sexta-feira, 30 de abril de 2010

Mesa redonda convocou platéia a discutir políticas públicas da cultura

Muitas perguntas e um frenesi de anotações em caderninhos foi o que mais se viu na mesa-redonda “tira dúvidas” sobre os editais da Fundação Nacional das Artes (Funarte ― órgão de fomento às artes ligado ao Ministério da Cultura), que aconteceu ontem, dia 29 de abril (não por acaso, Dia Internacional da Dança), às 17h, no Cabaré dos Novos do Teatro Vila Velha.

O diretor de Artes Cênicas do órgão, Marcelo Bones, foi convidado para esclarecer aos interessados questões referentes aos editais de fomento às artes cênicas lançados recentemente pelo órgão ligado ao Ministério da Cultura. Ao lado dele, Cristina Castro, diretora e curadora do VIVADANÇA e Alexandre Molina, diretor do departamento de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb).

O momento é especial, já que 2010 é o ano em que a Funarte recebeu a maior verba das últimas duas décadas. Ao todo, serão premiados mil projetos e bolsas no valor de até 260 mil reais, por todo o Brasil. Bones esclareceu dúvidas relacionadas principalmente à verba destinada a cada categoria e sobre a polêmica distribuição regional dos prêmios, que com frequência desfavorece as regiões Norte e Nordeste.

A lista de presença apontava poucas atividades não relacionadas a circo, teatro ou dança. Diretores teatrais, donos de circos grandes e pequenos, coreógrafos, jornalistas e estudantes formaram uma amostra da sociedade civil que está ligada de alguma maneira às artes cênicas – ou que, pelo menos, valoriza a discussão aberta sobre políticas públicas na cultura.

Homenagem da Braskem ao Bando de Teatro Olodum

O Bando de Teatro Olodum foi homenageado durante a cerimônia de entrega do Prêmio Braskem de Teatro 2009, no início de abril. Olha aí o vídeo que foi exibido na noite da premiação.



quarta-feira, 28 de abril de 2010

Mesa redonda marca dia mundial da dança

Diante de toda a celebração à arte de dançar proporcionada pelo VIVADANÇA neste mês de abril, um momento de reflexão sobre as políticas de incentivo a essa arte no País torna-se mais que oportuno na última semana do Festival. Assim, no dia 29, Dia Mundial da Dança, a partir das 17h, será realizada uma mesa-redonda aberta ao público, promovida pelo VIVADANÇA em parceria com a Funceb ― Fundação Cultural do Estado da Bahia. Já estão confirmadas as presenças de Marcelo Bones, diretor de Artes Cênicas da Funarte ― órgão de fomento às artes ligado ao Ministério da Cultura ―, Alexandre Molina, diretor do departamento de Dança da Funceb, e Cristina Castro, diretora do Núcleo Viladança, responsável pelo Festival Internacional VIVADANÇA.

Palavra de Mestre

"Dizem que eu faço dança contemporânea, mas eu não sei o que é isso. Contemporaneidade pra mim é tudo o que está acontecendo hoje". Foi com essas palavras que Mestre King saudou o público que lotou a sala principal do Vila Velha nesta noite de terça-feira (27 de abril) para conferir Opaxorô - o nome do cajado de Oxalá, que dá nome à coreografia do Grupo Gênesis.

O grupo trouxe ao palco as cores, os ritmos e os símbolos dos deuses do candomblé africano. Em sua fala ao público logo depois da apresentação, ele destacou o que considera pontos importantes do seu trabalho,como o cuidado em não fazer uma mera reprodução das danças rituais dos orixás, mas sim uma interpretação de sua "energia".

"O que é dança afro?", provocou o coreógrafo, que é famoso pela divulgação da arte dentro e fora do país. "Não fui eu que dei esse nome". Deu uma aula de que todos os corpos podem dançar. "Quando a gente começa, quer colocar a perna lá em cima, quer se esticar todo. Com o tempo, vê que vai até onde o corpo pode". Palavras de mestre.

