segunda-feira, 24 de abril de 2006

Memória viva de Petrô

Já faz 1 ano que o Quixote do teatro baiano se foi, mas ainda continua clara sua imagem aqui conosco a comemorar 40 anos de um tento que deu certo. Carlos Petrovich. Petrô. Um homem de teatro, que ajudou a construir uma casa e dedicou uma vida inteira à arte dos palcos, procurando aproximá-la da população.

A missa por seu repouso acontecerá nesta terça-feira, às 14:00, na igreja do Rosário dos Pretos. E para manter acesa a memória de Petrô, nesta quinta-feira (27/04), data exata de sua partida, o Vila convida o público a homenageá-lo, com a exibição do curta-metragem Na terra do sol, seu último trabalho como ator. No filme, dirigido por Lula Oliveira, Petrô incorpora um dos últimos sobreviventes da Guerra de Canudos, dividido entre morrer de sede ou pelas mãos do exército. 19h. Entrada franca.

quinta-feira, 20 de abril de 2006

COMO FOI?

De como Florindo Aretusi encontrou no Vila Velha, a sua Beatriz.

Este é relato de Antônio Carlos Bastos Costa, de como veio parar aqui no Vila Velha

"Não sei precisar a data, foi em 1997". AC conta que soube pelo jornal de uma oficina no Vila Velha. Da oficina resultou Barba Azul, foi o primeiro passo. "Era uma coisa que me inquietava muito, porque eu trabalhava em uma empresa e sempre recebia ligações pra poder fazer teste pra comerciais, me convidavam pra fazer peças na escola de teatro, e eu ficava dividido". Conta que na época era casado com "uma das oito mulheres que eu tive" e decidiu de uma vez retomar o teatro. Já ia sair de casa com o dinheiro no bolso pra pagar a oficina quando a esposa, clarividente, setenciou: "eu pago, mas com certeza eu estou assinando a sua carta de alforria, porque eu tenho certeza que depois disso, nós vamos no separar". Dito e feito. Barba Azul amarrou-se com o Vila. Depois de Barba Azul, Dom Quixote. Depois de Dom Quixote, mostrou suas outras habilidades. No Vila, fez manutenção de pernas de pau, big hand, administrou o Cabaré, substituiu Jeudy, cozinhou feijoada e efó, esteve sempre presente nas faxinas do depósito, entre outras atividades. Hoje, não é de nenhum grupo residente, mas brinca "sou de todos!". Retomou os palcos do Vila com H2O - Uma Fórmula de Amor, depois Arlequim, e no ano seguinte, Liga pra Mim e Os Dois Ladrões. "Em momento nenhum me desvinculei do Vila Velha. Hoje eu tenho a impressão que eu moro no Vila e durmo em Brotas. Essa é minha casa". Hoje, nosso multi-homem está muito feliz como ator convidado do Bando de Teatro Olodum, na remontagem de Sonho de uma Noite de Verão.

E foi assim que AC veio dar uma "mãozinha" a este teatro.

AC Costa, personagem do Vila.
Dê teatro de castigo!

Há algumas semanas, o professor Ricardo Líper, colunista de Teatro no jornal Tribuna da Bahia, escreveu um artigo no qual comentava a importância do Teatro Infantil, colocando inclusive que as crianças preferem este tipo de diversão em vez de ir ao cinema. Ficamos felizes com o comentário incentivador. Por outro lado, nos perguntamos: como pode o cinema estar lotando todas as salas que exibem, por exemplo A Era do Gelo 2, enquanto uma peça como Rerembelde não chega a atingir 40% da capacidade de público em cada apresentação? O que se passa com o público para produções infanto-juvenis? Temos algumas hipóteses. As crianças, ao contrário de adolescentes ou pessoas mais velhas, não podem escolher e fazer sua programação independente dos adultos. Logo, quem escolhe o programa do guri são seus pais ou responsáveis. Ou seja: sempre é mais de um ingresso, mais de uma passagem de ônibus, mais de um lanchinho... mais cu$to para o passeio. Mas para ir ao cinema é a mesma coisa, não é? Então, porque os pais não variam e trazem a criançada para ver uma peça? O teatro infantil pede socorro!
mais aroeira

