segunda-feira, 29 de novembro de 2010

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Rostos conhecidos


Pra quem já viu a agenda desse mês, pode nem ter prestado muita atenção na foto do Centro de Documentação e Memória . Mas nesta turminha fofa da Oficina Vila Verão - Teatro para crianças (1997) tem dois filhos de Dona Val: Guto e Lariza. O grandão de camisa preta e a segunda menina da direita para a esquerda. O mais legal é que foi Dona Val quem chamou atenção. A gente nem sabia.

Agora ficamos curiosos por saber quem são as outras pessoas. Vocês reconhecem mais alguém?


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Elza Soares, nascida para ser estrela


Elza Soares é uma cantora e compositora brasileira de samba, bossa nova, MPB, sambalanço, samba rock e hip-hop. Nascida em uma favela do Rio de Janeiro, a cantora se casou aos 12 anos de idade e ficou viúva aos 18. Elza sofreu com a miséria e com a morte de entes queridos (seu marido e seu filho), mas superou tudo. Casou com o famoso jogador de futebol Garrincha e iniciou sua carreira musical em uma apresentação no show de calouros apresentado por Ary Barroso.

Elza Soares estará em Salvador hoje (25), para a avant-première do documentário Elza, de Izabel Jaguarbe e Ernesto Baldan. Lançado no Festival do Rio em setembro deste ano, o filme chega à capital baiana por iniciativa do projeto de revitalização da Saladearte Cine XIV, no Pelourinho, com sessão às 20 horas.


Elza Soares tornou-se popular com as canções "Se Acaso Você Chegasse", "Mas Que Nada", entre outros sambas de sucesso. Recebeu indicações ao Grammy Awards e, foi eleita pela BBC de Londres "a cantora do milênio". Elza foi a primeira mulher brasileira a puxar um samba enredo. Já atuou como puxadora de samba-enredo, tendo passagens pelo Salgueiro, Mocidade e Cubango. Em 2007, a cantora foi convidada para cantar o Hino Nacional Brasileiro à cappela na Cerimônia de Abertura dos XV Jogos Olímpicos Rio 2007.

Aqui no Vila, o Festival A Cena Ta Preta homenageia a cantora e toda a sua história com o espetáculo “Se acaso você chegasse”, montagem da Arte Sintonia Companhia de Teatro, narrando a história de uma mulher que nasceu para ser estrela. Será que ela ficará em Salvador até o sábado e vem conferir o espetáculo aqui no Vila?


Se Acaso Você Chegasse
Cabaré dos Novos
Dia 27/11 | Sáb | 18h
R$ 10 e 5



Festival A Cena Ta Preta!
Onde: Teatro Vila Velha
Quando: Até dia 28/11/2010
Realização: Bando de Teatro Olodum e Teatro Vila Velha
Produção: Coletivo de Produtores Culturais do Subúrbio
Site: www.teatrovilavelha.com.br

I Fórum de Teatro Comunitário Jovem da capital no Espaço Xisto Bahia. Confira!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Aeroporto 2 de julho

Os manifestos para que o Aeroporto de Salvador volte a se chamar 2 de julho continuam.
No link abaixo você envia um e-mail para os parlamentares que estão impedindo o andamento do Projeto de Lei 6.106/02

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Venham ver!


No próximo dia 11/12 (sábado), as 10h, acontecerá a mostra de Ballet para Crianças, oferecida pelo Núcleo Viladança, durante o segundo semestre deste ano, com a coordenação de Luiz Antônio Jr.

Ao longo deste período, a professora e bailarina Janahina Cavalcante trabalhou com quase 20 meninas com idade en tre 07 e 10 anos. A novidade na mostra é que foi construída a partir do imaginário delas, com as referências de cada uma que trouxe sua boneca pra sala de ensaio fazendo-a dançar com elas revelando a menina-bailarina-boneca.

A entrada será franca! É só chegar um pouquinho mais cedo e garantir o convite de acesso!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Mar Me Quer em Pernambuco

Montagem da A Outra Cia de Teatro vai para Recife para participar do XIII Festival Recife do Teatro Nacional


Os teatros da Prefeitura do Recife trarão para o grande público a programação do XIII Festival Recife do Teatro Nacional, que promete envolver os apreciadores das artes cênicas. Desde a última quarta-feira (17) até o dia 29 deste mês, o Santa Isabel, Apolo, Hermilo Borba Filho, Barreto Junior e a Refinaria Nascedouro de Peixinhos apresentam 14 espetáculos da cena teatral brasileira no XIII Festival Recife do Teatro Nacional.