Aplausos de pé

A Sala principal do Vila estava lotada e, apesar disso, em um silêncio raro. O responsável pela façanha, o coreógrafo japonês Tadashi Endo, entrou em um palco sem cenário, arrastando apenas uma cadeira - dessas que temos no Cabaré. Apesar de toda a (aparente) simplicidade dos gestos, a platéia parecia nem respirar enquanto o bailarino, um dos maiores divulgadores da dança Butoh no ocidente, apresentava sua homenagem à dançarina alemã Pina Bausch, falecida em junho passado. No solo Ikiru, os gestos delicados, típicos da tradicional arte oriental, dividiam o espaço com citações à obra de Bausch, como Caffe Müller, (que aparece no início do filme Fale com Ela, de Almodóvar, lembra?).

Em sua passagem por Salvador para o VIVADANÇA, Tadashi participou ainda de uma conversa sobre dança Butoh no Ciranda Café e Cultura, apresentou duas coreografias - Butoh-Ma e Ikiru - e acompanhou a exibição de Hanami - Cerejeiras em flor, falando com a platéia por meia hora logo depois da exibição.

Os gritos de "Bravo!" talvez não tenham dado conta do encanto que a tradicional arte japonesa proporcionou ao público baiano. No final da apresentação de Butoh-Ma, na noite de sábado, ao receber um buquê de flores do Cônsul-Geral do Japão (que veio de Recife para prestigiar o espetáculo), Endo ajoelhou-se diante do público que o aplaudia de pé. Em japonês ou português, a emoção proporcionada pela arte segue sendo o idioma universal.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Andréa pode

foto: Cristina Castro

Andréa May é baiana, bacharel em artes plásticas, inventora de ações artísticas de vanguarda, criadora da primeira Galeria de Adesivos da América Latina em Salvador, uma das pioneiras da Toy Art no Brasil... UFA! Ela pode tanto que se juntou aos grafiteiros Zezé, Denis Sena, Bigod, Lee 27 e RB'K e doou ao muro do Vila Velha, no Festival VIVADANÇA, um pouco de sua arte - sim, a moça, além de tudo, sabe manejar como ninguém um tubo de tinta.
Mais de Andréa: http://www.flickr.com/photos/andreamay / http://andreamaylinks.blogspot.com/

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Não joga fora no lixo




Ana Fernanda Souza, Nucom
Garrafas PET, tampinhas, sacos plásticos, papelão... o que fazer com tanta tralha? Como diria aquele já célebre personagem de TV, seus problemas acabaram: o Teatro Vila Velha e a produção do espetáculo Os Enamorados (direção de Antônio Fábio, em breve no palco do Vila) promovem a oficina "Confecção de objetos de cena com material reciclável". Dias 24 e 25 de abril e 8 e 9 de maio (sabado e domingo), das 9h às 13h, no Vila. É gratuito, então corre: para se inscrever, envie um e-mail para comunicacao@teatrovilavelha.com.br.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Atmosfera oriental no Vila Velha

Cerejeira em flor clicada por Khass no XI Festival das Cerejeiras Bunkyos

por Ana Fernanda Souza, Núcleo de Comunicação

Em japonês, hanami significa "ver as flores". Mas não qualquer flor. Flor de cerejeira, ou flor sakurá, também no honorável idioma nipônico. A flor sakurá é o símbolo da felicidade para os japoneses. Pra se ter uma ideia, é quando essas árvores florescem que começa o ano letivo e que os recém formados saem em busca de trabalho. E o chá das pétalas de sakurá é iguaria saboreada em casamentos e ocasiões festivas.

E adivinha quando as cerejeiras florescem? Entre março e abril. Ou seja: exatamente agora, nossos irmãos do outro lado do mundo estão fazendo ao ar livre suas festas hanami.

Mas se você, como nós do Vila, mora em Salvador (ou em alguma outra cidade quente abaixo da linha do Equador), não deve ter topado com nenhuma cerejeira em flor por aí. Neste caso, deixamos uma sugestão valiosa: assistir Hanami - Cerejeiras em Flor, que retrata o Festival que acontece nesta época do ano. Estrelando, o coreógrafo e bailarino Tadashi Endo.

