segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Vamos malhar!

Parabéns aos sorteados para malhar na Espaço 10!

Academia Piedade
Rafael Ferreira Couto
Flora Santos Virgens
Elizeu Pinto Santana
Eduardo da Silva
Marcos Paulo Silva

Academia Campo Grande
Cinara Fonseca Pereira
Fredson Xavier dos Santos
Rivaldo Nascimento
Rafael sacramento

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Amostrão Vila Verão está chegando ao final

Foto: João Milet Meirelles / público do espetáculo "Cabaré da Rrrrraça"

Durante o mês de fevereiro vimos e aplaudimos os espetáculos que ocuparam os espaços do Vila. Conhecemos um pouco da produção do interior, dos universitários, do subúrbio, da nossa cidade, revimos grupos residentes e nos divertimos com a mostra infantil, que na verdade é para todos. Até convidado de fora tivemos esse ano. O Vila agradece a todos os artistas, técnicos, funcionários e produtores que estão fazendo um lindo Festival.

foto: João Milet Meirelles / Clarisse Abujamra no espetáculo "Antônio da tua tão necessária poesia"

Estamos na última semana do Amostrão Vila Verão, ainda dá para aproveitar o Festival. Tem Sonhos Perdidos do Grupo E², Matilde, la cambiadora de cuerpos que com texto de Fábio espirito Santo e que concorre ao Braskem nesta categoria e Áfricas, o primeiro infanto-juvenil do Bando de Teatro Olodum. Apareçam!


foto: João Milet Meirelles / público do espetáculo "H2O - uma fórmula do amor"

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Encontro de Compositores é destaque no Jornal A Tarde

Vejam a matéria que saiu hoje, 24 de fevereiro, sobre o Encontro.
Cliquem na imagem para ampliar.





RESULTADO Prêmio VIVADANÇA - 2ª edição

Foto: Isaura Suélen Tupiniquim Cruz


O VIVADANÇA Festival Internacional divulga o resultado da seleção de projetos para o Prêmio VIVADANÇA - 2ª edição:

SELECIONADO
Projeto: Fricção
Proponente: Isaura Suélen Tupiniquim Cruz
Pessoa Jurídica/Razão Social: G E C Produções Ltda

SUPLENTE
Projeto: CBF
Proponente: Lucas Valentim Rocha
Pessoa Jurídica/Razão Social: Cintra Gramacho Recepções e Eventos LTDA

A comissão de seleção foi composta por: Cristina Castro (diretora artística e curadora do VIVADANÇA Festival Internacional), Leandro de Oliveira (coreógrafo e dançarino), Luiz Antônio Jr. (Coordenador do Prêmio VIVADANÇA) e Tiago Menegaz (dançarino e produtor cultural).

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Bicicletada Salvador












Sexta, 25 de fevereiro
Concentração -> 18:30 -> R. Fonte do boi, Rio Vermelho -> Saída -> 19:00
Obs. pedal leve, cadenciado e gratuito ( qualquer pessoa que sabe andar de bicicleta pode participar, não são necessários equipamentos ou bicicletas especiais). Se quiser, vista sua fantasia...
e venha festejar

Vídeo: Participação de Tatau no Cabaré da Rrrrraça

Vejam o vídeo da participação de Tatau, ontem (22/02), no Cabaré da Rrrrraça:


Cabaré da Rrrrraça no Amostrão Vila Verão

Foto: Cinara Pereira

Terça-feira a noite. Começam a chegar as primeiras pessoas. Aos poucos, vão tomando os espaços do Vila... Foyer, Cabaré, rampa, jardim. Todos esperam ansiosos pelo começo do espetáculo. “Já assisti há muito tempo atrás. Soube hoje que iria ter de novo e resolvi vir conferir”, explica o publicitário Jorge Barreto.

O palco impressiona. Montado em forma de passarela, deixa o público mais próximo, criando uma atmosfera de intimidade. Quando a luz se apaga e entram em cena os 15 atores, todos vestidos de preto, é que se tem uma dimensão da grandeza do espetáculo. Cabaré da Rrrrraça mostra o ponto de vista do que é ser negro no Brasil através dos vários personagens em cena, discutindo sobre comportamento, sexualidade, profissão, discriminação, postura política, entre outras coisas.

Cabaré é um musical com estética de desfile de moda, misturada ao formato de um programa de auditório. Sua trilha sonora traz diversos estilos e suas coreografias foram criadas a partir das tradições afro e das danças populares contemporâneas. Os atores trabalham com uma linguagem direta e interagem com a platéia, que colabora com depoimentos verdadeiros sobre situações comuns a elenco e público.

“Em algum momento você vai se identificar com algum ponto vista narrado na peça. Seja a favor, seja contra, seja porque vivenciou ou porque soube de algum caso”, afirma o editor de vídeo Paulo Alberto. “De uma forma geral, e bem humorada, o espetáculo passa o que é a consciência negra”, conclui.