Um dos espetáculos em cartaz no Festival é o Mar Me Quer, espetáculo da A Outra Cia de Teatro, grupo residente aqui do Vila, que vai se apresentar no próximo fim de semana. Mar me quer pode ser uma alusão a brincadeira dos apaixonados, onde cada pétala retirada significa o destino do amor às vezes não correspondido ou também uma referência ao mar, sendo que, os atos se passam em uma comunidade de pescadores pouco habitada, cabendo ao mar o destino de todos os participantes.

No elenco, quatro atores revezam-se entres os personagens, trazendo uma visão diferente a cada interpretação. Em cena, a plástica é de muita mobilidade e tudo pode ser utilizado, desde um simples grão de milho até um velho baú, inclusive enquanto elemento de composição sonora mesclados a melodias que traduzem o sentimento de cada cena.

Parabéns para toda a equipe d’A Outra Cia de Teatro e arrasem lá em Pernambuco!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Duas semanas para conferir "Bença" no Festival A Cena Tá Preta



Alguém que já viveu e que já acumulou experiências e ensinamentos tem a oferecer, tem a dar. E também é um portador de toda uma história que foi acumulada. Por isso que tomar bença significa receber a vibração positiva dessas pessoas. A bença serve pra quem é abençoado; não pra quem põe a bença
Makota Valdina, educadora, religiosa e líder comunitária


Ainda não viu Bença?
Dá tempo ainda! Tem duas semanas de apresentação.
Tradição e tecnologia integram-se o e permitem até que os atores contracenem com “personagens” da vida real trazidos através de suas projeções. E isso graças aos registros em vídeo dos encontros e entrevistas realizados na etapa anterior do projeto.

Palco Principal
De 05 a 28/11 | sex, sáb e dom | 20h
R$20 e 10

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Circuito Interações Estéticas realizou debate sobre a Dança e Cristina Castro estava lá!

Cristina iniciando sua apresentação no evento

A Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura, a Funarte e a Universidade Federal de Pernambuco promoveu agora em novembro o Circuito Interações Estéticas, uma iniciativa que reúne artistas, especialistas e convidados para discutir e trocar experiências sobre as residências artísticas realizadas em Pontos de Cultura de todo o País. Fez parte da programação exposições, mesas com especialistas, oficinas de dança, de fotografia, de quadrinhos e poesia, mostra de cinema, apresentações musicais e de teatro, fanzine, rádio itinerante e um encontro da rede de Interações Estéticas.

Como parte da programação do Circuito, foi realizada uma mesa temática relacionada à Dança e Cristina Castro, do Núcleo Viladança, foi representar o Ponto de Cultura Teatro Vila Velha. “Encontros que reúnem artistas e gestores de diferentes estados são especiais porque cumprem uma das mais importantes atividades no nosso setor: a comunicação e o conhecimento da diversidade cultural brasileira. Os Pontos de Cultura e o Projeto de Interações Estéticas consolidam esse mapeamento e incentiva novas possibilidades de trocas de conhecimento artístico”, conta. Cristina foi a primeira representante a relatar sua atuação nos Pontos de Cultura e apresentou um vídeo com a história do Vila Velha, destacando o benefício obtido por meio do contato com os núcleos daqui do teatro.

Além de Cristina, outros representantes de Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco participaram da mesa temática. “Eventos deste tipo nos possibilita estar em conexão com os artistas, gestores, a tradição e as novas tendências estéticas. Possibilita a comunicação de uma forma mais ampla, mais democrática, além de sempre ser um estímulo criativo, pois a diversidade abre novas janelas e nos mostra o quanto podemos trocar e assim reciclar também o que fazemos na nossa casa”.


Riqueza da cultura brasileira

Um tópico enfatizado no debate foi a riqueza da cultura brasileira, particularmente das tradições africanas e indígenas, nem sempre devidamente valorizadas. No final, foram apresentadas diversas ações da Funarte, desenvolvidas com o intuito de estimular atividades artísticas relacionadas à dança. Merece destaque, além dos prêmios e concursos promovidos pela instituição, a criação do Cadastro de Dança, um banco de dados que contém informações acerca de profissionais e grupos de dança de todo o país, facilitando a divulgação e o intercâmbio entre os integrantes da classe artística em todo o Brasil.

