelles também assina a direção artística do espetáculo de conclusão de curso e conduz a oficina para a realização do processo seletivo desta edição, entre os dias 10 e 15 de junho.
 
As inscrições estão abertas até o dia 31 de maio, na secretaria da Escola de Teatro, e só será efetivada mediante o pagamento da Taxa de Inscrição de R$ 60,00. Necessário levar uma carta de interesse com no máximo 2.000 caracteres (espaços incluídos). Lembrando que são apenas 35 vagas. O início do curso está previsto para o dia 01 de julho de 2013, com a apresentação de um espetáculo de conclusão com estreia marcada para janeiro de 2014, no Teatro Martim Gonçalves. As aulas são ministradas no período da noite. Exigências: ter mais de dezoito anos e possuir ensino fundamental completo.
Para mais informações, ligue: (71) 3283-7850 ou 3283-7851. Ou envie mensagem para
cursolivrexviii@gmail.com e  merda para todos!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Seleção para vaga de coordenador administrativo-financeiro



TEATRO VILA VELHA
SELEÇÃO PARA VAGA DE COORDENADOR ADMINISTRATIVO-FINANCEIRO

O Teatro Vila Velha abre seleção para uma vaga de coordenador administrativo-financeiro. Para concorrer ao posto, os interessados deverão ter ensino superior completo em curso em administração de empresas, ciências contábeis ou contabilidade, experiência na área financeira gestão de projetos, interesse para trabalhar no setor cultural.

INFORMAÇÕES SOBRE O POSTO:
o       Local - Teatro Vila Velha
o       O cargo de coordenação administrativo-financeira assume co-responsabilidade legal pela associação.
o       Atividades da função - planejamento, execução e acompanhamento áreas: orçamentária, financeira (gestão de fluxo de caixa através de sistema de gerenciamento financeiro), de projetos (patrocínio público e privado; prestação de contas de projetos), de pessoal (colaboradores e relacionamento com escritório de contabilidade), e funcionamento (rotinas, manutenção predial). Desejável experiência com terceiro setor, gestão de projetos e economia solidária.  

I - DA INSCRIÇÃO
Os candidatos devem encaminhar currículos para financeiro@teatrovilavelha.com.br até 15 de maio de 2013. 

II - SELEÇÃO
O processo seletivo se dará nas seguintes etapas:
1.      Análise de currículo
2.      Entrevista coletiva
3.      Avaliação psicológica
4.      Atividade de seleção – análise de caso
5.      Seleção final.
Histórico profissional, criatividade, capacidade de se antecipar a problemas e facilidade para o trabalho em equipe são aspectos que serão levados em consideração para a avaliação.

III - DA CONTRATAÇÃO
O(A) candidato (a) selecionado será convocado(a) para preenchimento imediato da vaga. 

Fábio de Santana é o novo representante regional da FCP Bahia/ Sergipe



Fabio de Santana em cena

Foi publicada no dia 30/04 no Diário Oficial da União, a nomeação de Fábio de Santana como representante regional da Fundação Cultural Palmares nos estados Bahia/ Sergipe. O jovem ator, que  iniciou a militância no Bando de Teatro Olodum, a partir de agora, vai trazer a experiência acumulada em arte e cultura negra para sua atuação como gestor da FCP.

“Estou certo de que farei uma gestão coletiva, aberta ao diálogo. Quero contribuir para o processo de desenvolvimento da cultura negra brasileira”, afirma.

À frente da Representação da Fundação Palmares, Fábio quer realizar um levantamento dos processos iniciados nas últimas gestões da FCP e dar continuidade ao trabalho de promoção e preservação da cultura afro-brasileira. Além disso, ele buscará fortalecer parcerias com as Secretarias de Cultura dos Estados para realização de fóruns e seminários de promoção da arte, cultura e conservação do patrimônio histórico do povo negro.

“A ideia é reunir artistas, representantes de religiões de matriz africana e movimentos sociais para identificar suas demandas. O trabalho coletivo é uma característica herdada dos povos africanos”, ressalta.

Ações afirmativas - Para Fábio,  a política dos editais para produtores e criadores negros fazem parte de um processo de reparação histórica. Segundo o artista, é necessário estimular a realização deste tipo de certame em outras instituições públicas e privadas, além de investir  na formação técnica e acadêmica dos artistas e produtores culturais negros.

“A ancestralidade da cultura negra tem um papel importante para o desenvolvimento social e econômico do país”, disse. “Somos a maioria da população brasileira, geramos renda, mas nem sempre somos os protagonistas dos projetos que nos interessam”,  concluiu.

Currículo – Fábio de Santana é ator, poeta, arte-educador, músico, produtor cultural e graduando em Administração de empresas pela Faculdade da Cidade do Salvador (FSC).  Atuou no Bando de Teatro Olodum e é membro do Coletivo de Produtores Culturais do Subúrbio de Salvador, idealizador e coordenador do Festival de Arte Negra: A Cena Tá Preta e do Festival de Teatro do Subúrbio em todas as suas edições. Fábio coordenou a Associação de Arte e Cultura É ao Quadrado (E²) e também foi membro do Movimento de Cultura Popular do Subúrbio Ferroviário de Salvador.