Em rápida passagem por Salvador no último final de semana, o artista gráfico Diogo Kalil - baiano radicado em São Paulo, badaladíssimo nos bastidores da publicidade nacional - trocou idéias com a diretora e coreógrafa da Cia. Viladança, Cristina Castro. Kalil assina os desenhos e animações que fazem parte de Aroeira - com quantos nós se faz uma árvore, espetáculo inédito da companhia, que estréia em junho no Teatro Vila Velha. Com figuras que remetem aos domínios da memória, do sonho e da imaginação, o trabalho de Diogo se incorpora à proposta multimídia da montagem, que traz ao público idéias sobre o registro de lembranças, culto à imagem, desejos e emoções.

quarta-feira, 19 de abril de 2006

DEU NO JORNAL
Do Bando para o Mundo

O jornal Correio da Bahia de hoje destaca o trabalho do ator Fábio Santos (foto), egresso do Bando de Teatro Olodum, desenvolvido com grupos internacionais de arte-educação. A matéria conta a trajetória de Fábio, que saiu do Bando em 1994 e se jogou na estrada, enriquecendo sua formação e tornando-se um ativista nas organizações que procuram tornar o mundo um lugar melhor através da arte. Ele destaca a importância da experiência no Bando para seu crescimento artístico e hoje é um dos principais incentivadores do intercâmbio internacional desenvolvido pela Cia. Novos Novos, grupo infanto-juvenil residente do Vila dirigido por Débora Landim.

Confira a matéria na íntegra.

terça-feira, 18 de abril de 2006

EXTRA! EXTRA!
Artistas do Vila vão para o interior


A Outra Cia de Teatro

A divulgação dos aprovados pelo projeto Circulação Cultural, promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), trouxe boas notícias para o Vila. Os espetáculos Debaixo d'água em cima d'areia, de A Outra Companhia de Teatro e Divorciadas, evangélicas e vegetarianas, da Cia. Teatro dos Novos, serão apresentados em diversas cidades do interior baiano. Além deles, foi aprovada também a oficina de cenografia que será ministrada por Lorena Torres Peixoto, artista que vem assinando o cenário de diversas produções da casa. As datas e localidades ainda não estão definidas, mas o pessoal já está animado. A Outra viaja pela segunda vez pelo projeto e já está pensando nos preparativos. Já a CTN, neófita nesses assuntos, está procurando se situar com a ajuda da "irmã caçula" e do Viladança, que também já participou da Circulação.


Divorciadas, evangélicas e vegetarianas

Os contemplados pelo projeto têm uma ajuda de custo para viabilizar a viagem e as apresentações, contando com o apoio de um produtor local para divulgação. Com esta ação, a FUNCEB apóia a integração cultural entre diversas regiões do estado, através de apresentações e oficinas. Alguns artistas comentam que no final sobra pouca grana, mas o que vale mesmo é o prazer de circular com o espetáculo e conhecer outras cidades. Para os artistas da capital e do interior, é uma oportunidade de intercâmbio que enriquece a experiência de todos, enquanto para o público, é uma boa forma de ampliar a variedade do cardápio cultural.

segunda-feira, 17 de abril de 2006

COMO FOI?

de como o Soldado Paixão entrou para o nosso exército de Brancaleone

Este é o relato de Juceílton da Paixão Dantas, de como veio parar aqui no Vila Velha