Tadashi Endo é uma das figuras ilustres do Festival Internacional VIVADANÇA, até o dia 30, no Teatro Vila Velha. Nesta sexta (23/04), ele participa de encontro sobre sua arte no Ciranda Café, Cultura e Arte (Rua Fonte do Boi, 131, Rio Vermelho). No fim de semana, ele apresenta no Palco Principal do Teatro Vila Velha as coreografias Butoh-Ma (sábado, 24) e Ikiru (domingo, 25).

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Provisional Danza marcou presença no Vila

A Provisional Danza em ação com Sin Dios, apresentada no Vila neste domingo

Neste final de semana, Salvador parou para conferir a estréia da Provisional Danza em solo baiano. Fundada por Carmen Werner, a premiada companhia espanhola apresentou na Sala Principal do Teatro Vila Velha as coreografias El cielo en mi bolsillo e Sin Dios. Espera, não-violência, morte, solidão, a estagnação da vida humana e a pretensa) liberdade de escolher o próprio destino são alguns dos temas trabalhados pelos bailarinos.

Na véspera, Carmen ministrou oficina para dançarinos do Balé Folclórico da Bahia. Para ela, o trabalho foi muito bom. "Apesar de a oficina ser sobre dança contemporânea, e esta não ser a área deles, todos se mostraram muito interessados". Segundo a avaliação da fundadora da Provisional, que mantém na espanha um Instituto dedicado à promoção de intercâmbio entre bailarinos de todo o mundo, trocas entre artistas baianos e espanhóis são possíveis e ricas para ambos os lados: "tudo é uma questão de as embaixadas se entenderem", opina.

A bailarina não deixa de destacar a importância do apoio do governo ao trabalho artístico. "Acho que deveria ser sempre assim, com apoio do estado, mas infelizmente não é". A Provisional Danza tem apoio do Ministério da Cultura espanhol. "Mas nem todos os grupos têm. O apoio à dança cresceu, mas não na mesma proporção que a quantidade de dançarinos e coréografos".

A Provisional Danza foi criada em 1987. O grupo tem desenvolvido inúmeros trabalhos coreográficos, dança em espaços urbanos, workshops, vídeo-dança, participação em filmes e colaboração com outras companhias. Em 2000, recebeu o Prêmio de Cultura na sessão Dança da Comunidade de Madri e em 2007 recebeu o Prêmio Nacional de Danza na modalidade de criação. Para conhecer mais a Companhia, visite o site www.provisionaldanza.com (em inglês e espanhol).

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Momento de De-Vir, espetáculo da Cia. Dita apresentado no Festival VIVADANÇA

O Teatro do Movimento da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia parou na manhã desta sexta (16/04) para conferir os movimentos precisos e esculturais de Fauller, Wilemara Barros, Henrique Castro e Marcelo Hortêncio, dançarinos da cearense Companhia Dita. Os artistas participaram de um bate-papo com estudantes e apresentaram trechos de De-Vir, espetáculo que integrou a programação do Festival Internacional VIVADANÇA.

Entre os assuntos que aguçaram a curiosidade dos estudantes presentes, estava a opção pelo nu na coregrafia, as implicações da presença de apenas uma mulher no espetáculo e a escolha pela desconstrução de elementos da dança clássica, como a sapatilha de ponta. Para conhecer mais a respeito da Companhia Dita, clique aqui.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Exposições a m'ancheia

Reportagem veiculada pelo site do jornal O Estado de São Paulo dá conta que o o crescimento de público nos museus de Salvador foi de 260% - certamente, fruto de exposições importantes que passaram por aqui, como "Cuide você", de Sophie Calle, no ano passado; Rodin e Mário Cravo Neto, que ainda podem ser vistas. A gente não pode deixar de fazer coro e constatar: quando há investimento e vontade de fazer bonito, o público comparece a aplaude. Para ler a matéria d' O Estadão, é só clicar aqui.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Parabéns também ao Núcleo Viladança: 12 anos!

Da ponta da língua à ponta do pé - Foto: Márcio Lima

Criado em abril de 1998 pela coreógrafa Cristina Castro, o núcleo Viladança, grupo residente do Vila, fez mais de 400 apresentações pelo Brasil e por outros países. Em seu repertório 12 espetáculos que marcaram época: Habitat (2008), Aroeira - com quantos nós se faz uma árvore (2006), Da ponta da língua à ponta do pé (2004), Auto-Retrato aos 40 (2004), Caçadores de Cabeças (2003), José Ulisses da Silva (2002), Hai Kai Baião (2000), CO2 - cinco sentidos e um pouco de miragem (2000), Sagração da vida toda (1998), Hot (1998), Exposição Sumária (1998) e 20 e poucos megabytes de memória (1998).