“Além da parte artística, o Circuito nos deu a possibilidade de discutir políticas culturais, questões de sustentabilidade, novas e velhas possibilidades de atuação, reforçar nosso poder com a sociedade para a construção de caminhos para as artes. A estrada é longa e difícil, mas o diálogo entre poder público e sociedade se torna um fator importantíssimo nessa construção”, analisa Cristina.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Projeto Teatro Nu Cinema recebe inscrições até o dia 26/11

Autores Baianos têm até o dia 26/11 (sexta feira) para se inscrever na seleção do Projeto Teatro Nu Cinema, realizado pelo grupo Teatro Nu, em parceria com a Multi Planejamento Cultural e com apoio da Secretaria de Cultura do Estado – SecultBA, através do Fundo de Cultura da Bahia. O projeto está na segunda edição com previsão para acontecer no verão de 2011.

Poderão se inscrever dramaturgos baianos, ou com residência fixa há no mínimo três anos no Estado e com experiência comprovada na área. Para se inscrever é necessário ler regulamento, preencher ficha de inscrição e enviar os documentos necessários. Para saber mais, acesse www.teatronu.com. A peça deverá ter duração mínima de 15 (quinze) minutos e máxima de 25 (vinte e cinco) minutos, ser escrita para dois atores, os recursos para encenação deverão ser mínimos e os textos não precisam ser inéditos.

O projeto Teatro Nu Cinema teve sua primeira edição realizada em 2009 trazendo para o palco do Circuito Sala de Arte – Cinema da UFBA, três peças do escritor russo Anton Tchekhov. No projeto os espetáculos são montados pelo grupo teatral Teatro Nu e apresentados em frente à tela do cinema antes da última sessão, durante os finais de semana. Esta segunda edição homenageará os autores baianos.

“Sinto falta de uma dramaturgia mais sólida nos espetáculos de teatro de Salvador. Tem bastante gente da terra escrevendo para teatro e a edição desse projeto homenageando os autores baianos seria uma forma de mostrar esses novos autores. A idéia é mostrar que além de diretores, atores, cenotécnicos, temos também diversos autores em todo estado, não somente na capital”, afirma o responsável pelo projeto, o diretor teatral e co-fundador do grupo Teatro Nu, Gil Vicente Tavares.

Teatro Nu – Fundado pelo diretor Gil Vicente Tavares e pela atriz Jussilene Santana, o grupo montou em 2006 seu primeiro espetáculo “Os Amantes I”. Logo após o grupo montou o espetáculo “Os Javalis” e em 2009 levou para a Sala de Arte da UFBA o projeto Teatro Nu Cinema que apresentou peças curtas do autor russo, Anton Techekhov. O grupo organizou eventos voltados pra história do teatro baiano e pra dramaturgia contemporânea, com o “Diálogos sobre a Dramaturgia Contemporânea”, trazendo nomes como Ramón Griffero (Chile) e Darío Facal (Espanha). Atualmente fazem parte do grupo, os atores Carlos Betão e Marcelo Prado. Os textos do Teatro Nu Cinema | Autores Baianos – deverão ser escritos para interpretação de Carlos Betão e Marcelo Prado. A direção fica a cargo de Gil Vicente Tavares.

“A idéia é tentarmos fazer com que esse projeto permaneça por muito tempo nesse espaço, sendo apresentado durante o período do verão. Se no inverno o baiano não tem muita paciência com espetáculos longos, no verão essa paciência diminui, porque as coisas acontecem muito rápido. Ainda mais que ficar em cartaz no verão é muito difícil para um grupo de teatro, além desse projeto possibilitar o diálogo com o público e com o espaço, que é o cinema”, conclui Tavares.


Inscrições para projeto Teatro Nu Cinema
Até: 26/11/2010
Onde: www.teatronu.com
Gratuito

Do site da SECULT: www.cultura.ba.gov.br

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Lázaro Ramos lança "A Velha Sentada" aqui no Vila

O ator Lázaro Ramos realizou no domingo (14) um antigo sonho. Lançou o seu primeiro livro, A velha sentada aqui no Vila. ‎"Lançar A Velha Sentada aqui tem um valor especial, estou lançando meu livro na minha terra", afirmou. O livro conta a história de Edith, uma criança que se aventura em uma viagem repleta de aventura, de aprendizado e de auto-conhecimento, dentro da própria cabeça.