"Eu era do colégio Costa e Silva da Ribeira e fazia parte de um grupo de teatro chamado Gruporacaso". O Gruporacaso soube pelo grupo Enigma, que existia no Vila Velha, um projeto chamado Tomaladacá. Vieram ver de perto do que se tratava. "A primeira atividade foi assistir em grupo, o ensaio de Sonho de uma Noite de Verão", lembra Cell. Isso foi em 1998. O grupo tinha um espetáculo montado: Clemência do Sertão. "Eu tocava e cantava", o pessoal do Vila elogiou o grupo. No modelo do Tomaladacá da época, haviam varias atividades de intercâmbio. Cell fez contra-regragem de Supernova, depois Pé-de-Guerra, tudo pelo projeto, quando então foi convidado por Meirelles para trabalhar na documentação. Trabalhava aqui, mas ainda estava lá e cá. "Eu fiz um teste pro Vilavox, com Ângelo Rafael. Fui ficando, ficando, fiquei". Quando entrou pro Vilavox, já tinha sido engolido pelo teatro, pouco a pouco saiu do outro grupo e entrou todo pro nosso time. Neste momento o Soldado Paixão integra o elenco da remontagem de Sonho de uma Noite de Verão, o primeiro espetáculo que veio assistir no Vila.

Cell Dantas, personagem do Vila.
Marcio Meirelles participa do Encontro Mundial das Artes Cênicas


Marcio Meirelles representou a experiência dos grupos Vila
no Encontro Mundial de Artes Cênicas


Já em sua 5a edição, o Encontro Mundial das Artes Cênicas (ECUM) aconteceu em Belo Horizonte (Minas Gerais), de 06 a 16 de abril de 2006, tendo como tema central O Teatro em Tempos de Guerra. Marcio Meirelles, diretor do Bando de Teatro Olodum e integrante do colegiado do Vila, foi convidado pela organização do evento para participar de uma mesa-redonda intitulada Teatro na trincheira: Experiência de grupos brasileiros. Profissionais brasileiros e de países como México, Uruguai, Mali, República Tcheca, Israel, Sérvia, França, Iraque, Itália, Suiça, entre outros, estiveram presentes para ratificar a idéia de que as diferentes línguas não impedem o intercâmbio artístico entre os grupos. O ECUM, mais do que exibições, privilegiou o debate e a reflexão sobre a arte teatral na atualidade. Este é o único evento do gênero no mundo, oferecendo ainda acesso gratuito aos espetáculos, oficinas e workshops.

quinta-feira, 13 de abril de 2006

SAIU A RIFA!

O dia 12 foi dia de prêmios, dia de Braskem, e do resultado da rifa de páscoa dA Outra Companhia de Teatro.

A rifa usa a centena do primeiro prêmio da loteria federal do dia 12. O primeiro prêmio foi o bilhete de número
33.683. A centena é, portanto, 683. A vencedora é Helena Pimentel, que ganhou uma cesta de páscoa da PERINI. Ovo da páscoa, coelhinhos, vinho verde, queijo e outras coisinhas gostosas. Helena captou o espírito da campanha arrecadatória e comprou duas cartelas inteiras: 20 bilhetes de rifa.

O dinheiro arrecadado será usado para ajudar a cobrir os custos da montagem do próximo espetáculo da companhia, O Contêiner, com estréia marcada para o dia 08 de setembro deste ano.
resultado do braskem
DEU CHICA!

Ontem foi dia (ou melhor, noite!) de festa para a classe teatral baiana. A cerimônia de entrega do Prêmio Braskem de Teatro, dirigida por Marcio Meirelles, foi um grande espetáculo. Como poucos, Marcio realizou uma mistura charmosa e inteligente de texto, dança, vídeo e música, unindo numa só apresentação artistas de diferentes gerações, estilos e linguagens. O resultado foi uma bela homenagem às artes cênicas, pontuada pelo discurso político afirmativo característico dos trabalhos de Meirelles.

A música esteve bem representada por vozes femininas muito diferentes entre si: Mariene de Castro, Roze, Rebeca Matta e Virgínia Rodrigues, que encerrou a cerimônia toda de branco cantando o Hino ao Senhor do Bomfim. Atrás delas, projeções de suas imagens com uma edição estilosa serviam de cenário para cada apresentação.