A comemoração deste ano é no palco! O Núcleo está em plena atividade com a realização do 4º Vivadança que acontece durante todo o mês de abril. Parabéns a essa equipe e a todos que já fizeram parte dela.

Venham comemorar: www.festivalvivadanca.com.br

A Outra assopra velinhas

Arlequim, servidor de dois patrões, primeira montagem d'A Outra Cia. de Teatro

Hoje, A Outra Companhia de Teatro completa seis anos de existência. A estréia da Companhia aniversariante aconteceu com Arlequim, servidor de dois patrões, espetáculo indicado ao Prêmio Braskem de Melhor Espetáculo e que rendeu ao diretor Vinício de Oliveira Oliveira o prêmio na categoria Revelação. O texto é adaptado do original de Carlo Goldoni, autor italiano da commedia dell’arte, forma de teatro popular europeu do século XVIII.

De lá pra cá, o currículo da Companhia cresceu e inclui os espetáculos Debaixo d'Água, em cima da areia (2005); O Contêiner (2006); A Sacanagem da Outra (2007); O Pique dos Índios ou A Espingarda de Caramuru (2008); Três Histórias da Outra (2008) e Moringa (2009).

Atualmente, A Outra realiza ensaios abertos de sua mais nova montagem, Mar-Me-Quer. Os ensaios acontecem às segundas, quartas e sextas, das 19h às 22h, e aos sábados, das 9h às 12h, sempre com entrada franca e braços abertos para ouvir a platéia. Parabéns!

Tem arte no muro

Arte de Zezé para o muro do Teatro Vila Velha.

Zezé, Denis Sena, Bigod, Lee 27 e RB'K foram os artistas grafiteiros convidados pelo Festival VIVADANÇA para dar nova cara ao muro do Teatro Vila Velha. A intervenção acima foi feita por Zezé. Clica aqui para dar uma olhada nas outras imagens.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

A morte, por Edu O.

Foto: Alessandra Nohvais
Ana Fernanda Souza - Nucom

O público não se fez de rogado: sentou no chão e aceitou o chá e os biscoitos oferecidos pelos dançarinos Edu O. e Lucas Valentim. Os artistas protagonizam o espetáculo Odete, traga meus mortos, vencedor do Prêmio VIVADANÇA e em cartaz até 18 de abril no Cabaré dos Novos do Teatro Vila Velha.

O chá com biscoitos oferecidos durante o espetáculo pretende criar um clima de intimidade para tratar de um tema tabu: a morte. A novidade fica por conta da abordagem. Ao invés de concentrar-se na dor e no sofrimento, a morte é contada sob o ponto de vista da vida.
Texto e coreografia dizem ao público que se morre todos os dias: em um relacionamento que acaba, no prazo de validade que expira, na infância que acaba para dar lugar às aventuras da adolescência. Encarada assim, a morte deixa de ser vista apenas como um evento tenebroso e passa a ser tomada como a companheira de uma vida bem-vivida.

Odete, traga meus mortos pode ser visto às sextas, às 20h; e aos sábados e domingos, às 18h, até o dia 18 de abril, como parte da programação do Festival VIVADANÇA. Os ingressos custam R$ 10 (inteira).

quarta-feira, 7 de abril de 2010

nos palcos do Brasil...


Ó Pai, ó! | Cabaré da RRRRRaça | Áfricas

Os três espetáculos fazem parte do repertório do Bando de Teatro Olodum e viajam amanhã para São Paulo onde fazem curta temporada até o dia 18, no SESC Vila Mariana.

Petrobras | SESC SP | Fundação Palmares

As três instituições promovem a viagem do Bando e vão possibilitar a paulistas, imigrantes e outros viajantes 9 dias na companhia de um dos principais grupos de teatro da Bahia e, modéstia à parte, do país.