Foto: Cinara Pereira

Ao final de cada apresentação, sempre surge um convidado especial para fechar a noite. Ontem quem participou foi o cantor Tatau, que lançou música nova, e encerrou a noite cantando “E Lá Vou Eu” para alegria da plateia. A convidada de hoje será a cantora Virgínia Rodrigues.

A peça já foi apresentada em diversos estados brasileiros e também passou por Portugal e Angola, sempre se revelando um grande sucesso de público. Cabaré da Rrrrraça volta a cartaz em março, sempre as sextas e aos sábados, às 20h.

Foto: Cinara Pereira














Guilherme Silva em sua estréia no Cabaré da Rrrrraça

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Prêmio VIVADANÇA - Inscrições Prorrogadas!

Estão prorrogadas as inscrições para o Prêmio VIVADANÇA - 2ª edição até o dia 22/02 (terça-feira). O edital e a ficha de inscrição constinuam disponíveis no site do Festival VIVADANÇA (www.festivalvivadanca.com.br). O resultado será divulgado no dia 24/02 (quinta-feira), no site do Festival VIVADANÇA e no blog do Teatro Vila Velha (www.teatrovilavelha.com.br/blog). O projeto selecionado será contatado por telefones e/ou e-mail de contato.

A comissão de seleção desta edição do Prêmio VIVADANÇA será constituída por:
  • Cristina Castro - diretora artística e curadora do VIVADANÇA Festival Internacional
  • Luiz Antônio Jr. - coordenador do Prêmio VIVADANÇA
  • Leandro de Oliveira - coreógrafo e dançarino
  • Tiago Menegaz - dançarino e produtor cultural
Boa sorte a todos!

MÁRCIO MEIRELLES: ENTRE O PALCO E A POLÍTICA

http://www.cenalusofona.pt/cenaberta/detalhe.asp?id=667&idcanal=1

Márcio Meirelles, criador artístico, homem de teatro, tem nos últimos anos desempenhado o cargo de Secretário da Cultura do Estado da Bahia. Encenou "Bença", o mais recente espectáculo do Bando de Teatro Olodum. O palco, a política, condições conflituantes? A esta e outras questões, suscitadas por cenaberta, respondeu Márcio Meirelles, via e-mail.

Durante o seu mandato enquanto Secretário da Cultura da Bahia, quais foram as prioridades e os principais problemas que enfrentou?
Primeiro, reconhecer que a Cultura é um direito de todos e que cada cidadão é um produtor de cultura e tem que ter acesso aos meios de produção e aos bens culturais produzidos, ao seu patrimônio e à sua memória. E, se é um direito básico do cidadão, é um dever do Estado cuidar para que todos gozem desse direito. Depois e por isso, descentralizar, democratizar e institucionalizar as políticas culturais. Descentralizar setorialmente. Estendendo os programas da Secretaria a um espectro mais amplo de ações da sociedade. Expandindo para outras áreas, além das linguagens artísticas, como por exemplo a moda, o design, a gastronomia, a cultura digital, as culturas identitárias dos povos indígenas, quilombolas, ciganos, para as culturas populares e sua produção, para as festas.

Também descentralizar territorialmente. A Bahia é maior que a França, temos 417 municípios, agrupados em 26 territórios de identidade. Entendemos que não seria possível trabalhar para o Estado inteiro se não trabalhássemos em rede, se não trabalhássemos com as prefeituras. Então, desde o início do mandato, temos promovido encontros, oficinas de qualificação dos gestores municipais de cultura. Eles criaram um fórum, que se transformou em associação. Estão sempre se mobilizando e articulando informações e ações.

Temos também uma rede de 26 representantes territoriais da Secretaria. São nossos braços. São responsáveis por acompanhar as nossas políticas e ações em todos os territórios.

Por fim, institucionalizar essas políticas. Elaboramos um projeto de Lei Orgânica da Cultura que vai consolidar boa parte delas definindo o que é Cultura, que atividades sociais se enquadram no escopo das atividades da Secretaria, e como o Estado deve atuar nesse setor. Cria o Sistema Estadual de Cultura, e outros marcos importantes para tirar as atividades culturais da informalidade. Reconhece também a cultura como eixo de desenvolvimento e geração de economia sustentável local. Este projeto de lei foi construído a partir de várias consultas públicas, inclusive em duas Conferências Estaduais – em cada uma mobilizamos em torno de 40 mil pessoas para discutir prioridades e diretrizes que resultaram na Lei e são base para o Plano Estadual de Cultura.

Que resultados conseguiu realmente?
Os resultados mesmo virão em médio prazo, porque trabalhamos nas bases, nos conceitos, na criação de infraestrutura.

De imediato posso dizer que resultou num aumento qualitativo e quantitativo de propostas, vindas de todos os territórios e, agora, fazendo o balanço de quatro anos, fizemos mapas onde pode-se ver bem distribuídos os novos 150 pontos de cultura, podemos reconhecer, em sistema, as mais de 200 unidades museais; podemos constatar que, com as 150 bibliotecas municipais que implantamos, zeramos o número de municípios sem bibliotecas; podemos ver que contemplamos projetos propostos por todos os territórios e apoiamos a circulação de projetos em todos também.