Daqui

Palestra com Márcio Meirelles acontecerá dia 18 de maio em Jequié



A utilização da tecnologia na criação artística é uma das tendências do teatro contemporâneo. Para melhor compreender como se elabora essa construção de significados e quais são seus resultados estéticos, a palestra de Márcio Meirelles (O TEATRO E AS NOVAS TECNOLOGIAS), a ser realizada em Jequié, no dia 18 de maio, às 20h, no Centro de Cultura ACM, com entrada franca, discutirá o uso dos aparatos tecnológicos que se relacionam com a modulação da dramaturgia, com a manipulação do tempo e do espaço e com o jogo dos atores em cena, abordando as influências do uso da tecnologia na cena, característica de uma nova teatralidade. 

O evento faz parte da programação oferecida pelo projeto "Semana Multiartística", sob direção executiva de Alysson Andrade, com o patrocínio do Fundo de Cultura da Bahia e SecultBA. 

Márcio Meirelles é Diretor teatral, cenógrafo, produtor e figurinista. Em 2013, comemorou 41 anos de teatro. Nesta trajetória que se confunde com a história do teatro baiano, o encenador, que também já atuou como artista plástico e fotógrafo, além de Secretário da Cultura do Estado da Bahia (2007-2010), foi responsável pela revitalização do Teatro Vila Velha com o trabalho no bando, formado apenas por atores negros. 

É autor do texto e da encenação no teatro de “Ó Paí Ó”, que revelou o ator Lázaro Ramos e depois se tornaria filme financiado pela Globo Filmes. Dirigiu diversos espetáculos de música, de artistas como Tom Zé, Caetano Veloso, Margareth Menezes, entre outros. Márcio, também foi diretor do Teatro Castro Alves durante o governo de Waldir Pires (1987-1989).

Daqui

Dissidente em dose dupla


O espetáculo Dissidente, em cartaz no Vila, é destaque do programa Soterópolis de hoje. A montagem, dirigida por Gordo Neto, faz apresentação às 20h, de hoje a sábado, e às 19h no domingo.

O programa é exibido às 22h, na TVE e tem transmissão ao vivo também no portal do irdeb www.irdeb.ba.gov.br.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Dimazz no Vila



Nota no Jornal A Tarde - A apresentação de hoje terá a participação das bandas Panos e Mangas, Suinga e Sanbone Pagode Orquestra.

Contemplado pelo programa de projetos em residência 2013, entre mais de 20 trabalhos selecionados para este ano, Dimazz relembra a ousadia musical de grandes artistas e bandas, como Caetano Veloso, Os Beatles, Mutantes, Pink Floyd e Gilberto Gil. A formação instrumental chama a atenção desde o início, quando se vê na frente o violino e a clarineta, dialogando com melodias que se baseiam nos concertos de piano de Beethoven e no suingue dos concertos de bar de Chiquinha Gonzaga. A guitarra roqueira e percussiva de Dimazz também dão o tom, aliado a um baixo de notas precisas, bateria e percussões, reconstruindo estilos que passam pelo samba, frevo, baião, valsa, jazz, rock, maracatu.


A temporada no Teatro Vila Velha será sempre nas primeiras terças-feiras dos meses de maio, junho e julho (07/05, 04/06 e e 02/07), com a participação de atores e convidados, projeções e exibição de filmes.

Graduado em composição pela Escola de Música da UFBA, Dimazz passeia do grave ao agudo com a sua voz completando essa malha sonora, cantando letras bem elaboradas sobre as aventuras e desventuras de um casal. “Suíte Amandita” possui seis faixas autorais (duas ainda não lançadas) e, na visão do autor, “ocupa o vão existente entre as chamadas músicas erudita e popular” e “soa como uma orquestra moderna, colorida, cheia e forte, só que construída através da fusão dos conhecimentos orais e escritos, no popular e no erudito, no suingue e na precisão, sendo um grande abraço musical”, conceitua Dimazz.

07/05, 04/06 e e 02/07 | ter | 20h
R$ 30 e 15 | Sala Principal

domingo, 5 de maio de 2013

15 anos de reinauguração do Teatro Vila Velha



Em 05 de maio de 1998, foi entregue ao público e aos artistas o "Novo Vila". Um Teatro Vila Velha contemporâneo, revitalizado, confortável e bem equipado, com projeto arquitetônico de Carl von Hauenschild, foi reinaugurado com a estreia do espetáculo "Um Tal de Dom Quixote", com o Bando de Teatro Olodum e a Cia. Teatro dos Novos. 

A campanha de reinauguração marcou época e criou o jargão "Vá ao Vila, Velho". Criada pelo publicitário João Silva, da Maria Comunicação, teve como garotos propaganda, entre outros, Caetano Veloso e Gilberto Gil, que estrearam aqui em 1964. 

O projeto do Novo Vila começou em 1994, quando o diretor Marcio Meirelles, com o Bando de Teatro Oldum, a Cia Cereus, o Cria, Chica Carelli, Tereza Araújo, Zeca Abreu, Marísia Mota, Angela Andrade, Cristina Castro e Débora Landin, retomaram o projeto original dos Novos, e restauraram um teatro de artistas, centro de pesquisa e invenção.