[no caso da Petrobras o patrocínio é mais amplo e compreende
o projeto de manutenção do Bando e várias de suas atividades]


E é com bastante merecimento que, no ano em que completa 20 anos de (R)existência, o BANDO DE TEATRO OLODUM seja homenageado pelo Prêmio Braskem de Teatro. E leva pra casa - nesse caso, o TEATRO VILA VELHA - um troféu que reconhece o trabalho desse grupo que é grupo de verdade desde o nascimento. Eu sou testemunha de um pedaço pequeno dessa história, mas pude acompanhar e ouvir relatos de momentos importantes. Sei como eles são sérios e trabalham/trabalharam duro para chegar aonde estão - e ainda têm muito chão pela frente!

A homenagem do Prêmio Braskem eles recebem hoje à noite. Amanhã eles embarcam para Sampa (vocês aí na garoa nem pensem em perder!). Em outubro eles fazem aniversário e até lá, o novo espetáculo - Respeito aos mais velhos - estreia. Mas, antes disso, TODAS AS NOITES eles se encontram na Sala João Augusto, aqui no Vila, e ensaiam até tarde. É TRABALHO. E como é bom ser reconhecido pelo que a gente faz!

DÊ VALOR!

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Durante a temporada na capital paulista, o grupo promove, gratuitamente, oficinas com os seguintes módulos: Teatro, com Chica Carelli; Dança para teatro, com Zebrinha; e Música para teatro, com Jarbas Bittencourt. No dia 11 de abril, às 15h30, a classe artística e a comunidade terão uma tarde de encontro com elenco e diretores do Bando para um bate-papo sobre o processo criativo e a metodologia de trabalho desenvolvida pela companhia nesses 20 anos de atividades. A entrada é gratuita.

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SERVIÇO!
Bando em Sampa
De 09 a 18 de abril de 2010
SESC Vila Mariana [Rua Pelotas, 141, Vila Mariana, São Paulo]
Tel: (11) 5080-3000
www.sescsp.org.br

Cabaré da RRRRRaça
Estréia: 09 de abril
Temporada: Dias 09 (sexta-feira) e 10 (sábado) de abril, às 21 h e 11 (domingo) às 18h
Classificação etária: 16 anos
Duração: 1h e 30 min

Áfricas
Temporada: Dias 17 (sábado) de abril, às 15h30 e 18 (domingo) de abril, às 11h
Classificação etária: livre
Duração: 50 minutos

Ó Paí, ó!
Estréia: 16 de abril de 2010
Temporada: dias 16 (sexta-feira) e 17 (sábado) às 21h e 18 (domingo) às 18h
Classificação etária: 12 anos
Duração: 1h e 30min

sábado, 3 de abril de 2010

HIP HOP no Vila!


Começam hoje as atividades da Mostra Hip Hop em Movimento. Com programação gratuita, o evento prevê oficinas, shows, mesa redonda, feira, além da III Batalha de Break – Evolução Hip Hop, que acontecerá amanhã a partir das 15h, aqui mesmo no Teatro Vila Velha, tendo como jurados: David Saide (USA), Tijolim (Ceara) e Nino (Pernambuco).

Apesar da chuva, as oficinas estão acontecendo e muito bem! Tem até um grupo de crianças do Vale do Capão que veio fazer a oficina de Braek com o B. Boy Ananias. Tem ainda oficina com o DJ Môpa e uma galera fazendo grafite com Lee 27 no Passeio Público.

Daqui a pouco, as 14h, no Cabaré dos Novos, tem a mesa redonda “As múltiplas visões de um revolucionário – Preto Ghóez”, trazendo convidados de todo o Brasil para falar sobre o importante ativista social, como: Lamartine Silva (rapper, membro fundador do MHHOB e do Clã Nordestino e coordenador do Pontão de Cultura Preto Ghóez Vive, no Piauí) e Adunias da Luz, jornalista do Estação HipHop e ativista social que produziu e lançou o livro de Ghóez "A Sociedade do Código de Barras - O Mundo dos Mesmos" pela editora EstAÇÃO HIP HOP. O livro será lançado durante a mesa redonda pela companheira de Ghóez, Miriam Bezerra, que também vai participar do debate.