Podemos dizer que, este ano, tivemos em Salvador mais de 60 estreias de novas peças de teatro, o que é um recorde. Que a música baiana agora é reconhecida em sua pluralidade e o setor tem se organizado mais, participando de feiras internacionais e promovendo encontros e fóruns que levam em conta a nossa inserção no mercado nacional e internacional. Temos agora quatro festivais internacionais de artes cênicas por ano, dois de dança e dois de teatro. E em torno de mais de dez festivais, encontros e mostras anuais em vários municípios. O que promove uma troca fantástica entre os produtores do interior e da capital.

Triplicamos o número de visitantes nos museus, aumentando suas área expositivas e horários de funcionamento, além de um programa intenso de exposições contemporâneas e de acervos, acompanhadas de programas de visitação e educativos. Temos uma coleção de 63 peças de Rodin, cedidas em comodato pela França durante três anos.


Quanto ao intercâmbio internacional e, em particular, ao intercâmbio na lusofonia, que sempre defendeu, o que é que ficou por fazer e, eventualmente, guardaria para um segundo mandato?
Criamos mecanismos de apoio a residências e intercâmbios através de editais. Isso foi uma coisa genérica, para artistas locais viajarem ou virem artistas de

qualquer país. Quanto a programa específico para a CPLP, estivemos na coordenação de um concurso de documentários para as TVs públicas, o Doc TV CPLP, um programa nacional.

Agora assinamos esse termo de cooperação com a Cena Lusófona e uma próxima gestão poderá trabalhar melhor para a promoção de atividades da lusofonia nas artes cênicas e poderemos avançar para outras áreas.

Toda a sua vida foi a de um criador artístico, um fazedor teatral, envolvido nos problemas relativos à afirmação da arte e do teatro nos diversos contextos sociais e políticos do Brasil. Durante os últimos anos usou um outro boné, o da política, o que é, aparentemente, contraditório. Como resolveu essa contradição? Essa dupla condição foi conflituante? Acha que terminou a sua missão desse lado e tem vontade de regressar? O facto de ter assinado o último espectáculo do Bando, "Bença" (aliás, belíssimo), é uma espécie de resposta?
É mais uma espécie de questão. Creio que os espetáculos sempre são perguntas sem respostas. E fazer essas questões, instigar, é o meu ofício. Não há contradição alguma entre o cargo que ocupo agora e ser artista, no caso encenador. O que faço no teatro? Transformo um discurso em ação, através de uma equipe de colaboradores, para que esta ação, de alguma forma, transforme a sociedade. É o que faço como secretário de Cultura.

Como fazedor teatral, tive que virar gestor, porque entendi que a melhor maneira de atuar politicamente com meu discurso cênico, seria através de um grupo, razoavelmente fixo, de artistas colaboradores. Sempre fiz teatro de grupo, mesmo quando dirigi elencos. Depois um grupo pede uma casa, e coordenei a gestão de o centro cultural A Fábrica, nos anos 80, e, a partir de 94 até 2006, o Teatro Vila Velha. Quando você é gestor de um grupo e de um teatro, você desenvolve políticas públicas de atuação, portanto questiona as políticas do Estado, interage com elas e deve interferir em suas formulações e execuções. Portanto do lugar de artista, produtor e gestor cultural sempre fiz e discuti políticas públicas para a cultura.

Quando o governador Jaques Wagner me convidou para assumir o cargo, não tinha como não aceitar. Se esse foi o meu discurso o tempo inteiro e alguém, em quem confio, me chama para participar de um programa político, no qual concordo, para efetivar e tornar ação esse discurso e com isso promover o desenvolvimento da Bahia, tinha que aceitar e dar o máximo de mim para tornar esse programa vitorioso. Não estou satisfeito, porque o passivo era muito grande e a mudança proposta muito radical e ainda há muito por fazer. Mas tenho a sensação de dever cumprido. Demos alguns passos, outros são necessários, mas os que demos foram firmes e definiram caminhos que a sociedade está se apropriando e vai poder trilhar, cobrando do Estado que faça sua parte.

Quanto a Bença, mesmo com todas as tarefas, eu não podia deixar de dirigir o espetáculo comemorativo dos 20 anos do Bando de Teatro Olodum. Fui um dos fundadores do grupo e com ele vivi muitas coisas. Era preciso participar desse novo ciclo. Foi o que fizemos, inauguramos um novo ciclo do grupo com esse espetáculo. Agora, virão mais 20 ou sei lá quantos...