O livro está cheio de personagens inspirados em parentes e amigos. A menina foi batizada com o nome da avó paterna de Lázaro, D. Edith, já falecida. E o pequeno Aladê (olha que bonitinho na foto!), afilhado de dois anos, foi citado na história. Lazinho contou que o ponto de partida para o livro foi a própria infância. “Escrevi esse livro para a criança que eu fui”, explicou. Muitas crianças, acompanhadas de pais, tios e até avós, vieram ao Vila e conferiram de perto as palavras de Lázaro. Na platéia, o pai de Lázaro, Sr. Ivan, estava emocionado. A mulher do ator, a atriz Taís Araújo, também estava presente. “É lindo ver o nascimento desse livro, que eu acompanhei desde o início. É uma alegria, uma emoção, espero que todo mundo goste, que as crianças gostem, que seja muito importante para a vida delas”, destaca a atriz.

Para o pessoal do Bando de Teatro Olodum, onde Lázaro Ramos começou a carreira, a estreia do ator como escritor não foi surpresa. “Fico muito feliz do público poder conhecer esse outro lado de Lázaro, porque ele é muita energia, não para, está sempre fazendo muita coisa: dirigindo, escrevendo, pensando em outros projetos, está sempre à frente”, observa a atriz Auristela Sá.


Tá no Facebook? Confira mais fotos do lançamento de A Velha Sentada, livro de Lázaro Ramos: http://migre.me/2dg4D

sábado, 13 de novembro de 2010

III FESTLUSO tem 60% da programação cortada por falta de apoio do Governo do Piauí e o espetáculo Mar Me Quer não participa do evento

Começa na próxima segunda-feira, dia 15 de novembro, em Teresina (PI), o III FESTLUSO -
Festival de Teatro Lusófono, promovido pelo Grupo Harém de Teatro.
O evento reúne grupos e espetáculos de toda a comunidade lusófona numa linda celebração em uma semana de programação em Teresina. Este ano, quem integraria a grade de convidados era A Outra Companhia de Teatro, com o espetáculo Mar Me Quer.
No entanto, na manhã da última sexta-feira (12) recebemos um telefonema emocionado do nosso grande amigo do Grupo Harém, Franscisco Pellé, para nos informar que, infelizmente, metade da programação teve que ser cancelada por conta de um corte na verba.
O evento, que dentre outras fontes, é financiado pelo Governo do Estado do Piauí teve que cancelar a parte da programação que era financiada justamente pelo governo estadual e dentro dos espetáculos cortados está Mar Me Quer. A postura do governo repercutiu na imprensa nacional e internacional e certamente prejudicou o festival.
Vimos por meio deste expressar nossos sentimentos em não participar do festival, prestar apoio ao Grupo Harém e desejar muito boa sorte (merda!!!) ao FESTLUSO 2010. Que dê tudo certo e esperamos participar das próximas edições.
Para saber maiores informações sobre o problema, acesse: http://www.festluso.blogspot.com/ .
Axé!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Um pouco do Encontro de Compositores


Veja mais fotos no facebook do Vila: http://www.facebook.com/teatrovilavelha

Gustavo Mello de passagem pelo Vila


Gustavo Mello, nascido em 1974, bacharel em Direito, integrou por dois anos anos a Cia Teatro dos Novos aqui no Vila. Das montagens do período destacam-se Fausto#Zero, Supernova e Sonho de Uma Noite de Verão. Trabalhou também como ator e assistente de direção com o Bando de Teatro Olodum, atuando em Cabaré da Raça.

No Rio de Janeiro, onde vive atualmente, integrou por sete anos a Cia dos Comuns, grupo voltado para o desenvolvimento da estética afrobrasileira no teatro, desenvolvendo as funções de ator, coordenação do núcleo de pesquisa e do departamento áudio visual. Nesse período, atuou e colaborou com pesquisa e texto nos espetáculos A roda do mundo, Candaces - a reconstrução do fogo e Bakulo - os bem lembrados.

Em cinema atuou nos longas As Vidas de Maria, Foliar Brasil, Desafinados e Ó Pai, Ó, além dos curtas Pênalty, Arroz com Feijão e Crimes de Ódio. Em TV integrou o elenco das novelas Um Anjo Caiu do Céu, Sabor da Paixão e Começar de Novo, todas da Rede Globo. Integrou o elenco de Avassaladoras – A Série, da Total Entertainment em parceria com a Fox e a Rede Record. Atuou ainda em Bicho do Mato, novela da Rede Record.

E adivinha onde ele vai estar na segunda-feira? Aqui no Vila, no espetáculo Orirê! Gustavo, junto com Rodrigo dos Santos (que falamos aqui), também foi um dos responsáveis pela oficina de montagem do espetáculo. Orirê - Saga de um herói que confrontou a morte está dentro da programação do Festival A Cena Ta Preta.