Na sequência tem a transmissão ao vivo do Programa Evolução Hip Hop, da 107.5-Educadora FM,daqui do Passeio Público.

A noite (20h) no Palco Principal, tem dois grupos femininos: o grupo espanhol Mujer Urbana, coletivo feminino formado por seis artistas que apresenta show de mesmo nome misturando dança break, artes visuais (graffiti e street art) e música (soul e hip hop) e as baianas da Tropa Sagaz, que abrirão a apresentação das espanholas. O Tropa Sagaz, que é formado pelas cantoras e letristas Sílvia Santana, Ayran Reis e Eliana Santos, mostra um trabalho autoral inspirado em grandes nomes do cenário do rap nacional e internacional. A entrada é franca!


E não pára por aí! Amanhã tem a final da III Batalha de Duplas de Break Evolução Hip Hop, com a discotecagem do DJ Bandido, sob a organização do B.Boy Ananias (Independente de Rua). Começa as 15h, gratuiatmente!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Dance mais


Abril chegou: VIVADANÇA!

Há quatro anos, o Teatro Vila Velha dedica o mês inteirinho a uma super programação, com grupos dos quatro cantos do país e de alguns cantos mundo afora. Pra você ver, curtir - e dançar, claro! O corpo pede, a alma se balança. É a lei da natureza. Em todas as partes do planeta: todo mundo dança!

Em 2010, o Festival Vivadança cresceu e, além do Vila Velha, ocupa também o Passeio Público, o Espaço Unibanco de Cinema e o Ciranda Café.

Um mês de diversidade: as origens do samba se juntam à mais delicada coreografia oriental; a suavidade do balé clássico rima com a batida quebrada da breakdance. Espanha e Japão encontram a Bahia nessa edição, que tem espetáculos, shows, oficinas, mostras coreográficas, exposições, instalações, exibições de vídeos e gente! Toda forma de dançar reunida por uma grande razão:

DANCE MAIS! VIVA MAIS! VIVADANÇA!




























Tem PROMOÇÃO no Festival Internacional VIVADANÇA Ano 4!

Promoção da Caneca
Espetáculo: Odete, traga os meus mortos

Leve uma caneca (velha, usada, com muita história) para tomar chá com Odete e pague meia na entrada do espetáculo. Garanta seu ingresso levando a caneca à bilheteria do Vila antecipadamente. Pode entregar nos dias também. Só não deixe de ir!

Promoção Vai e Volta - VIVADANÇA / Cine Glauber Rocha

Um canhoto de entrada do cinema Espaço Unibanco - Cine Glauber Rocha do mês de abril vale uma meia-entrada para um ingresso do VIVADANÇA!

E um canhoto de entrada do VIVADANÇA vale uma meia entrada para a Sessão Especial de “Hanami-Cerejeiras Em Flor” com Tadashi Endo*

* O japonês Tadashi Endo conversa com o público após exibição especial do filme alemão “Hanami-Cerejeiras em Flor”, em que assinou a coreografia e atuou como dançarino de Butoh.

Filme: “Hanami – Cerejeiras em Flor”
Local: Espaço Unibanco – Cine Glauber Rocha
Horário: 20h
Entrada: R$ 10 (inteira)
Duração: 126 minutos
Classificação etária: 14 anos.

Promoção de fotografia
“Estampe o postal do ViVADANÇA”

Quer estampar o cartão postal do VIVADANÇA? Tire fotos sobre o tema Dança e faça uma homenagem a esta linguagem artística! A melhor fotografia estará no nosso postal comemorativo do Dia Internacional da Dança, que terá 5000 cópias circulando pela cidade em maio! Além disso, o vencedor ainda fatura um superkit com camisa, sacola e convites para assistir aos espetáculos do Festival VIVADANÇA.

Baixe o termo de autorização de veiculação de imagem – ele deve ser assinado e enviado via e-mail (formato JPG ou PDF) ou pelo correio para:

E-mail: comunicacaovivadanca@gmail.com

Endereço: Núcleo Viladança - Teatro Vila Velha, av. Sete de Setembro, s/n, Campo Grande, Salvador-BA

Tel: (71) 3083-4600