O que falta ao teatro baiano, na sua opinião, para se afirmar e desenvolver fora de portas?
O teatro, no século XXI, está passando por um momento complicado. É o século da família das ferramentas digitais e virtuais. Século das comunidades. Do tempo real e espaço virtual. É um século que redefiniu muitas coisas a partir dessa tecnologia. E dentre essas, questões básicas para o teatro: a presença virtual, a reprodutibilidade e difusão dos discursos, as formas narrativas. Ao contrário do surgimento do cinema e da televisão que criaram novos suportes para a linguagem teatral e só a partir daí foi desenvolvendo linguagens próprias, as novas tecnologias vieram já com sua própria sintaxe. É preciso que o teatro dialogue com esse novo tempo, esse novo público, esses novos meios.

Na Bahia não é diferente. Ficamos muito tempo isolados do mundo, trocando muito pouco. Não tínhamos um festival de teatro internacional nem nacional, por exemplo. Circulamos muito pouco e só poucos de nós. Por outro lado vivemos uma política perversa que tornou a produção cultural dependente do Estado ou de patrocinadores. Nos importamos pouco com o público. E não no sentido de atender o que se quer ver, mas no de propor coisas que precisam ser vistas. Se, por um lado, 90% das peças montadas aqui são de autores locais, nosso isolamento do mundo só há pouco tempo começou a ser quebrado, trazendo oxigênio para a cena local. Nosso universo provinciano é muito forte. O lado bom é que temos muito material simbólico para trabalhar, o ruim é que achamos que nos bastamos,

alimentando “estrelas” e “gênios” locais que não resistem a um sopro maior de novidade. E que ignora o tempo atual que passa célere transformando tudo.

O teatro é um testemunho de nosso tempo presente. E o tempo agora é real, se o teatro não se apropriar disso e fizer seu discurso para o público do século XXI, vamos morrer sonhando com Moscou, em nosso jardim de cerejeiras, não entendendo porque as platéias estão vazias, culpando o Estado por isso ou o próprio público por não ter formação suficiente para ficar mais de duas horas vendo Tchékhov. Em outras palavras, o teatro baiano tem que sair de sua redoma e buscar e formar seu público. É preciso investir em educação, sim. Mas isso é uma tarefa de todos. Não só do Estado.

entrevista de António Augusto Barros

Promoção do Amostrão


Hoje, às 20hs, teremos a apresentação do espetáculo "Antônio da tua tão necessária poesia" direção e atuação de Clarisse Abujamra. Os primeiros 50 alunos da Escola de Teatro da Ufba que apresentarem o comprovante de matrícula, até meia hora antes do espetáculo, vão poder assistir a montagem de graça. Corre!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Últimos preparativos para Mar Me Quer


Manuela Santiago (Manu) está na porta do Cabaré, preparando o visual para a cuta temporada de Mar Me Quer. A responsável pelo visual é Fabíola Julia, atriz de Édipo Rei, que também estará em cartaz neste final de semana
Confiram! Hoje, sábado e domingo.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

UMBIGUIDADES: TRANSFIGURAÇÃO DE UMA ATRIZ-PESQUISADORA NUMA VERDADEIRA AULA ESPETÁCULO


É gratificante ver uma profissional do nível de Iami Rebouças por na cena um discurso que vem quebrar os paradigmas que apontam para escolha entre ser artista ou ser pesquisador dito‘acadêmico’. Ainda um dilema, principalmente entre os estudantes de curso universitário em Teatro. Em Umbiguidades, trabalho de pesquisa para obtenção do título de mestrado em Artes Cênicas no PPGAC-UFBA, Iami apresenta um panorama de personagens que marcaram a sua carreira. Dentre eles a Mãe-Ubu, a Mãe de Bodas de Sangue, a Professora de francês, a Muda de Mãe Coragem e Baêa. A atriz, não só transita muito bem entre estes dois eixos (artístico e acadêmico) como também desmistifica a idéia de que o trabalho de voz para o ator deve ser separado do trabalho corporal.

Um dos aspectos que mais influencia a intérprete-autora-encenadora-pesquisadora é a modificação física, sobretudo da musculatura facial, o que interfere na caixa de ressonância, que é a cabeça e consequentemente cria novas vozes e ativa diferentes ressonadores.

É uma peça de poucos elementos, apenas os necessários para transformação nos personagens. No centro uma grande escada-cabine-camarim que serve de eixo para a atriz se trocar, encenar, pendurar objetos, entre outras coisas que vão se revelando na ação cênica. É um objeto bastante simbólico quando se fala em trajetória, aliás, refletir sobre a carreira artística, observando o caminho e pontuando os acertos, erros, aprendizado, pode ser um bom conselho para todos aqueles que necessitam saber em que estágio se encontram e onde querem chegar.

Há momentos de quebra, onde a atriz conversa com a platéia sobre sua carreira e sobre os mecanismos utilizados para compor determinado personagem, assim aos olhos do público ela se transfigura numa força invejável a qualquer atriz.