A tecnologia, aliás, foi um dos diferenciais da apresentação deste ano. Com uma equipe de "videastas" do gabarito de Sofia Federico e Kiko Povoas, a imagem teve um papel importante no espetáculo. Ao invés de mestres de cerimônia e apresentadores, textos líricos nos telões anunciaram as categorias. Também através de projeções, o público pôde ver o anúncio dos vencedores, feito por artistas selecionados na platéia - entre eles, o baiano-global Wagner Moura.

No intervalo da entrega dos prêmios, o Viladança e dançarinos convidados apresentaram vinhetas divertidas, dando mais dinâmica e movimento às passagens. Com figurino inusitado, com saiotes, o grupo fez aparições breves, porém marcantes, que contribuíram para dar o tom descontraído da cerimônia, que esteve muito longe de ser uma solenidade.

E pelo que se pôde notar, as premiações agradaram à classe. Principalmente as estatuetas arrebatadas por O sapato do meu tio, aplaudidíssimo a cada vez que os integrantes de sua equipe subiram ao palco. Dos nossos, Chica Carelli foi a vencedora na categoria Atriz Coadjuvante. Num discurso elegantíssimo, ela dedicou o troféu às atrizes do Bando de Teatro Olodum. Nas homenagens especiais, o destaque para o talento Fernando Neves e Othon Bastos, dois grandes ícones vivos do teatro baiano, com carreiras maduras e multifacetadas.

Confira agora os resultados do Prêmio Braskem de Teatro 2006:

Revelação: Carol Vieira (Direção de O futuro está nos ovos)
Texto: Deolindo Checcucci e Plínio Seixas (Raul Seixas - A metamorfose ambulante)
Categoria Especial: Irma Vidal (Luz de Fogo Possesso)
Direção: João Lima (O sapato do meu tio)
Ator Coadjuvante: Gil Teixeira (Hamlet)
Atriz Coadjuvante: Chica Carelli (O despertar da primavera)
Ator: Lúcio Tranchesi (O sapato do meu tio)
Atriz: Evelin Buchegger (Murmúrios)
Espetáculo Infanto-Juvenil - Popular: A revolta dos brinquedos
Espetáculo Adulto - Popular: O Nariz do Poeta
Espetáculo Infanto-Juvenil: Rádio biruta FM
Espetáculo Adulto: O sapato do meu tio

quarta-feira, 12 de abril de 2006

Teatro Vila Velha busca mais segurança para o Passeio Público


Passeio Público - o entorno agradável do Vila precisa da atenção do poder público

Depois de uma reunião com representantes e dirigentes do Palácio da Aclamação, do IPAC e da Polícia Militar, o colegiado do Teatro Vila Velha aguarda a adoção de novas medidas com relação ao aspecto de insegurança no Passeio Público. A reunião foi convocada devido à preocupação com a postura de grupos que ocupam o espaço com um comportamento inadequado a ambientes públicos e que tem afastado os frequentadores do teatro. Além da maior freqüência das rondas policiais que já vêm ocorrendo, estão previstas mudanças na equipe de segurança, no acesso ao Passeio (que se dará somente através de sua entrada principal) e a instalação de placas referentes à orientação de conduta. Com a efetivação destas medidas, o Teatro Vila Velha espera que melhorem as condições de acesso do público, enquanto o Governo do Estado não realiza a reforma do Passeio Público, prometida em 2004, por ocasião do aniversário de 40 anos do teatro.