.:: OriRê- Saga de um Herói que confrontou a Morte – RJ

OriRê significa cabeça boa. O espetáculo, que se baseia na filosofia e na corporeidade da cultura ioruba remanescente nos terreiros de candomblé, conta a história de um homem desde a sua construção do barro até a idade adulta.

Palco Principal

Dia 15/11 | Seg | 20h

R$ 10 e 5


Saiba mais sobre o Festival A Cena Tá Preta em www.teatrovilavelha.com.br | www.acenatapreta.com.br

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A CENA TÁ PRETA: Rodrigo dos Santos vive nos palcos personagem bem diferente de Noronha


Os noveleiros de plantão não perdem Passione e com certeza conhecem Noronha, comparsa nas armações de Saulo (Werner Schünemann) dentro da Metalúrgica Gouveia. Fora da TV, o ator Rodrigo dos Santos vive um personagem completamente diferente de Noronha e vai mostrar isso aqui no Vila na próxima sexta-feira (12, às 18h) no monólogo O Subterrâneo Jogo dos Espíritos, escrito, produzido e dirigido por ele. A peça faz parte da programação do festival A Cena Tá Preta. Rodrigo tem no currículo os filmes Nosso Lar (2010), Cidade dos Homens (2007), O ano em que meus pais saíram de férias (2006) e a mini-série Filhos do Carnaval.

Rodrigo encarna um homem real, o músico nigeriano Fela Kuti, multinstrumentista que inventou o afrobeat e teve importante atuação política em seu país. “Fela Kuti procurava tudo que era original da África. Ele foi pensador, filósofo, músico e um grande líder. O nome completo dele é Fela Anikulapo-Kuti, que significa ‘aquele que emana grandeza, que traz a morte na bolsa e que não pode ser morto por mortais'”, conta Rodrigo.

O ator descobriu esse artista por acaso e o interesse pela cultura negra em geral o levou a pesquisar sobre ele e descobrir uma trajetória de vida impressionante. “Minha esposa me deu a ideia de fazer uma peça sobre ele”, conta Rodrigo. Projeto definido, o ator começou a pesquisar a fundo a biografia de Fela Kuti e a estudar na Escola de Música Villa Lobos, tudo para poder encarnar o músico nos palcos.

Saiba mais sobre o Festival A Cena Tá Preta em www.teatrovilavelha.com.br | www.acenatapreta.com.br

Conquista: Sai o Plano Nacional de Cultura

Com força constitucional, legislação cria metas para próximos 10 anos a todas instâncias públicas

Jotabê Medeiros - O Estado de S. Paulo

O Congresso aprovou nesta terça, 9, por unanimidade, o Plano Nacional de Cultura (PNC) em caráter terminativo - agora, só falta a sanção presidencial. Assim como outros planos de políticas públicas (Plano Nacional de Saúde e Plano Nacional de Educação), o PNC estabelece metas obrigatórias para os próximos dez anos na área cultural.

"É equivalente à carta de navegação para os marinheiros: traz as diretrizes para os governos estaduais e municipais e o governo federal, para que o fogo não seja reinventado todo dia", disse ontem, 20 minutos após a aprovação, o Ministro da Cultura, Juca Ferreira. A derradeira aprovação do projeto de lei, na manhã de ontem, se deu por unanimidade na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado.

Segundo o Ministério da Cultura, o projeto do plano foi concluído após consultas públicas, audiências e debates (muitos deles organizados pelo próprio Congresso) - entre eles a 1.ª Conferência Nacional de Cultura, Câmaras Setoriais, Fóruns e Seminários. Já o texto foi um trabalho em parceria entre os Poderes Legislativo e Executivo. Como é previsto na Constituição Federal (foi incluído na emenda constitucional 48, em 200), é decisivo na formulação de políticas públicas de longo prazo.

Segundo o texto, o plano inclui o seguinte: "Fortalecimento institucional e definição de políticas públicas que assegurem o direito constitucional à cultura; proteção e promoção do patrimônio e da diversidade étnica, artística e cultural; ampliação do acesso à produção e fruição da cultura em todo o território; inserção da cultura em modelos sustentáveis de desenvolvimento socioeconômico; estabelecimento de um sistema público e participativo de gestão, acompanhamento e avaliação das políticas culturais."