No tocante a espitemologias para as pesquisas nas artes cênicas, este trabalho abre um precedente para a experiência do pesquisador como o objeto da pesquisa e considera, sobretudo, a necessidade de se olhar para esta área de conhecimento com suas devidas necessidades específicas quando numa pesquisa e não tentar a todo custo enquadrá-la nas epistemologias mais funcionais nas ditas ciências duras.

Este tipo de trabalho tem o perigo de cair no didatismo, coisa que não acontece. A estrutura e ordenação das cenas, intercaladas pelas falas de Iami concede a encenação um arranjo capaz de fazer-nos seguir o ritmo e a respiração de cada uma daquelas personagens.

Àqueles, como eu, que viu a atriz em cena pela primeira vez, fica o vislumbre de uma carreira bem construída. Aos que acompanharam esta carreira acredito que devem ficar enternecidos em reencontrar aquelas personagens e, de certa forma, adentrar nos bastidores da construção delas, sobretudo no que diz respeito ao aspecto vocal (a partir do corpo).

Aos estudantes e amantes das artes cênicas fica uma verdadeira aula de teatro.

*por Eduardo Machado

Serviço:
O quê: Umbiguidades, com Iami Rebouças
Amostrão Vila verão 2011
Local: Teatro Vila Velha
Data: 16 de fevereiro
Horário: 20h00
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O Vila amostrou no Amostrão que existe amor no fundo do mar



O espetáculo infanto-juvenil "H2O - Uma Fórmula de Amor" da Trupe da Zequinha, ganhador do prêmio braskem de 2003, em seu retorno aos palcos foi grande sucesso de público e bilheteria no Amostrão Vila Verão premiando todos com grandes e boas surpresas como a presença do autor do espetáculo Elisio Lopes Jr. assistindo a duas sessões seguidas, o grupo Pim com 60 crianças e sua diretoria na matinê, além da excelente aprovação do público.

Muito obrigado a todos, a Equipe que dá vida ao teatro Vila Velha, a produção do Amostrão e ao público presente.

Em breve estaremos de volta, aguardem noticias!

Fernanda Borges

José Wilker faz gravação no Cabaré dos Novos

Foto: Vinicio de Oliveira
Foto: Vinicio de Oliveira
Foto: Vinicio de Oliveira


A Série de TV “Palco e Plateia” realizou no sábado, 12 de fevereiro, a gravação do programa que tem como destaque os diretores do Bando de Teatro Olodum: Marcio Meirelles e Chica Carelli. A série apresentará um panorama das artes cênicas brasileiras, mostrando sua manifestação em vários estados e abordará o universo de grandes diretores teatrais brasileiros e do teatro em si.

Com apresentação de José Wilker, a série que foi dividida em 13 programas, será exibida a partir de 04 de abril no Canal Brasil. As gravações estão sendo realizadas em diversas cidades, de forma itinerante, para acompanhar o deslocamento da arte por diversas platéias.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Roda de choro no Vila!

foto: Vinicio de Oliveira

O Grupo Novato anima a noite de hoje no Vila Velha. Apareçam!

O melhor da música instrumental brasileira, em clássicos do chorinho executados por grandes instrumentistas baianos. O evento é capitaneado pelo Grupo Novato, que conta com bambas do cenário musical baiano, como Cacau do Pandeiro, Gilson Verde, Dudu Reis (Cavaquinho) e Victor Sales (violão sete cordas).

Cabaré dos Novos

Dia 14/02| segunda-feira | 18h

Ingresso: R$ 10 e R$ 5


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Notícias do Ministério

Teatro, Dança e Circo

A Fundação Cultural do Estado da Bahia está recebendo propostas de apresentações teatrais, circenses e de dança para compor a programação dos meses de março e abril, de 15 equipamentos culturais. A iniciativa faz parte dos projetos Marco do Teatro e do Circo e Agendançabril, apoiando atividades artísticas e celebrando o Dia Mundial do Teatro (27 de março), o Dia Nacional do Circo (27 de março) e o Dia Internacional da Dança (29 de abril). Os espaços, disponíveis para atividades na capital e no interior baiano, são: Espaço Xisto Bahia, Cine-Teatro Solar Boa Vista, Casa da Música, Espaço Cultural Alagados, Centro Cultural Plataforma, Teatro Dona Canô ou nos Centros de Cultura de Lauro de Freitas, Adonias Filho, Alagoinhas, Amélio Amorim, ACM, Camillo de Jesus Lima, João Gilberto, Olívia Barradas, Mutuípe, Guanambi e Porto Seguro. Os proponentes devem entrar em contato com a coordenação do espaço cultural onde deseja realizar o espetáculo. Mais informações: www.fundacaocultural.ba.gov.br/.


Cidade Baiana da Cultura 2011

Estão abertas as inscrições para o Concurso Cidade Baiana da Cultura 2011. O programa tem por objetivo fomentar o desenvolvimento social e econômico, através da valorização patrimonial e cultural, e está aberto aos 417 municípios do estado. De acordo com o regulamento, a cidade eleita será contemplada com atividades de divulgação dos seus atrativos culturais e turísticos. Realizado pela Expo Eventos, esta é a segunda edição do concurso. Para concorrer, representantes das localidades devem realizar inscrição, até 28 de fevereiro, no site: www.cidadebaianadacultura.com.br/.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Tem Oficina no Amostrão Vila Verão!