terça-feira, 11 de abril de 2006

Bando vence o edital Copa da Cultura


Bando em cena do Cabaré da RRRRRaça - por Márcio Lima

A montagem Sonho de uma noite de verão, do Bando de Teatro Olodum, residente do Vila, está entre os 5 projetos de teatro aprovados pelo programa Copa da Cultura, criado pelo MINC para promover o intercâmbio cultural entre Brasil e Alemanha no ano da Copa do Mundo de Futebol. O prêmio, destinado a projetos capazes de dar destaque à cultura brasileira no exterior, levará o Bando à realização de uma turnê pela Alemanha no mês de novembro. O edital Copa da Cultura integra uma série de atividades artísticas e culturais que objetivam reforçar a imagem do Brasil na Europa, mostrando aspectos que vão além da excelência nos gramados. Para saber mais, acesse: www.copadacultura.gov.br

segunda-feira, 10 de abril de 2006

Um réquiem para Jesus Cristo


Concerto da Paixão, com a Orquestra Sinfônica da UFBA, é destaque na programação da Semana Santa
Nesta quinta-feira (13), o Vila reserva um encontro com a música erudita, com um concerto realizado especialmente para a semana de Páscoa. O Concerto da Paixão, uma apresentaçãoo em parceria com a Escola de Música da UFBA, traz ao público o Réquiem de Franz von Suppé, em primeira audição no Brasil. A obra tem a duração de uma hora e será executada pela Orquestra Sinfônica da UFBA, com a participação de coro e dos solistas Cyrene Paparotti, Tânia Barros, André d'Oliveira e Rosalvo Barros, sob regência de Horst Schwebel. O Réquiem, uma composição rebuscada para missas solenes que pedem o repouso eterno para mortos nobres e ilustres, neste concerto, é uma homenagem ao próprio Jesus Cristo. Quinta, 20h - r$ 14 /7.

quarta-feira, 5 de abril de 2006

pasmem

Folha de S. Paulo, sexta-feira, 31 de março de 2006
Militares celebram 42 anos do golpe
Comando Militar do Leste se reúne no Rio para comemorar 31 de março

RAPHAEL GOMIDE

A cúpula do Comando Militar do Leste (CML) participou ontem, no Clube Militar, no Rio, de "sessão solene comemorativa do 42º Aniversário da Revolução Democrática de 31 de março de 1964". A cerimônia foi uma homenagem ao golpe militar que destituiu o presidente constitucional João Goulart e levou o país ao regime militar (1964-1985).

Estiveram presentes o comandante do CML, general Domingos Curado, seu chefe de Estado-Maior, general Hélio Macedo, e o comandante da 1ª Divisão de Exército, general Rui Monarca da Silveira, que liderou a operação de recuperação de armas roubadas de um quartel no Rio. O diretor do Departamento de Ensino do Exército, general Ivan Bastos, também esteve presente.

O comandante do CML, general Curado, não quis fazer comentários sobre a cerimônia. "Sou apenas convidado." Também se recusou a comentar a operação do Exército no Rio -quando a Força recuperou 11 armas após acordo com o tráfico. "Isso é passado."

O dia 31 de março não faz parte das "datas festivas e comemorativas" oficiais da Força, segundo sua página na internet.

"Líderes de visão"

O convidado especial e palestrante foi o ex-ministro dos Transportes (1993) e ministro-chefe do gabinete militar do presidente José Sarney, general Rubens Bayma Denys. Ele é filho do marechal Odylo Denys, que derrubou o presidente em 1964.

"Relembrar o movimento democrático de 31 de março de 64 é prestar homenagem e reconhecimento aos líderes de visão, militares e à própria nação, que espontaneamente manifestou sua opção pela democracia em repúdio ao comunismo perverso", disse.

PARA UM PONTO DE VISTA DIFERENTE, ASSISTA:


terça-feira, 4 de abril de 2006

você sabia...?


A Companhia Viladança, grupo de dança residente no Teatro Vila Velha, foi selecionada para o projeto Palco Giratório do SESC, através do qual percorrerá 28.334km em 57 dias! Serão feitas apresentações de espetáculos, oficinas e intervenções urbanas por todo o Brasil.

Milton Nascimento presenteou a diretora da Cia. Viladança, Cristina Castro, com uma trilha sonora inédita composta por ele há mais de 15 anos. As músicas farão parte do espetáculo Aroeira - com quantos nós se faz uma árvore, cuja estréia está marcada para o dia 16 de Junho.