A aprovação do PNC chega num momento delicado para o Ministério da Cultura: a definição do nome que vai se manter à frente do MinC nos próximos quatro anos no governo Dilma Rousseff. Ministério alimenta expectativa, interna, de que Juca Ferreira seja reconfirmado no cargo, mas isso só será definido após regresso da presidente eleita de Seul. "O importante é que há um compromisso da presidente eleita com a área cultural. Ela participou, na Casa Civil, da formulação de todos os projetos do setor, que são programas do governo. O resto é política", disse o ministro.

Entre os projetos vitais para o MinC, em tramitação no Congresso, estão o ProCultura (que reforma a antiga Lei Rouanet e cria fundos de incentivo direto); o Vale Cultura (adoção de um vale, semelhante aos vales-refeição, que dará R$ 50 para os trabalhadores adquirirem ingressos de cinema, teatro, museu, shows, livros e outros produtos culturais); a criação do Sistema Nacional de Cultura (que formaliza a cooperação entre União, Estados e municípios); e a PEC 150, que estabelece piso mínimo de 2% do orçamento federal, 1,5% do estadual e 1% do municipal para a cultura. Juca Ferreira participou da criação de todos eles, primeiro como secretário executivo da gestão Gilberto Gil, depois como seu sucessor.

Pré-Sal. Juca Ferreira também lutou pela inclusão da Cultura no Fundo Social do Pré-Sal (projeto de lei 5940/09), que já foi aprovado com emendas no Senado Federal e retornou à Câmara dos Deputados para apreciação das modificações.

Outra legislação, essa mais polêmica, em exame no Congresso é o anteprojeto de lei que moderniza a Lei de Direito Autoral (Lei 9.610/1998), que tem como principal objetivo abarcar as questões autorais dentro da nova ordem digital. Combatido por setores da área musical, foi acusado de "dirigismo" por associações de classe.


Matéria publicada no dia 09/11/2010 no Estadão: http://migre.me/27exC

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Como os teatros em Salvador utilizam o Marketing Digital

Daniel (webdesigner do NUCOM) está concluindo seu curso de Publicidade e Propaganda e o cliente escolhido para o seu projeto é o Teatro Vila Velha. Daniel também estuda marketing digital, SEO (Search Engine Optimization) e Mídias Sociais. Na última semana ele estava pesquisando os teatros de Salvador, como eles se comportam na internet e que ações desenvolvem nesse meio. O resultado está no blog dele: Marketing Digital | SEO e Mídias Sociais.

Confiram também. Vale a pena!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Tem Bença no Terra Magazine

Deolinda Vilhena é jornalista, produtora, Doutora em Estudos Teatrais pela Sorbonne e professora conferencista do Departamento de Artes Cênicas da ECA/USP. Deolinda é, também, colunista do site Terra Magazine e na sua coluna de hoje, ela fala sobre a estreia de Bença, em uma entrevista com Marcio Meirelles. Ela ainda estará aqui no Vila hoje, durante a estreia do espetáculo. Quer ver tudo o que ela disse? Clica aqui!


É hoje!

Hoje é o Dia da Cultura e também do início do Festival A Cena Tá Preta, da estreia de Bença e das comemorações aos 20 anos do Bando de Teatro Olodum! Estamos em festa!


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Novembro Negro no Vila



Durante muitos séculos, falar de negro era sinônimo de escravidão, marginalidade. Em contradição, a história do povo negro é repleta de exemplos de força, contribuição social e herança cultural. Dentro da reflexão sobre a trajetória de luta e resistência do povo negro, o Bando de Teatro Olodum em parceria com o Coletivo de produtores do subúrbio realiza a segunda edição do Festival A Cena Tá Preta, com arte, cultura, teatro e muita diversidade durante todo o mês de novembro. O festival foi contemplado no Prêmio Funarte Festivais de Artes Cênicas 2010 e no edital Novembro Negro da SEPROMI. O destaque vai para a estreia do espetáculo Bença!, do Bando de Teatro Olodum, ressaltando o respeito aos mais velhos e em comemoração aos 20 anos do grupo.

E como o Vila não para, ainda tem desfile de moda no IX Cidade Fashion Day. Tem também o Vila do Choro com o Grupo Novato e o Encontro de Compositores já se preparando para as atividades de verão. Ah! Falando em verão, em novembro também começam as inscrições para as oficinas do Vila Verão: tem teatro, dança, música, fotografia e audiovisual.

Não perca tempo e venha aproveitar a programação do Vila! www.teatrovilavelha.com.br