As Oficinas do Amostrão terão atividades voltadas para o corpo, a mente e a voz. Com programação variada, as inscrições estão abertas e podem ser realizadas das 15h às 18h, no Teatro Vila Velha. E-mail: amostrao@gmail.com

Esse ano a atriz, diretora e bailarina Clarisse Abujamra ministrará o workshop “Corpo, Voz e Pensamento”, que tem o intuito de despertar a curiosidade sobre a arte de atuar, ser um interprete e todo o imenso universo que envolve esse oficio.

Na oficina “Cutucando Vai!”, Ricardo Fagundes vai utilizar um método que aborda o ser em sua subjetividade e as aulas servem para qualquer pessoa acima dos 16 anos que esteja interessada em fazer Teatro, independente de ter ou não experiência.

Toda voz é única como a impressão digital”, é seguindo essa linha que Marcelo Jardim, formado em Canto pela UFBA e professor de voz dos grupos Bando de Teatro Olodum, Viladança e Vilavox, vai ministrar a oficina de “Canto para Atores”.

Para balançar o corpo, teremos a oficina livre de “Danças Brasileiras”, com Ísis Carla, formada em música pela UFBA e em dança pela Fundação Cultural do Estado da Bahia.

Direcionada para técnicos, iluminadores, cenógrafos e atores, a oficina de “Iluminação em ambiente 3D” com Walter Santos, vai ensinar a utilizar o software wisywyg 3D, que é bastante utilizado por diversos iluminadores no mundo inteiro.

O Amostrão Vila Verão foi contemplado no edital ELETROBRAS Cultural 2010 e conta com Patrocínio da CHESF, através da Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal. O Teatro Vila Velha tem patrocínio da Petrobras e sua manutenção é apoiada pelo Fundo de Cultura do Estado da Bahia.

Serviço:
Inscrição: (71) 3083-4622, até um dia antes das oficinas, 15 às 18hs, Informações: amostrao@gmail.com
Local: Teatro Vila Velha

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Cascadura no Encontro de Compositores

segunda-feira, 07 fevereiro 2011 - postado por fabiocascadura: http://bandacascadura.com/a-ponte/

Pela internet, venho acompanhando o desenrolar de um projeto muito interessante que tem acontecido em Salvador: o Encontro de Compositores. É exatamente isso: um encontro que junta alguns caras que se dedicam a escrever canções. Me parece que o evento vinha acontecendo uma vez a cada mês. Soube da existência dele pela participação assídua do meu amigo Ronei Jorge.

Ele chegou a comentar comigo e até casualmente me falou para aparecer em uma das edições passadas, mas com Agenda assumida pelo CASCADURA, meu tempo ficou bem curtinho e eu fui adiando a ida…

Eis que nesse fevereiro de 2011, recebo a ligação do produtor do projeto, André Lira, que me convidou para fazer parte da brincadeira. Eu topei e não me arrependi.

O lance é o seguinte: o Encontro de Compositores parece ter nascido da cabeça de alguns dos caras que fazem parte do “elenco fixo”, vamos chamar assim, do projeto – Jarbas Bittencourt (ex-Confraria das Bazófia), Arnaldo de Almeida, Dão, Pietro Leal (Piriguino Babilaque), Manuela Rodrigues, Sandra Simões, Thiago Kalu, Carlinhos Cor das Águas e Deco Simões, além do próprio Ronei, e acontece no charmoso Cabaré dos Novos, um espaço bem descontraído que fica dentro do Teatro Vila Velha (Campo Grande). Nesse espaço os compositores se dividem em duplas espalhadas por mesas próximas às paredes, enquanto o público senta em outras mesas no “miolo” do lugar. Já de cara, amei essa disposição…

Nisso, um dos compositores abre a “rodada”, do jeito que quiser: pode catar uma canção sem dar boa noite, pode dar boa noite e apresentar os demais, pode contar uma história, uma piada… Enfim: é livre. Quando esse termina, um outro assume a pauta e assim por diante. Até que todos tenham falado, tocado, se manifestado. E então tudo começa de novo… O evento é moldado para durar cerca de duas horas, o que permite que essa dinâmica seja exercida por duas vezes. Essas duas horas, acredite, passam voando.

Dessa forma, o Encontro de Compositores é uma grande conversa musicada! Um encontro de compositores baianos.

Fui lá, na quinta, dia 03 de fevereiro, sob o convite do Jarbas e do André Lira (produtor). Fui muito bem recebido por eles e acomodado na sala do Cabaré dos Novos (confesso que gosto muito de lá, apesar de nunca haver me apresentado ali). Ainda passava o som do meu violão, quando alguém comentou que Manuela Rodrigues e Sandra Simões não participariam daquela edição: estavam desfalcados das presenças femininas.

Nem bem deu 20h, hora marcada para o inicio dos trabalhos e a sala foi tomada por uma platéia variada e bonita. Havia muitos jovens, cara de verão, saca? Moçada de férias, bronzeada… Mas, tinha gente de meia idade, de mais idade… Tinham namorados, solteiros e paqueradores… Enfim, tinha de tudo, do bom e do melhor…
Ainda meios em saber como me colocaria no lance, pedi uma cerveja e deixei o barco correr, “lá na frente veremos como faremos…”.

Lembro que tenho mais de 18 anos de palco, de som ao vivo. Ainda que haja muita ansiedade em qualquer apresentação (o famoso “friozinho na barriga”) tenho segurança e maturidade artística suficiente para lidar com as mais diversas possibilidades dentro de uma apresentação. Inclusive a possibilidade de quebrar a cara totalmente e ter que me re-avaliar… Deixa quieto…

Começo com Thiago Kalu que cantou uma composição sua, cujo refrão foi entoado por boa parte da platéia, aplaudido e deu a vez para Arnaldo de Almeida. Ele cumprimentou a todos, simpático e seguiu cantando. Há um lance bacana que é a liberdade de interferência na apresentação dos demais. Enquanto um toca o outro pode seguir num solo, num batuque, num solfejo harmonizado… Pode interferir mesmo. A liberdade é total.

Nesse instante, enquanto Arnaldo mostrava seu som, notei o cuidado com a luz do lugar. Claro! É um teatro! A iluminação é muito simples e bem bonita. Assim como o som que é muito bem posicionado:nem muito alto e plenamente audível! Confortável.

Conforto é o que se sente na sala quando a, luz baixa e se deixa perceber o que está acontecendo.

O terceiro foi justamente Ronei. Ele puxou o assunto pela minha presença. Falando que era bacana eu chegar ali porque ele tinha a percepção de que as pessoas costumam ver artista de rock como um “bicho de muitas cabeças”. Nas palavras dele “…Parece que estamos sempre juntos. Onde um vai o outro vai também, se um vai ao banheiro o outro segue junto…”. Para escrever canções, Ronei é um talento. Se expressa muito bem. Tem uma assinatura sua. Você escuta uma canção, lê uma letra de música e diz: “Isso é de Ronei!”. O cara é fera. Porém, a por detrás do seu jeito meu tímido, está um dos maiores contares de “causos” que já conheci. Ronei sempre prende a atenção de todos, arrancando-lhes generosas risadas durante e ao final de sua narrativa, em geral pontilhadas de imitação de pessoas conhecidas de quem o escuta… Eu o admiro por isso também.

Depois dessas boas vindas, ele cantou uma composição sua, bem bacana, num contraponto de ternura muito legal e que fez o clima do lugar ficar bem tranqüilo. Ele terminou e me passou a bola.

A minha participação começou comigo muito sem jeito, acho que ainda encabulado. Não contarei como foi, porque uma amiga recente, a Andreza, estava lá acompanhada do seu noivo. Ele é fotografo e ela costuma filmar umas coisas do CASCADURA, inclusive muitos dos videos do Projeto Sanguinho novo, disponíveis no Youtube. Ela tratou de registrar, tanto as minhas falas e execuções, como as de Ronei também. Você pode vê-las nesse link aqui.

Adianto que, como disse na hora lá, fiz o óbvio: contei a história que me inspirou a escrever “Não posso julgar ninguém”, primeira música que escolhi para tocar no encontro.

Enfim, os outros compositores se sucediam, cantando, recitando poesias, por entre histórias e divagações osbre a arte de compor e demais aspectos da vida que por acaso lhe ocorressem a hora. O público dançava, ria, curtia. Se deliciava com tudo.

Teve um momento muito engraçado: o cantor e compositor Pietro Leal, da banda Pirigulino Babilaque, comentou que ali estavam reunidos compositores das mais diversas vertentes: rock, samba, samba rock, MPB, reggae… Que aquela sim era a grande mistura. E brincou com a locução da vinheta do Festival de Verão Salavdor, imitanda voz que diz “Movido pela mistura!”, slogan do festival. Arrematou isso dizendo; “Poxa! Dão um texto pro cara falar e a criança fala sem saber que essa é a grande mistura”. Uns segundo depois uma voz surge da platéia e grita: “Pietro… Pietro… Quem faz a locução sou eu!”. A sala veio abaixo em risadas.

Era um rapaz nos seus vinte e poucos anos, com pinta de aspirante à ator. Pietro pediu que ele se apresentasse. Ele se levantou, sem jeito e dise que o texto não era dele (lógico!). Para não perder o rebolado, nosso colega pediu: “Então faz a voz aí”. E ele mandou a voz da vinheta, com mesma inflexão já conhecida de quem escuta esse comercial mais de 10 vezes por dia.m Outra onda de risos largos irrompeu…

Pietro se saiu bem por que levou uma música sua, com muito sentimento.

Outro convidado da noite foi o percussionista e compositor Peu Meurray. Agitador cultural, ele mobiliza a região conhecida como Sete Portas (onde fica o famoso mercado de mesmo nome), com o seu Galpão Cheio de Assunto. E lá foi ele, fazendo a platéia acompanhá-lo no coro e com o apoio de todos nós, colegas presentes.
Todos se fartaram em falar e tocar, até que a roda foi finalizada pelo mais anfitrião de todos: Jarbas Bittencourt e começou novamente seguindo a mesma ordem.

A minha segunda apresentação, bem como a de Ronei, que me antecedeu novamente, está para ser vista aqui.
Eu escolh dessa vez a canção “Rosemary”, que nem é tão conhecida, não está em nenhum disco do CASCADURA, mas que tem em sua inspiração outra história que acho curiosa. Veja lá…

Como o tema da música é a descoberta do homosexualismo de uma cara, Carlinhos Cor das Águas decidiu cantar a sua “Bambi”: “Bambi, Bambi! Bambi, Bambi! Bambi, Bambi- bichááááá!!!”. O refrão é fácil e melódico, o que foi entoado, com sabor de galhofa, pela platéia… Só não entendi porque ele me dedicou essa… Bom, vai saber…

Pietro inclusive, recitou uma poesia muito massa, com aquele sotaque do cordel nordestino… A história era engraçada e ele a narrou com domínio das palavras e cheio de expressão.

Ao final, todos fizeram belas apresentações. Cantaram e contaram e deram seu recado para a alegria de todos ali. Ainda houve espaço para uma breve tietagem, encontro de outros amigos que estavam na platéia e a gaiatice de uma moço que, apontando para minha camiseta, onde se lia “Rubber Soul”, título do meu álbum favorito, dos Beatles, mandou “Esse disco é do Restart…”, com uma risadinha e cara de “viu como eu sou engraçado?”. Maneei com a cabeça e passei por ele. Lembrei da frase que est[á na biografia de Nelson Rodrigues, escrita por Ruy Castro, e que teimo não lembrar a exata autoria (seria Otto Lara Rezende?): “A juventude é uma coisa maravilhosa. Pena que está nas mãos dos jovens…”.

Sai de coração cheio e mente clara, com a disposição certeira para retornar na próxima edição. Valeu demais a pena ter participado. Quero bis!



quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Jarbas com a mão na massa!


Olha quem estava capinando o jardim do Vila agora a tarde: Jarbas Bittencourt!

Ele mesmo, nosso Coordenador do Estúdio, está totalmente engajado e preparando novidades para o Encontro de Compositores de hoje a noite! Não percam!

Funceb inscreve para Calendário de Apoio a Projetos Culturais 2011


A Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) divulgou o Calendário de Apoio a Projetos Culturais 2011. A proposta é incentivar, com o valor de até R$ 10 mil, projetos e atividades artístico-culturais de interesse público.

O Calendário funciona como mecanismo de organização das solicitações de apoio e distribuição de recursos. Os investimentos podem ser viabilizados através de recursos financeiros diretos ou serviços de impressão, passagem aérea e hospedagem na capital baiana.

A Funceb prioriza atividades realizadas no interior do estado. De acordo com o Calendário, até o próximo dia 28 de fevereiro, serão aceitas solicitações de apoio de projetos previstos para os meses maio, junho e julho.


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Fábio Cascadura e Peu Meurray no Encontro de compositores desta quinta

Foto: Divulgação
Fábio Cascadura e Peu Meurray são os convidados dessa quinta-feira (03/02) no Encontro de Compositores. O evento musical do Vila, realizado por um time de artistas de estilos e gerações diferentes, reúne música e roda de conversa no Cabaré dos Novos. Integram o time: Jarbas Bittencourt, Arnaldo de Almeida, Manuela Rodrigues, Sandra Simões, Ronei Jorge, Dão, Pietro Leal, Thiago Kalu, Carlinhos Cor das Águas e Deco Simões.


A configuração do espaço, que deixa os compositores espalhados pelo Cabaré dos Novos, permite uma integração entre público e artista. Os artistas têm a liberdade de explicar a origem de suas composições, contar sobre suas estórias, amores perdidos, questionamentos sobre a vida e por aí vai.


O Encontro acontece durante o mês de fevereiro, todas as quintas, sempre às 20h. Confira a página especial do Facebook sobre o Encontro de Compositores: http://bit.ly/dnXTWH


Foto: Valéria Simões

Próximos convidados


03.02:

- Peu Meurray

- Fábio Cascadura


10.03:

- Paquito

- Anderson Cunha (Sertanilia)


17.02:

- Luizão Pereira (Dois e Um)

- Luciano Salvador Bahia


Cabaré dos Novos

Dia: 27/01 | qui | 20h

Ingressos: R$ 10 e R$ 5